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quinta-feira, setembro 29, 2016

EMBRAPA: Parceria favorece a formação estudantil na área de aquicultura e alimentos



Pesquisadores ministram palestras e supervisionam atividades de alunos de cursos técnicos


Nicoli Dichoff - Pesquisadores ministram palestras e supervisionam atividades de alunos de cursos técnicos

Mesmo sob a máscara e a touca usados no trabalho, era possível ver os sorrisos de Cesar Ferreira Neto e Queila Dias Pereira, dois estagiários que visitaram os laboratórios da Embrapa Pantanal na última semana. Eles e outros alunos do Curso Técnico Subsequente em Aquicultura e do Curso Técnico em Alimentos do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) vieram de Coxim (MS) até a unidade pantaneira em Corumbá para um dia de palestras e atividades.
A visita foi realizada graças a um convênio firmado entre as instituições no final do último ano, de acordo o pesquisador Jorge Lara. "Esses estudantes estão sendo preparados para um futuro desenvolvimento da área de alimentos aqui no estado. Nós somos, tradicionalmente, produtores de matéria prima – o que é apenas um elo da cadeia. Para que haja o desenvolvimento de MS, é muito importante buscar as indústrias de transformação: não apenas os frigoríficos ou prensas de soja, mas aquelas indústrias de alimentos que transformam a matéria prima em processados e obtêm proteínas de qualidade para várias utilizações. Tudo isso faz parte do plano de desenvolvimento estadual", afirma.
Para os estagiários, que aprenderam como realizar a separação mecânica da carne da carcaça de piranhas, a visita à Embrapa Pantanal representou uma oportunidade para colocar em prática o que eles aprendem na teoria. "Lá na nossa cidade, temos uma colônia de pescadores. Para eles, pescar piranha dá prejuízo. Eles querem pegar os peixes nobres, como o dourado, o pacu e o pintado. Por isso, a gente decidiu fazer um projeto para agregar valor a esse peixe, explicando para os pescadores como eles podem fazer novos produtos e aproveitar essa matéria prima", diz Queila.
Perspectivas de produção
De acordo com os estudantes, a equipe do projeto desenvolveu formulações para linguiças, quibes, nuggets, hambúrgueres e patês feitos com a carne da piranha. "Seria uma boa forma de aproveitar esse material. Na nossa cidade, não temos muito processamento industrial e o peixe é consumido in natura em pratos prontos. Esses produtos seriam uma outra forma de vender e aumentar a vida útil dessa carne, que é um produto tão perecível", afirma Cesar. Sidnei Klein, que coordena o eixo de recursos naturais do IFMS em Coxim, ressalta a importância de uma ação como essa para um município que possui cerca de 500 pescadores profissionais registrados.
"Podemos ver que a demanda por pescado é crescente ao observar o crescimento no consumo alimentar. Nós tínhamos, em 2005, 6 kg consumidos em média por habitante/ por ano no Brasil. Depois, em 2010, esse valor estava em torno de 9 a 10 kg. Nós estamos hoje com 14 kg consumidos por habitante/ano. Ainda não chegamos na média mundial, que está em 19 kg, mas já ultrapassamos a média recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 12 kg. Segundo informações do extinto Ministério da Pesca e Aquicultura, em 2050 há uma grande possibilidade desse consumo chegar a 22 kg por habitante/ano. A aquicultura pode contribuir nesse cenário, somando-se à pesca", diz Sidnei.
Para Jorge, a participação de estudantes e agentes da comunidade local no desenvolvimento de produtos feitos a partir do pescado, como os alimentos processados, favorece a elaboração de alternativas que atendam a esse mercado. "Esses alunos irão atuar junto ao setor produtivo, com os pescadores e com a indústria. O MS está deixando de ser um estado exclusivamente produtor de animais ou vegetais, buscando – ainda inicialmente, mas com uma boa perspectiva futura – trabalhar com a transformação de produtos de origem vegetal e animal. O que nos falta, realmente, é gente qualificada e oportunidades de negócio. Contribuir para superar essas lacunas é um dos objetivos da nossa parceria com o IFMS".



