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segunda-feira, março 16, 2015

João Pedro Stédile em Caracas convocou a América Latina contra o Brasil



A JUSTIFICATIVA PARA O ATAQUE AO BRASIL SEGUNDO ELE É PORQUE A BURGUESIA E EMPRESÁRIOS, QUEREM O "IMPEACHMENT DE DILMA" COMO SE ISSO RESOLVESSE A SITUAÇÃO... E QUE ELES TEM QUE SE UNIR PARA NOS DERROTAR!!!!




Vejam com muita atenção o vídeo !!!!!!!!!!


Um perigo mais que eminente, uma ameaça velada e anunciada, uma convocação aos países ditatoriais para uma guerra contra nossa nação em defesa de um presidente (Dilma) outra ditadora, que segue a risca os planos do Foro de São Paulo, o pior de tudo em nome de cada brasileiro.


Povo brasileiro, não temos muito o que clamar senão pelos defensores da pátria, antes sabíamos desta necessidade para evitar que o comunismo fosse implantado no Brasil, agora nosso clamor urge pela defesa de nossa pátria e povo!!!!


Se nada for feito tomarão nosso país, e nos farão escravos de um sistema e de países que querem nossas riquezas, sangue e trabalho, sim porque teremos que trabalhar não mais para o sustento de nossas famílias, mas sustentar a sede de dinheiro e poder de toda a América Latina.


Senhores Generais, fechem as fronteiras, prendam todos imigrantes que entraram de forma ilegal no Brasil (nigerianos, angolanos, haitianos, cubanos, venezuelanos ou qualquer outro anos....), antes que o pior comece!!!


General Rômulo Bini Pereira: "Vamos à guerra!"




Por Rômulo Bini Pereira - General de Exército R/1 (ex-chefe do Estado-Maior da Defesa)

O Estado de São Paulo (PUBLICADO EM 07/03/2015)

Nos conflitos da humanidade, a pior e mais sangrenta guerra é a entre irmãos. Ela deixa marcas indeléveis que impactam a população dos países onde ocorre. A Guerra da Secessão, nos Estados Unidos, e a Guerra Civil Espanhola bem demonstram os reflexos desses conflitos até os nossos dias. Em nosso país as lutas fratricidas das décadas de 1960 e 1970 deixaram sequelas que impedem uma efetiva reconciliação e ainda perturbam o atual cenário político.


Em manifestações sindicalistas na cidade do Rio de Janeiro o brado de "vamos à guerra!" foi ouvido. Seu autor foi o ex-presidente Lula - para muitos, um ato surpreendente e irresponsável de quem conduziu os destinos deste país por oito anos. Em alto e bom som o ex-presidente pregou a necessidade de uma posição agressiva para salvar a nossa maior empresa, a Petrobrás, que estaria sendo predatoriamente destruída por segmentos políticos oposicionistas. E acresceu os costumeiros e preferidos chavões das esquerdas brasileiras quanto a um possível golpe institucional em andamento, conduzido pela "zelite". Para se equiparar ao seu irmão Nicolás Maduro, da Venezuela, só faltou criticar o "Satã do Norte", os americanos.

Nessa sua defesa ele empenharia o "exército do Stédile", os integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que com manifestações em todo o País poderiam até desestabilizar as instituições democráticas. As duas afirmativas do ex-presidente mais parecem um conto interminável dos que nos governam há mais de 12 anos, ou uma fábula surgida da fértil imaginação deles. O povo brasileiro não quer a destruição da Petrobrás, um símbolo nacional. Ao contrário, quer todos os corruptos que se apossaram da empresa no seu governo e no de sua afilhada, a presidente Dilma Rousseff, julgados e condenados.

Não é compreensível que essas duas lideranças políticas desconhecessem os graves problemas na empresa. Os órgãos governamentais que as poderiam assessorar ou informar a respeito falharam em sua missão ou não foram ouvidos. O "eu não sabia", costumeira declaração desses mandatários, já se tornou um bordão e é motivo de ironias e piadas nas redes sociais.

A segunda proposta do ex-presidente - infeliz e semelhante às de agitadores de rua - é incendiar o País com o "exército do Stédile" em defesa da Petrobrás e da democracia. Não se sabe se é a democracia vigente ou a democracia totalitária preconizada pelo Foro de São Paulo. É uma proposta, no mínimo, preocupante. O MST não é apenas um movimento sindical que luta pela reforma agrária, sua permanente fachada. Ao ler seus manuais doutrinários, confirmados pelas palavras de seus líderes, se conclui que seu objetivo maior é a conquista do poder, se necessário com o uso da força. A revolução e o regime cubanos são os exemplos a ser seguidos por esse movimento.