Nicoli Dichoff (MTb 3252/SC)

Embrapa Pantanal
Telefone: +55 (67) 3234-5957



Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS 
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
Skype: nicoli.dichoff 




RODRIGO CONSTANTINO: DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA E PARTIDÁRIA NA UFRN LEVA PAIS A REAGIREM




Pais de crianças que estudam no Núcleo de Educação Infantil (NEI) da UFRN denunciaram ao Portal Agora RN que professores da instituição estão usando os alunos para fazerem protestos contra o presidente Michel Temer.

De acordo com um dos pais que ficou revoltado com a atitude dos profissionais do NEI, as professoras pediram para as crianças fazerem desenhos do presidente para usar em protesto.

“Na semana passada, mandaram as crianças desenharem uma prisão com uma pessoa dentro. A criança de cinco anos chegou em casa dizendo que Temer iria ser preso e que iria fechar a escola pública. No outro dia, a criança veio com um pedido de autorização para que a imagem da criança fosse usada em atos fora-temer”, disse a fonte que pediu para não ser identificada.

Em contato com o Portal Agora RN, a professora Teresa Araújo, diretora da instituição de ensino, disse que a política está presente na escola, e que não há doutrinação. “Nós trabalhamos com temas de pesquisa, e em todos estes a política está inserida, mas não a partidária. Estamos lutando por direitos nossos conquistados. Lutamos neste governo, assim como lutamos em todos os outros, pela democracia, por uma educação de qualidade. Se alguns pais estão interpretando como partidarismo, fazem erroneamente”, disse.

Uau! Pela cara de pau já dá para ver que é petista mesmo. Então as crianças fazem desenhos com Temer para serem usados em protestos contra o presidente e não é partidarismo? Imagina se fosse!


Como podemos ver, o fenômeno é nacional: a extrema-esquerda ocupou cada escola, cada universidade, e começa o processo de lavagem cerebral cada vez mais cedo. São criminosos! Mas felizmente os pais estão aos poucos acordando, percebendo a importância de projetos como o Escola Sem Partido, que leva esses doutrinadores ao desespero justamente porque sabem que violam as leis.

E políticos menos esquerdistas, ao perceberem os ventos de mudança, também reagem:

Após pais de alunos do Núcleo de Educação Infantil (NEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) denunciarem ao Portal Agora RN que professores estariam “doutrinando” as crianças para participarem de campanhas contra o atual presidente da República, Michel Temer (PMDB), o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) pediu atenção com o caso e cobrou medidas para que a prática não seja permitida.

O deputado anunciou que vai enviar um ofício a reitora da UFRN, Angela Paiva, e também ao Ministério Público Federal (MPF), para que se investigue as denúncias de que doutrinadores estariam utilizando a sala de aula do NEI da Universidade para fazer campanha contra o governo peemedebista. “A escola foi transformada em aparelho político de um partido”, criticou o deputado, dando a entender que o PT, da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), estaria influenciando essas situações no local.

Até quando vamos permitir esse abuso, esse crime, esse verdadeiro estupro cerebral em nossas escolas e universidades? Esses militantes disfarçados de professores acham que podem tudo, que podem transformar as salas de aula em diretório partidário, em nome da liberdade de cátedra? Estão enganados! E o Escola Sem Partido vem mostrar isso, vem esfregar a Constituição nas caras de pau dessa turma.

Aproveitem os últimos momentos de hegemonia, pois a maré vermelha vai virar, e com o apoio dos pais e de políticos mais esclarecidos teremos uma proteção maior dos alunos.

terça-feira, setembro 27, 2016

I Encontro do Foro de Brasilia: Programa



Objetivo: reunir os movimentos conservadores, liberais e libertários em Brasília para coordenar e fortalecer uma ampla frente de direita. Nesse encontro também será apresentada a estrutura do Foro de Brasília, que pretende ser um fórum permanente de discussão e interação entre os movimentos que combatem o comunismo, a centralização do poder, o fascismo, e o autoritarismo. 