A recente visita dos líderes dos "campesinos venezuelanos", ligados ao governo de Maduro, bem identifica a postura ideológica das duas organizações, com uma marcante diferença. Os "campesinos" possuem armamentos e são considerados o braço armado do governo venezuelano; o MST, até onde se sabe, não possui armamentos letais.

Em todos os governos da Nova República, as Forças Armadas, particularmente o Exército, foram empregadas em missões de garantia da lei e da ordem. São missões que envolvem riscos significativos, como as da força de pacificação nas favelas cariocas e greves de policias militares. Elas se caracterizam como medidas adotadas para evitar o descrédito e o aviltamento dos órgãos governamentais, principalmente dos Estados. Ano a ano esse emprego vem crescendo, não só em número de ações, mas também na sua vigência, caracterizando-se, como se diz no jargão militar, a ultima ratio regis, expressão latina que evoca o derradeiro argumento dos governantes.

Manifestações de movimentos sociais - tais como as de cunho radical ocorridas em meados de 2013 e agora essa convocação do "exército do Stédile" - são verdadeiros fomentos para um real embate de forças, e não de ideias. Iniciada por essa nova visão sectária do ex-presidente Lula, uma confrontação num ambiente conturbado e acéfalo pelo qual passa o Brasil, sem dúvida, poderá conduzir-nos a situações extremas. Novamente as Forças Armadas serão chamadas a intervir e não poderão deixar de cumprir o que preconiza o artigo 142 da Constituição da República.

Os novos comandantes das Forças, que gozam de alto conceito entre os seus pares e subordinados, certamente não se calarão como seus antecessores que adotaram uma atitude de silêncio obsequioso. Ela nos impingiu a ignominiosa acusação a chefes militares como Castelo Branco, Eduardo Gomes, Maximiano e tantos outros, que tiveram sua vida de integridade e honradez enxovalhada pela Comissão Nacional da Verdade. Não houve sequer uma nota de repúdio desses antigos comandantes.

As Forças Armadas fazem parte da sociedade brasileira, que lhes concedeu o maior índice de credibilidade entre as nossas instituições, superior até ao das religiosas. Elas não podem ser alijadas das grandes decisões nacionais. Suas análises, seus estudos e pareceres deverão ser obrigatoriamente ouvidos e considerados. Quem quer o seu silêncio são as instituições comprometidas com ideologias retrógradas e objetivos nebulosos, como o Fórum de São Paulo. Essa participação não é um ato de indisciplina nem de arroubos golpistas. É um ato democrático de quem preza sobremaneira a paz e a ordem.

Entretanto, vale um alerta. Riscos ao nosso sistema democrático vigente, mesmo os de caráter sub-reptício, vindos de partidos políticos ou de quaisquer outras organizações, serão combatidos. Com base em nossa experiência e sem sermos presunçosos, reafirmamos que nossas Forças Armadas estarão à frente daqueles que enfrentarem as ameaças sem pronunciar bravatas, como essa abominável "vamos à guerra!".

*GENERAL DE EXÉRCITO R/1, FOI CHEFE DO ESTADO-MAIOR DA DEFESA

AÉCIO NEVES: ‘Silêncio de Dilma é sinal de covardia’



Por Josias de Souza 16/03/2015



O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, lamentou que Dilma Rousseff não tenha se pronunciado neste domingo sobre os protestos que a hostilizaram nas ruas do país. “O silêncio da presidente Dilma é um sinal de covardia”, disse ele, numa entrevista que concedeu ao blog na noite passada. “Era hora de olhar no olho das pessoas e fazer um mea-culpa. Os estadistas precisam ter coragem, sobretudo nos momentos mais difíceis.”

Aécio anunciou que organiza para esta terça-feira um encontro com os líderes da oposição e dissidentes governistas. “Precisamos definir qual é a nossa agenda. Faremos isso a partir do que as pessoas estão cobrando. Se o governo não se mexe, agimos nós”, disse.

Na avaliação do senador tucano, Dilma e o PT vivem uma crise mais grave do que aquela que se seguiu à explosão do escândalo do mensalão, em 2005. “Depois de 12 anos de governos do PT, é a primeria vez que eles encontram uma oposição conectada com o sentimento das ruas. Isso é algo que eles não tinham enfrentado ainda.”

Acha que Dilma concluirá o mandato?, perguntou o repórter a certa altura. E Aécio: “É cedo para dizer. De minha parte, tenho tido muita cautela. Por isso decidi nem comparecer às manifestações. Não quis dar margem a nenhum tipo de especulação. Hoje, nossa preocupação é a de construir nesse campo da oposição uma agenda nova para o país.” Vai abaixo a conversa:


— O que achou da reação do governo às manifestações deste domingo?
Achei inacreditável. Estão a anos-luz de distância do que está acontecendo no Brasil. A declaração simplista do ministro Miguel Rossetto de que só adversários do governo foram às ruas mostra um distanciamento da realidade. Eles não conseguem perceber o mau humor crescente da sociedade. É como se ele dissessem: ‘os nossos eleitores estão lá, recebendo o Bolsa Família. Está tudo bem com eles. Isso não vai acabar bem. O ministro José Eduardo Cardozo repete o mesmo discurso da campanha: ‘Ah, vamos lançar um pacote de projetos contra a corrupção’. Como se alguém ainda pudesse acreditar nisso. Fala de reforma política como se fosse uma panaceia. Vem com o discurso hipócrita de acabar com o financiamento privado de campanha.

— Por que acha o discurso hipócrita?
No ano passado, na campanha eleitoral, ninguém recebeu tanto recurso como o PT. No ano anterior, 2013, em que não houve eleições, eles arrecadaram R$ 70 milhões. Nós arrecadamos R$ 2 milhões. De uma hora pra outra eles vêm dizer que isso não faz bem. Estão no poder há 12 anos. Ninguém se beneficiou tanto do financiamento privado quanto eles. Numa hora dessas, os ministros não eram as pessoas mais indicadas para falar.

— Acha que a presidente Dilma deveria se manifestar?
O silêncio da presidente Dilma é um sinal de covardia. Ela perde oportunidades sucessivas. Era hora de olhar no olho das pessoas e fazer um mea culpa. É muita falta de coragem. Os estadistas precisam ter coragem, sobretudo nos momentos mais difíceis.

— O ministro Cardozo disse que o governo busca o diálogo. Inclusive com a oposição. Acha possível?
Não vejo sinceridade nessa manifestação. As palavras precisam ser acompanhadas de atos e gestos. E isso não existe. A manifestação dos ministros continua sendo presunçosa, acima do bem e do mal. Não admitem os próprios equívocos. Como dialogar com uma presidente que vai à televisão para dizer que a culpa pelas medidas que ela está tomando é da crise internacional e da seca? A presidente Dilma zomba da inteligência dos brasileiros.

— O que precisaria acontecer para que a oposição sentasse à mesa com o governo?
Em primeiro lugar, seria preciso que a presidente fizesse um mea culpa. Algo verdadeiro, real, convincente. Não é para convencer a mim. Ela precisa falar para os brasileiros, para os 60% que, segundo o Datafolha, acham que ela mentiu na campanha presidencial. Depois, seria necessário ter uma agenda corajosa, do interesse do país. Não pode ser uma agenda do interesse apenas do PT. O governo não tem essa agenda.

— O governo não tem uma agenda econômica?
Eles não têm agenda nem na área econômica. Esse ajuste fiscal é uma coisa absolutamente tímida, não vai nos levar a lugar nenhum. De um lado, aumenta impostos. De outro, suprime direitos. Não há uma agenda estruturante. Insisto: não vejo sinceridade nessa alegada disposição o diálogo. Não creio que eles queiram uma conversa franca, em favor do país. O que eles querem é criar um ambiente menos desfavorável no momento em que o governo está nas cordas. Sem sinceridade, não temos como participar disso.

— A primeira vez que a presidente Dilma falou em diálogo foi no dia da abertura das urnas do segundo turno. Acha que ela foi insincera já naquele instante?
Na política, o simbolismo tem certa importância. Nesse dia, 20 minutos depois de oficializado o resultado das urnas, liguei para a presidente. Eu a cumprimentei pelo resultado e disse: sua grande tarefa é unir o país. Nessa hora, dei uma sinalização. Ao discursar, ela sequer citou o telefonema. Isso é uma coisa tradicional em qualquer parte do mundo. Teria sido bom para ela. São essas pequenas coisas que denunciam as reais intenções. Ela falou em diálogo no discurso e não dialogou com ninguém. Montou um governo medíocre, repetindo as piores práticas, sem levar em conta a meritocracia, a compatência.