Data: 8 de outubro de 2016 (sábado). 

Local: SQN 415/416 norte, Área Especial para Templos, Grande Oriente do Distrito Federal 


Programação: 


Dia 8/10 (sábado) 

8h: Credenciamento e inscrições 

9h: Palestra de abertura “O Foro de Brasília” - Prof. Dr. Guilherme Fernandes Neto 

9:30 hs: Debate público sobre o Foro de Brasília 

10h: Coffe break 

10:30 hs: Palestra: Conflito de terras e violência no Campo: a necessidade da completa tutela jurisdicional - Prof. Dr. Carlos Frederico 

11:30 hs: Mesa Redonda: Terrorismo e geopolítica na América Latina - Min. Olympio Pereira da Silva Jr e Gen. Rocha Paiva 

12:30 hs: até as 13:30 horas: Almoço 

13:30 hs: Mesa Redonda: Movimentos da sociedade civil e a pauta para o futuro 

15h: Sala 1: Palestra: A religião e o combate a doutrinas totalitárias – Dep. Ronaldo Fonseca 

15h: Sala 2: Mesa Redonda: Como mostrar as vantagens da direita para as minorias? Prof. Dr. Adolfo Sachsida e Bruna Luiza. 

16h: Coffee Break 

16:30 hs: Mesa Redonda “A direita no cenário político atual: metas e desafios” 

17:30 hs: Debate Público 

18h: Encaminhamentos de propostas e Encerramento. 

* : As inscrições são gratuitas, mas devem ser solicitadas previamente no site www.forobsb.com 
** : Apoio: Ong Ternuma – Terrorismo nunca mais 
*** : Os hotéis Garvey e Melia são opções para quem quiser se hospedar. Haverá transporte gratuito para todos que se hospedarem em qualquer hotel situado no setor hoteleiro (norte ou sul) de Brasilia. Basta enviar mensagem comunicando o nome do hotel.

DOUTRINAÇÃO NA ESCOLA: Aluna do ensino médio, visivelmente irritada por ouvir tanta besteira, filma PROFESSOR ANTA defendendo o PT em sala de aula


ESCOLA SEM PARTIDO JÁ!


Transcrição do que o PROFESSOR ANTA diz: “Da mesma maneira que aconteceu em 37, a classe trabalhadora, no caso, vocês, né, estão completamente alijados e alienados do que aconteceu. Apenas a classe média, branca, é quem foi à rua vestido de camisa do Brasil querendo que o governo fosse deposto. Mas é porque a classe média que foi à rua, galera, tava insatisfeita com o fato de pobre tá pegando avião no aeroporto […] com o fato de ter mais negro e gente de periferia dentro de universidade. Gente da origem de vocês. A classe média que foi à rua […] tava insatisfeita porque pobre tava financiando carro. Infelizmente, como a gente tem uma sociedade de analfabetos políticos, as pessoas não se deram conta disso[…] devidamente manipuladas pela Globo.”

BSCA define cafés especiais classificados para a fase nacional do Cup of Excellence - Brazil 2016



BSCA define cafés especiais classificados para a fase nacional do Cup of Excellence

São 239 amostras eleitas, sendo 137 na categoria "Naturals" e 102 na "Pulped Naturals", que buscarão a classificação à fase internacional

Os profissionais de seleção da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) definiram, nas duas últimas semanas, as amostras de café classificadas para a Fase Nacional do Cup of Excellence – Brazil 2016, principal concurso de qualidade do País, que é realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE). Foram selecionados 137 lotes na categoria "Naturals" (cafés naturais, secos com casca) e 102 na "Pulped Naturals" (cerejas descascados/despolpados).

Na categoria Naturals, a Indicação de Procedência da Mantiqueira de Minas Gerais foi a região que mais se destacou, com 59 amostras (43,06%) classificadas. Na sequência, vieram Sul de Minas Gerais, com 28 amostras (20,44%); Denominação de Origem do Cerrado Mineiro, com 21 (15,33%); Indicação de Procedência da Alta Mogiana (SP), com 12 lotes (8,76%); Matas de Minas Gerais, com 9 (6,57%); Chapada Diamantina (BA), com 4 (2,92%); e Cerrados de Minas (MG), Chapada de Minas Gerais, Média Mogiana (SP) e Montanhas do Espírito Santo, com 1 amostra (0,73%) aprovada cada (veja a lista completa no site da BSCA: http://cup.bsca.com.br/file/download/id/2814).

A Chapada Diamantina, na Bahia, foi quem mais teve cafés aprovados na categoria Pulped Naturals, com 35 lotes, ou 34,32% do total de 102. As Matas de Minas Gerais emplacaram 23 amostras (22,55%), sendo acompanhadas por Montanhas do Espírito Santo, com 15 (14,71%); Sul de Minas Gerais, com 11 lotes 10,78%); Indicação de Procedência da Mantiqueira de Minas Gerais, com 7 amostras (6,86%); Denominação de Origem do Cerrado Mineiro, Média Mogiana (SP) e Indicação de Procedência do Norte Pioneiro do Paraná, com 3 lotes (2,94%) cada; e Indicação de Procedência da Alta Mogiana (SP) e Chapada de Minas, com 1 amostra (0,98%). A relação completa pode ser acessada através do link http://cup.bsca.com.br/file/download/id/2812.

Os cafés classificados serão avaliados, nas duas primeiras semanas de outubro, pelo júri nacional do certame, que definirá quais serão qualificados para a Fase Internacional, quando juízes de todo o mundo avaliarão as melhores amostras de cafés especiais do Brasil e definirão os vencedores das categorias "Pulped Naturals" e "Naturals" do Cup of Excellence – Brazil 2016.

PROJETO SETORIAL
O Cup of Excellence – Brazil 2016 é ação integrante do projeto setorial Brazil. The Coffee Nation, que é desenvolvido em parceria pela BSCA e a Apex-Brasil, tendo como foco a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no País.

O projeto visa, também, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros. Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto vai de maio de 2016 ao mesmo mês de 2018 e os mercados-alvo são: (i) EUA, Canadá, Japão, Coreia do Sul, China/Taiwan, Reino Unido, Alemanha e Austrália para os cafés crus especiais; e (ii) EUA, China, Alemanha e Emirados Árabes Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.


BSCA – Assessoria de Imprensa
Paulo André Colucci Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br


quinta-feira, setembro 22, 2016

Abertas inscrições para Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite de 08 a 10 de novembro





Abertas inscrições para Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite



Estão abertas as inscrições online para o XI Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite, marcado para os dia 08, 09 e 10 de novembro em Chapecó-SC. As inscrições podem ser realizadas no site  www.nucleovet.com.br, com valores diferenciados para estudantes e pacotes para empresas. Realizado no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, este a programação científica do Simpósio destaca as principais demandas de informação para os profissionais do setor.

Com palestrantes de renome nacional e internacional, o evento técnico é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas. Empresários, pesquisadores, estudantes e profissionais da cadeia leiteira compõe o público alvo. Destaque para pesquisadores de grandes universidades com tradição es pesquisas aplicadas à bovinocultura de leite como  Universidade Guelph/Canadá, de onde vem o palestrante Dr. Eduardo Sousa especialista em reprodução de ruminantes para falar sobre "Estratégias para otimizar eficiência reprodutiva dos rebanhos leiteiros"; da Universidade Illinois/EUA , Dr. Fábio Lima vai falar sobre "Impacto dos principais distúrbios metabólicos e estratégias para maximizar a produção e saúde na fase de transição", o palestrante é especializado em manejo reprodutivo , fisiologia, biologia e microbiologia uterina  e as interações entre reprodução, nutrição, saúde e imunologia em bovinos. Para apresentar os mais recentes avanços em estresse térmico e os  impactos na produção e estratégias de manejo e nutricão para minimizá-los, a palestrante convidada é Emilien Dupuis (CCPA Group/França). (veja programação completa abaixo).