— Por que decidiu não comparecer às manifestações?
Primeiro, preciso dizer que ficamos muito satisfeitos com o fato de ter caído por terra a conversa de que os protestos eram articulados por nós. No dia do primeiro panelaço, eles ensaiaram o discurso de que tudo se resumia a uma reação partidária. A pressão para que eu fosse era enorme. Refleti muito sobre isso. E achei que não deveria passar a impressão de que estávamos nos apropriando de algo que não tinha sido organizado por nós. E não queria validar o discurso do governo de que tudo se resume a um terceiro turno. Ficou muito claro que não foi uma manifestação de partidos políticos. Foi uma iniciativa da sociedade. Os protagonistas não éramos nós.

— Embora a presidente Dilma tenha sido o principal alvo da manifestação, não receia que esse movimento, de aparência apartidária, esconda uma aversão a todos os políticos, como na jornada de 2013?
Ando muito pela rua. É impressionante o que está acontecendo. Posso estar enganado, mas creio que teria sido muito bem recebido nas manifestações. Meu sentimento é esse. Chega um momento que os protestos precisam de lideranças que lhes dêem voz. Esse sentimento de repulsa à presidente e ao governo dela precisa ser canalizado para algumas ações. E quem tem musculatura política somos nós. Digo isso com tranquilidade. Acho que é bom para o Brasil que seja o PSDB, porque todos sabem que não somos incendiários. Imagine se fosse o inverso, com o PT na oposição. O que estaria acontecendo hoje no Brasil? Quem não se lembra doi Fora FHC? Temos que ter todas as cautelas. Mas há uma certa expectativa das pessoas de que exista um canal que expresse esse sentimento. Um movimento desse tamanho não pode ficar por isso mesmo.

— O que muda na estratégia da oposição?
Nesta terça-feira vamos fazer uma avaliação maior. Quero ouvir os principais líderes de oposição. Já liguei para alguns. Gente do PPS, do DEM, PSB, do PDT e até do PMDB. Quero ver de que forma podemos dar um passo à frente

— Qual seria esse passo à frente?
Precisamos definir qual é a nossa agenda. Faremos isso a partir do que as pessoas estão cobrando. Se o governo não se mexe, agimos nós. Vamos construir três ou quatro propostas consensuais. Precisamos vocalizar politicamente essa contestação ao governo. Isso nos revigora.

— Na época do mensalão, havia o mesmo sentimento. E nada mudou. Por que acha que agora será diferente?
Na época do mensalão, avaliávamos que a situação era muito grave. Mas o Lula tinha um pedaço grande do país com ele. Concluímos que não seria bom para o país uma ruptura. Agora, depois de 12 anos de governos do PT, é a primeria vez que eles encontram uma oposição conectada com o sentimento das ruas. Isso é algo que eles não tinham enfrentado ainda.

— Acha que a polarização PT X PSDB vai se manter?
A eleição passada começou com um discurso muito sedutor de terceira via. Foi feito pelo Eduardo Campos e, depois, encampado pela Marina Silva. Dizia-se que estavam todos cansados dessa polarização PSDB-PT. E havia mesmo um certo cansaço. Foi uma boa tentativa, uma estratégia válida. Mas o imponderável fez com que a eleição terminasse mais polarizada do que nunca. O PSDB voltou a ser a alternativa real ao que está aí. Isso ficou até mais forte do que em eleições passadas. Quem olha para o PT e não vê futuro se vira para o nosso lado. Vivemos um momento de reorganização e fortalecimento da oposição em torno do PSDB. Há movimentos nas franjas dos partidos governistas. Alguns envolvem gente que já esteve conosco no ano passado. Gente como o governador Pedro Taques (MT), do PDT. Um pedaço saudável do PP, especialmente o gaúcho, personificado na senadora Ana Amélia. Pedaços do PMDB, como os senadores Ricardo Ferraço (ES) e Luiz Henrique (SC). Há uma robustez maior do nosso campo.

— Dilma Rousseff concluirá o mandato?
É cedo para dizer. De minha parte, tenho tido muita cautela. Por isso decidi nem comparecer às manifestações. Não quis dar margem a nenhum tipo de especulação. Hoje, nossa preocupação é a de construir nesse campo da oposição uma agenda nova para o país. A presidente Dilma se complica sozinha. Hoje, ela é refém do Renan Calheiros e do Eduardo Cunha [presidentes do Senado e da Câmara].

sábado, março 14, 2015

Aécio Neves convoca os brasileiros para irem às ruas no domingo 15, o "dia da democracia"!



Na Folha de SP:

Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) divulgou vídeo nesta sexta (13) em redes sociais conclamando os brasileiros a participarem das manifestações marcadas para domingo (15). O tucano afirma no vídeo que a "rua é do povo" e pede que a população vá ruas "defender o Brasil". "A rua é do povo como o céu é do avião. Portanto, pegue seus amigos, chame sua família e vá para a rua defender a democracia, vá para a rua defender o Brasil", disse Aécio. No vídeo de 25 segundos, divulgado em sua página no Facebook, o senador ainda afirma que o domingo será lembrado no Brasil como o "dia da democracia, em que os brasileiros acordaram e foram para a rua dizer 'chega de tanta corrupção', 'chega de tanta incompetência', 'chega de tanta mentira'".

FORA DILMA! FORA PT! : Cidades participantes Protesto dia 15/03


Confira as cidades que estão confirmadas para os protestos do dia 15/03!

As cidades são confirmadas e atualizadas pelo movimento Vem Pra Rua.net curta a página no Facebook e acompanhe tudo que acontece: https://www.facebook.com/VemPraRuaBrasil.org

LISTA DAS CIDADES CONFIRMADAS

  • Aracaju/SE – 9h30 – Arcos da Orla
  • Araraquara/SP – 15h00 – Parque Infaltil
  • Belo Horizonte/MG – 9h30 – Praça da Liberdade
  • Botucatu/SP – 15h00 – Largo da Catedral Metropolitana de Botucatu
  • Bragança Paulista/SP – 16h00 – Praça Raul Leme (Praça da Igreja Matriz) – Centro
  • Brasília/DF – 9h30 – Museu da República
  • Curitiba/PR – 14h00 – Praça Santos Andrade
  • Curvelo/MG – 10h00 – Praça Central do Brasil
  • Florianópolis/SC – 16h00 – TICEN (Av. Paulo Fontes, 701)
  • Fortaleza/CE – 10h00 – Praça Portugal
  • Goiânia/GO – 14h00 – Praça Tamandaré
  • João Pessoa/PB – 15h00 – Busto de Tamandaré
  • Joinville/SC – 16h00 – Praça da Bandeira
  • Juiz de Fora/MG – 10h00 – Parque Halfeld
  • Jundiaí/SP – 9h30 – Av. 9 de Julho
  • Porto Alegre/RS – 14h00 – Parcão
  • Presidente Prudente/SP – 09h00 – Parque do Povo (Próximo ao colégio Poliedro)
  • Presidente Prudente/SP – 9h00 – Parque do Povo
  • Recife/PE – 9h30 – Av. Boa Viagem (em frente a Padaria Boa Viagem)
  • Salvador/BA – 16h00 – Farol da Barra
  • São Carlos/SP – 10h00 – Praça do Mercado (R. Comendador Alfredo Maffei, 2522)
  • São Luiz/MA – 15h00 – Av. Litorânea
  • São Paulo/SP – 14h00 – Metrô Trianon MASP (Av. Paulista, 1.370)
  • Sete Lagoas/MG – 16h00 – Lagoa Paulino
  • Teresina/PI – 16h00 – Av. Marechal Castelo Branco (em frente a Alepi)
  • Uberaba/MG – 16h00 – Calçadão de Uberaba
  • Uberlândia/MG – 9h30 – Praça Tubal Vilela