O Presidente do Nucleovet, Luis Carlos Peruzzo destaca que a instituição, em conjunto com a cadeia produtiva agropecuária construiu uma sólida tradição em torno dos encontros técnicos, discutindo temas e apresentando tecnologias de interesse do setor. "O Nucleovet contribuiu significativamente com a formação continuada e o acesso às mais avançadas pesquisas e qualificados pesquisadores, sempre em parceria com a agroindústria, instituições de pesquisa e universidades". Com eventos voltados para as cadeias de aves e suínos já consolidados, o Nucleovet adota o mesmo formato para o Simpósio de Bovinocultura de Leite.

Inscrições
O investimento na inscrição é de R$ 350 para profissionais e R$ 250,00 para estudantes. A partir do dia 20 de outubro, o valor passa a R$ 380,00 para profissionais e R$ 270,00 para estudantes. Em 03 de novembro os valores serão alterados para R$ 450,00 e R$ 350,00, respectivamente. O acesso a I Milk Fair é gratuito.


Inscreva-se no site: www.nucleovet.com.br

Confira a Programação Científica do Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite

08 de novembro
14h - Manejo Eficiente de Pastagens Tropicais para o Sul do Brasil. Palestrante: Jean Mezzalira (SIA);
14h50min - Integração Lavoura/Pecuária e seus efeitos na sustentabilidade da Produção Leiteira. Palestrante: Paulo Adami (UTFPR);
15h35min - Sistema SilviPastoril para o Sul do Brasil. Palestrante: Carlos Renato Tavares de Castro (Embrapa Gado Leite);
16h50min - Panorama do Mercado Lácteo Brasileiro e Mundial. Palestrante: Rabobank;
18h – Abertura oficial e palestra;

09 de novembro
8h - Impacto da Nutrição de Precisão na Eficiência e Rentabilidade da Propriedade Leiteira. Palestrante: Alexandre Pedroso, engenheiro agrônomo e consultor técnico;
9h - Uso de Óleos Essenciais na alimentação de Bovinos Leiteiros. Palestrante: Dr. Rafael Canonenco de Araújo;
10h30min - Estratégias para otimizar eficiência reprodutiva dos rebanhos leiteiros. Palestrante: Eduardo Sousa (Universidade Guelph/Canadá);
11h30min - Instalações em Compost Barn – Desvendando Mitos e Atualizando Conceitos. Palestrante: Adriano Seddon (Alcance Rural Consultoria);
14h - Estresse Térmico: Impactos na Produção e Estratégias de Manejo e Nutricão para minimizá-lo. Palestrante: Emilien Dupuis (CCPA Group/França);
15h - Impacto dos principais distúrbios metabólicos e estratégias para maximizar a produção e saúde na fase de transição. Palestrante: Fábio Lima (Universidade Ullinois/EUA);
16h30min – Eventos Paralelos;

10 de novembro
8h - Uso da Genômica como Ferramenta para Melhoramento Genético. Palestrante: Ricardo Ventura (BIO, Universidade de Guelph, USP/FZEA);
9h - Principais afecções de casco, seus impactos e medidas de controle. Palestrante: Arturo Gomes (Zinpro/Portugal);
10h30min; Atualizações e Últimas tendências no controle e tratamento de mastites. Palestrante: Marcos Veiga Santos (USP);
11h30min - Sanidade Ruminal e sua Influência na Composição e Qualidade do Leite. Palestrante: Bolívar Faria (Rehagro).