LISTA DAS CIDADES NÃO CONFIRMADAS

(Estas cidades não possuem representantes do Vem Pra Rua, mas sabemos que estão se manifestando nestes locais e horários)
  • Anápolis/GO – 14h – Praça Dom Emanuel
  • Ariquemes/RO – 15h – Praça da Vitória (Av. Jamari)
  • Artur Nogueira/SP – 16h – Praça do Coreto – Av. Fernando Arena, esquina com a Rua Duque de Caxias.
  • Barreirinhas/MA – 15h – PRAÇA DO TRABALHADOR
  • Belém/PA – 9h – Praça da República
  • Bento Gonçalves/RS – 16h – Na frente da Prefeitura
  • Birigui/SP – 9h – Praça Central da cidade: Doutor Gama
  • Bragança Paulista/SP – 16h – Praça Raul Leme
  • Cáceres/MT – 15h – Serraria Cáceres até a Praça Barão do Rio Branco
  • Cachoeira do Sul/RS – 16h – Praça da Matriz
  • Caldas Novas/GO – 14h – Praça Central
  • Capinópolis/MG – 9h30 – UTC-03
  • Capivari/SP – 16h – Praça Central
  • Cascavel/PR – 15h – Em frente à Igreja Matriz
  • Cianorte/PR – 15h – Prefeitura de Cianorte
  • Cidade de Goiás/GO – 14h – Praça dos Eventos
  • Criciuma/SC – 9h – Parque das Nações
  • Dois Vizinhos/PR – 14h – Praça da Igreja Santo Antonio
  • Dourados/MS – 14h – Praça Antônio João
  • Fernandópolis/SP – 9h – Praça da Matriz
  • Florianópolis/SC – 16h00 – TICEN (Av. Paulo Fontes, 701)
  • Governador Valadares/MG – 16h – Praça dos Pioneiros
  • Guarapuava/PR – 14h – Praça Cleve
  • Itatiba/SP – 14h – Praça das Bandeiras
  • Jataí/GO – 14h – Câmara dos Vereadores
  • Jundiaí/SP – 9h30 – Av. 9 de Julho
  • Lages/SC – 10h – Estatua Correia Pinto
  • Limeira/SP – 9h30 – Praça Toledo Barros (Rua Doutor Trajano Barros de Camargo, 13480 )
  • Linhares/ES – 16h – Atrás da TV Norte
  • Londrina/PR – 13h – Zerão
  • Londrina/PR – 15h – Em frente ao colégio Vicente Rijo (Av. Jk com Av. Higienópolis)
  • Macaé/RJ – 16h – Paróquia Nossa Senhora da Glória, Cavaleiros
  • Manaus/AM – 9h30 – Av. Eduardo Ribeiro, em Frente à Feirinha
  • Manaus/AM – 14h – POSTO 300 (Av. Djama Batista)
  • Monitividiu/GO – 14h – Praça das Mães
  • Natal/RN – 15h – Avenida Roberto Freire
  • Paraisopolis/MG – 14h – Praça do Centro
  • Petrópolis/RJ – 16h – Praça D.Pedro II , Centro
  • Piracanjuba/GO – 14h – Praça do Relógio
  • Ribeirão Preto/SP – 9h30 – Teatro Pedro II (Rua Álvares Cabral, 370)
  • Rio Branco/AC – 14h – Palácio do Governo
  • Rio Verde/GO – 14h – Praça Matriz
  • Rondonópolis/MT – 16h – Em frente ao Rondon Plaza Shopping
  • Santo Antônio de Jesus/BA – 9h30 – Praça Dr. Renato Machado, Centro
  • São João Del Rei/MG – 16h30 – Praça da Estação Ferroviária – Centro
  • São José dos Campos/SP – 15h – Praça Afonso Pena
  • Sertãozinho/SP – 9h – Praça 21 de Abril
  • Torres/RS – 9h30 – Praça XV de Novembro, Centro
  • Uruguaiana/RS – 14h – Praça do Barão do Rio Branco
  • Vitória/ES – 16h – Sede da Petrobras
  • Vitória/ES – 16h – Praça do Papa
  • Vitória/ES – 15h – Em frente a UFES
  • Volta Redonda/RJ – 9h – Praça Brasil

Robson Merola de Campos: Movimento Cívico de 15 Mar 2015







Logo após o resultado do segundo turno escrevi um pequeno artigo sobre o perigo da divisão do Brasil entre "nós" e "eles", "pobres" e "remediados" (e digo remediados, me referindo à classe média, pois, para os abastados sempre se pode pegar um vôo para Miami), "eleitor do nordeste" e "eleitor do sul", que foi um dos temas principais da campanha vitoriosa à Presidência da República.

Vendo os pronunciamentos do ex-presidente Lula, convocando o "exército do Stedile" (líder do MST) para uma "guerra", e depois, assistindo um vídeo onde este senhor discursa em evento realizado em 05/03/2015 em Caracas, ao lado do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, fazendo referências ao clamor pelo impeachment da Presidente Dilma e dizendo que o continente sul-americano deve se unir contra a "burguesia" (entre outras assertivas) fica difícil imaginar que se tratava de pura retórica por parte do ex-presidente.

A questão é que sempre que se fala em guerra pressupõe-se a existência de um inimigo que deve ser combatido e levado à derrota por quaisquer meios ao alcance de quem o combate. No caso presente, quem seria o inimigo a ser derrotado pelas "hordas" de João Pedro Stedile citadas pelo ex-presidente Lula? Não se trata de inimigo externo, pois, o próprio Stedile esteve em Caracas e pediu apoio para combater aqueles que pedem o impeachment da Presidente Dilma e que ele classificou como "burgueses". Se se quer combater o povo que pede o impeachment, o ex-presidente está falando de guerra fratricida, onde irmão combate irmão, vizinho combate vizinho, cidade combate cidade. A última vez que se teve notícia de conflito similar no Brasil ocorreu nos idos de 1932 com a Revolução Constitucionalista deflagrada por São Paulo. Em três curtos meses de combates, estima-se que cerca de dois mil brasileiros perderam a vida...

Esta semana surgiu inteligentemente a figura retórica do terceiro turno citada pela Presidente Dilma e por seu Ministro da Casa Civil Aloísio Mercadante, entre outros. Afirmam que quem pede o impeachment é quem foi derrotado nas urnas em eleições legítimas realizadas no final do ano passado. Ora, o povo brasileiro não concorreu. E é significativa parcela do povo brasileiro, que, acertadamente ou não, com fundamento jurídico ou não, que, cansado dos escândalos diários, cansado das mentiras repetidas em bordão inúmeras vezes por quem nos comanda ("eu não sabia de nada"), ou pelo menos por quem deveria ter autoridade para nos comandar, é quem está pedindo o impeachment. E nem vamos aqui repetir as dúvidas que qualquer pessoa esclarecida tem sobre a lisura de um processo eleitoral eletrônico que não permite a recontagem e conferência dos votos. Quer saber mais? Pesquise no Google sobre Içara – SC e a tentativa frustrada de recontar votos de uma urna eletrônica. A situação atual me lembra a parábola do sapo: jogue um sapo em uma panela de água fervente e ele pulará imediatamente. Mas, coloque o sapo em uma panela e vá aquecendo a água lentamente até a fervura e ele morrerá cozido sem reagir...

Muitos irão às ruas no próximo dia 15/03/2015 para pedir o impeachment da Presidente. Outros vão pedir uma intervenção militar. Mas, a grande maioria vai mesmo é para declarar a sua insatisfação com o atual estado de coisas. É para falar que do jeito que está não dá mais para ficar. Não se pode mais conviver com tantos escândalos assim no país. Não há quem agüente. Não há quem suporte. Não há quem tolere mais essa situação, onde a mentira se institucionalizou no Brasil. E, lá em cima, na cúpula política, eles continuam rindo e debochando do povo entre goles de Romanée Conti, comprado a R$ 8 mil a garrafa...

É evidente que o ex-presidente Lula e sua afilhada, atual Presidente da República, bem como seus principais assessores, sabem que o Brasil está dividido e prestes a explodir. Eles querem isso. Mais: eles contam com isso. O Brasil ainda não explodiu devido à nossa natureza conciliadora e pacata. Somos as ovelhas do rebanho. E inteligentemente, o PT que ocupa o Planalto há mais de uma década tem movido todos os seus recursos, legais e ilegais (basta recordar-se o famigerado "Mensalão") para aparelhar o estado e manter-se indefinidamente no poder. Para isso, fizeram um cuidadoso trabalho de reescrever nosso passado recente, contando apenas um lado da história. Assim, terroristas que mataram, assaltaram, explodiram bombas visando única e exclusivamente implantar uma ditadura comunista no Brasil tornaram-se lutadores imaculados pela liberdade do povo brasileiro. Militares foram execrados e são olhados com desconfiança por grande parcela de nossos jovens que desconhecem os dois lados da história. Já dizia Rui Barbosa: "uma nação que confia em seus direitos em vez de confiar em seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda".