Mais informações:
Panty Assessoria
Eliana Panty
Email: panty@pantyassessoria.com.br

quarta-feira, setembro 21, 2016

EMBRAPA: Workshop marca a conclusão de projeto sobre anemia infecciosa equina






Embrapa Pantanal divulga resultados de estudos sobre anemia infecciosa equina

Workshop com palestras e mesas redondas marca a conclusão de projeto de pesquisa


Foto: Nicoli Dichoff
Nicoli Dichoff - Workshop com palestras e mesas redondas marca a conclusão de projeto de pesquisa


De 27 a 29 de setembro, os produtores de Rio Verde de Mato Grosso (MS) e região poderão discutir a anemia infecciosa equina (AIE) no Pantanal – uma doença viral incurável que ataca cavalos, burros, mulas e jumentos. Na próxima semana, a cidade irá receber o IV Workshop do projeto "Anemia Infecciosa Equina no Pantanal brasileiro: caracterização do agente, diagnóstico molecular, avaliação de práticas de manejo e modelagem quantitativa", coordenado pela Embrapa Pantanal com o apoio do Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso e com o patrocínio da Bioclin/Quibasa Química Básica Ltda.
Com palestras, mesas redondas e reuniões, pesquisadores e trabalhadores rurais poderão abordar a enfermidade silenciosa que põe em risco a saúde dos equídeos e traz prejuízo ao bolso dos produtores. "O animal positivo rende menos, tem menos resistência. Ele vai trabalhar, mas não como aquele que não é portador do vírus. A gente observa, por exemplo, que na época em que o pasto está muito ruim e que o Pantanal enche, muitos animais contaminados morrem. Nós pudemos concluir que os positivos morrem mais cedo", afirma a pesquisadora Marcia Furlan, que coordena o projeto de pesquisa.



Como a doença nem sempre apresenta sintomas visíveis, Marcia conta que ela passa despercebida em muitas propriedades rurais. "Uma estratégia que alguns produtores usam é compensar o baixo desempenho dos animais positivos com mais animais na tropa. Só que, para manter mais animais, há necessidade de mais pasto e sal. Com isso, um pasto que não seria suficiente para uma tropa pequena, por exemplo, rende menos ainda com uma tropa maior", diz.

Temas do Workshop


Além dessas questões, assuntos como o inquérito epidemiológico sobre a doença em MT, o mormo e o sequenciamento do vírus da AIE são alguns dos tópicos que serão abordados durante o evento. "A gente passou a saber que este é um vírus diferente do padrão", diz Marcia. A pesquisadora ressalta outros temas que farão parte do IV Workshop: o desempenho do animal infectado comparado ao dos que não são portadores (com ênfase na performance do cavalo no campo), análises econômicas da AIE para as propriedades rurais e modelos matemáticos abordando a influência da mutuca na contaminação dos animais.

"Nós acompanhamos uma tropa de 500, 600 animais durante três anos para ver de que maneira eles se infectavam e para atestar se os positivos morrem mais cedo ou não, tentando implantar algumas regras de manejo", afirma. Segundo a pesquisadora, foi possível concluir que o maior vetor do vírus é o ser humano. "Por meio do manejo inadequado, nós estamos infectando os animais – principalmente pela reutilização de agulhas e seringas. Em um caso como esse, se um dos animais da tropa é positivo, o vírus que está no sangue dele vai entrar em contato com os outros e infectar o resto da tropa".

Como prevenir

Para evitar a transmissão da AIE entre os animais, devemos impedir que eles entrem em contato com o sangue uns dos outros, diz Marcia. Para isso, é preciso usar agulhas e seringas descartáveis, lavar freios, tralhas e bridões com água e sabão após o uso e utilizar apenas esporas rombas e grossas para não ferir a montaria. "É um trabalho que precisa ser constante. A gente pretende continuar os esforços, especialmente no que diz respeito à educação sanitária. Vamos continuar a informar o que é correto", finaliza.