Houve excessos do lado dos militares? Claro que sim. Mas, tais excessos também ocorreram do lado dos guerrilheiros comunistas, que hoje estão à frente do poder no Brasil. Sim, vou repetir: comunistas. Era isso que eram. E é isso que continuam sendo. Mas, na torpe maneira de reescrever nossa história recente apaga-se um lado em benefício do outro. Se, no processo, for preciso mentir, ludibriar ou ocultar fatos é de somenos importância. O importante mesmo é perpetuar-se no poder.

O risco de uma verdadeira guerra no Brasil, interna, fratricida, cruel, sangrenta e prolongada é real. Pode ser que não seja imediata, mas, no atual andar da carruagem parece inevitável. Quem a pede seja do lado do PT (com o exército do Stedile, apoiado por militares venezuelanos e cubanos, infiltrados no Brasil ou prontos para aqui invadir, a pedido/comando de quem ocupa/ocupou o Planalto) seja do lado daqueles que bradam por uma intervenção militar não sabem nem de longe o sofrimento que é uma guerra fratricida. Não conseguem visualizar o futuro sangrento de um país em guerra interna. Mas, é bom lembrar: se não fosse a decisão de combater Hitler e o nazismo que culminou na mais sangrenta guerra da qual se tem notícia, com estimados 60 milhões de mortos, entre pessoal civil e militar, hoje, você caro leitor estaria falando alemão, vivendo sob um dos regimes mais tirânicos e cruéis que o mundo já viu, morando em uma cidade sem negros, pardos, judeus, ciganos, aleijados, incapazes ou qualquer outra pessoa que não comungasse com os ideais nazistas. Conclusão: guerra é acontecimento que deve ser evitado a todo custo, mas, chega um ponto quando não dá mais simplesmente para fechar os olhos e fingir que as coisas estão indo às mil maravilhas...

No próximo dia 15/03 eu irei para a rua e levarei meu filho de oito anos comigo. Quero mostrar-lhe que democrática e pacificamente um povo, se quiser, pode alterar o seu destino. Espero, confio em Deus que as vozes da insensatez se calem e dêem ouvidos à razão. Que a democracia, a verdade e a justiça prevaleçam. Mas, estou também preparado e vigilante. Lembro de uma frase, cujo autor me escapa, que diz: "o verdadeiro soldado não luta porque odeia o que está à sua frente, mas, sim, porque ama o que está atrás dele". Não é com alegria que escrevo essas linhas. Meu coração está sombrio. Não quero e não desejo uma guerra no meu país. Mas, não me submeterei à mentira. Não me submeterei à ameaça e ao medo. Não me submeterei a quem espolia o Brasil. Não me submeterei a quem, vestido de ovelha tem se revelado lobo. Chega de ignomínia! Basta de corrupção!

Brasil! Acima de tudo!"

Arnaldo Jabor: "Povo brasileiro chegou o momento das manifestações legítimas e de exigirmos à saída dessa mulher que se chama Dilma Roussef e que atrasou o pais em mais de 50 anos"



Avante Povo Brasileiro




Por Arnaldo Jabor


Estamos caminhando para o fundo do poço. Começa a acontecer no Brasil algumas pequenas manifestações legítimas do povo....Com as redes sociais a propagação de ideias está tomando um rumo contra o atual governo da "presidenta" Dilma de forma incontrolável...


Eu, Arnaldo Jabor venho sofrendo ameaças de forma não mais velada...mas clara....Mas, como jornalista independente que sou, não me furtarei a falar a verdade...a externar o sentimento do povo, mesmo que isto custe um preço alto...


Afinal de contas estamos precisando no Brasil de Militares corajosos...médicos corajosos....Jornalistas corajosos.....Padres corajosos.. Pastores corajosos....Médiuns corajosos...cidadãos corajosos....todos nesse momento crucial do país. Todos têm que dar sua forma de colaboração contra um sistema de governo que escraviza o capital trabalhador em detrimento do capital externo...


Não tenho e não terei medo de morrer....Meu pai Carlos Jabor já dizia: "MORRA PELA VERDADE, MAS NÃO VIVA PELA MENTIRA!


Povo brasileiro chegou o momento das manifestações legítimas e de exigirmos à saída dessa mulher que se chama Dilma Roussef e que atrasou o pais em mais de 50 anos....


Contem comigo....contem com meus filhos Kátia e Arnaldinho... Contem com minha esposa.....


Avante povo brasileiro...



Arnaldo Jabor é Jornalista e Cineasta.

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