As palestras, apresentações e reuniões do projeto são gratuitas e abertas ao público em geral. Confira mais informações sobre o Workshop:




Serviço

IV Workshop do projeto "Anemia Infecciosa Equina no Pantanal brasileiro: caracterização do agente, diagnóstico molecular, avaliação de práticas de manejo e modelagem quantitativa"

Data: de 27 a 29 de setembro/2016

Locais: Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso (Av. Barão do Rio Branco, 130 - Centro) e Serra Verde Hotel (Rodovia BR 163, km 678 - s/n)


Programação

27 de setembro, terça-feira

Local: Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso

09h-11h – Palestra: "O inquérito soroepidemiológico sobre a Anemia Infecciosa Equina realizado no estado do Mato Grosso" – Marcelo Barros (INDEA – MT) e Daniel Moura de Aguiar (UFMT)

11h-13h – ALMOÇO

13h-15h – Mesa redonda: "Perspectivas para a realização de um inquérito soroepidemiológico sobre Anemia Infecciosa Equina e Mormo no Mato Grosso do Sul". Convidados: Pesquisadores da equipe do projeto, representantes da IAGRO, FAMASUL e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

19h-20h30 – Palestra: "A Resenha dos Equinos" - Adalgiza Souza Carneiro de Rezende (UFMG)

20h30-21h – INTERVALO

21h-22h – Palestra: "O Núcleo de Criação de Cavalos Pantaneiros da Embrapa Pantanal" e divulgação do livro "Cavalo Pantaneiro: Rústico por Natureza" – Sandra Aparecida Santos (Embrapa Pantanal)

28 de setembro, quarta-feira

Local: Serra Verde Hotel

Apresentação das atividades realizadas pela equipe do projeto no período de abril/2015 a setembro/2016, verificação dos resultados previstos e discussão de possibilidades para a continuidade da linha de pesquisa.

08h-09h - Plano de Ação 2: "Caracterização, diagnóstico molecular e análise filogenética do vírus da anemia infecciosa equina (AIE) do Pantanal" – Erna Geessien Kroon (UFMG) e João Pessoa Araujo Jr. (UNESP – Botucatu)

09h-10h - Plano de Ação 3: "Desempenho funcional comparativo de cavalos ´sadios´ versus cavalos ´anêmicos´ no Pantanal" - Sandra Aparecida Santos (Embrapa Pantanal) e Adalgiza Souza Carneiro de Rezende (UFMG)

10h-10h30 – INTERVALO

10h30-11h30 - Plano de Ação 4: "Práticas de manejo para prevenção da transmissão iatrogênica da AIE no Pantanal" – Márcia Furlan Nogueira (Embrapa Pantanal)

11h30-14h – ALMOÇO

14h-15h - Plano de Ação 5: "Uso de epidemiologia matemática e de técnicas de aprendizado de máquina para análise da dinâmica de transmissão da Anemia Infecciosa Equina no Pantanal" – Urbano Gomes Pinto de Abreu (Embrapa Pantanal) e Sônia Ternes (CNPTIA)

15h-16h - Plano de Ação 6: "Comunicação e transferência de tecnologia (TT) sobre anemia infecciosa equina (AIE) para públicos estratégicos" – Thiago Coppola (Embrapa Pantanal) e Sandra Mara Araújo Crispim (Embrapa Pantanal)

16h-16h30 – INTERVALO

16h30-17h30- Plano de Ação Gerencial - Márcia Furlan Nogueira (Embrapa Pantanal)

17h30-18h – Discussão sobre conclusões e perspectivas do projeto.

29 de setembro, quinta-feira

Local: Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso

19h-19h45 – Palestra: "Como a Anemia Infecciosa Equina afeta o desempenho funcional dos equinos no Pantanal" - Adalgiza Souza Carneiro de Rezende (UFMG)

19h45h-20h30 – Palestra: "Quanto custa controlar a AIE?" - Urbano Gomes Pinto de Abreu (Embrapa Pantanal)

20h30-21h15 – Palestra: "Situação atual do mormo no Mato Grosso do Sul" - Kelly Noda Gonçalves (IAGRO)

21h15 – Encerramento e confraternização

Nicoli Dichoff (MTb 3252/SC)
Embrapa Pantanal
pantanal.imprensa@embrapa.br
Telefone: +55 (67) 3234-5957
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
www.embrapa.br/pantanal



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