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quinta-feira, julho 17, 2014

AÉCIO promete LIBERTAR os MÉDICOS ESCRAVOS CUBANOS






O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, fez, entendo, a coisa certa nesta quarta ao afirmar que o programa “Mais Médicos” continua — e nunca ninguém pediu que acabasse, é bom que fique claro —, mas que não aceitará as imposições do governo cubano. Segundo os contratos hoje em vigor, os médicos oriundos da ilha recebem apenas de 25% a 30% do que custam aos cofres públicos: R$ 10 mil. O resto vai parar na ditadura de Fidel Castro. Transformou-se uma fonte de renda. Estimam-se em 11.400 os médicos cubanos que atuam no programa no Brasil. Cuba recebe mais ou menos R$ 79,8 milhões por mês — ou R$ 957,6 milhões por ano. Em suma, a exportação de carne humana rende à tirania dos irmãos Castro quase R$ 1 bilhão. Não custa desconfiar: como a ilha não é, assim, um exemplo de transparência, em tese ao menos, o dinheiro que vai pode voltar, não é mesmo? Em ano eleitoral, pode ser a chamada mão na roda — ou no cofre. 

É claro que, se eleito, Aécio não vai conseguir mudar o contrato da noite para o dia. O importante é começar a rever essa imoralidade. Ele também prometeu que vai criar as condições para que os médicos estrangeiros façam o “Revalida”, o exame que permite a quem tem formação fora do país clinicar em terras nativas. Que fique claro: o programa hoje em vigor poderia ser chamado “Mais Submédicos”. Os profissionais são autorizados a trabalhar só ali e, em razão de não terem o “Revalida”, estão proibidos de executar uma série de procedimentos. Dilma falando certa feita sobre o Mais Médicos refletiu, com a profundidade característica: as pessoas precisam de médicos que as apalpem. Então tá. Eu acho que pobres e ricos precisam de médicos que possam fazer o diagnóstico de suas doenças. 

Sim, quem quer que venha a assumir o governo terá uma bela herança maldita na área da saúde, que não se resolve com apalpadelas. Entre 2002, último ano do governo FHC, e 2005, terceiro ano já do governo Lula, o número total de leitos hospitalares havia sofrido uma redução de 5,9%. Era, atenção!, O MAIS BAIXO EM TRINTA ANOS! Números fornecidos pelo PSDB? Não! Por outra sigla: o IBGE. Em 2002, havia 2,7 leitos por mil habitantes. Em 2005, havia caído para 2,4. “Ah, Reinaldo, de 2005 para cá, algo deve ter mudado, né?” Sim, mudou muito! 

O quadro piorou enormemente: a taxa, em 2012, era de 2,3 — caiu ainda mais. E caiu não só porque aumentou a população, mas porque houve efetiva redução do número de leitos púbicos e privados disponíveis: só entre 2007 e 2012, caíram de 453.724 para 448.954 (4.770 a menos). Ou por outra: entre 2002 e 2012, o número leitos hospitalares por mil habitantes teve uma redução de 15%. Entre 2008 e 2013, foram fechados 284 hospitais privados. Segundo o Conselho Federal de Medicina, entre 2005 e 2012, fecharam-se 41.713 leitos do SUS. Isso sob as barbas do grupo político que vai repassar quase R$ 1 bilhão a Cuba por ano. 

Isso tem de mudar, com Aécio, Dilma Rousseff ou Eduardo Campos na Presidência. Segundo a lógica, se ela vencer, fica como está porque o que se tem também é obra sua. Campos, até agora, não se pronunciou, mas deve pensar algo a respeito. Aécio está dizendo que, se eleito, assim não fica.
Texto publicado originalmente às 21h05 desta quarta


Por Reinaldo Azevedo





Vamos rever regras com governo cubano, diz Aécio sobre Mais Médicos


Tucano promete manter programa federal, mas não admite contrato diferenciado para cubanos, que são 11 mil dos 14 mil profissionais

O senador Aécio Neves (MG), candidato à Presidência pelo PSDB, disse nesta quarta-feira, 16, que um eventual governo tucano não submeterá o programa Mais Médicos do governo federal às regras impostas por Cuba, país que mais “exporta” profissionais para a iniciativa.

“Temos que rever esse acordo. Por que nós é que temos que concordar com o governo cubano?”, perguntou o tucano durante sabatina organizada pelo jornal Folha de S.Paulo, pelo portal UOL, pelo SBT e pela rádio Jovem Pan. “Nós vamos manter o Mais Médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os médicos. Mas não vamos aceitar as regras do governo cubano”, disse o senador.

O candidato não explicou, porém, como manteria o programa no caso de rompimento da parceria com Cuba. São do país socialista 11mil dos 14 mil profissionais que atuam no Brasil. O contrato deles é diferenciado em relação aos profissionais de outras nacionalidades.

Para os médicos cubanos são repassados apenas US$ 1.245 – cerca de R$ 2.800 do salário de R$ 10 mil pago pelo programa federal. O restante do vencimento fica com o governo cubano.

Em outras ocasiões, Aécio já havia feito críticas ao formato do Mais Médicos – que é considerado pelo PT uma das vitrines da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff – e sinalizado que promoveria mudanças. As declarações desta quarta, contudo, foram as mais enfáticas até agora.

Aliados do tucano argumentam que o modelo atual tem um forte viés ideológico e que existe no mercado internacional e nacional oferta suficiente para suprir os médicos cubanos caso o governo do presidente Raúl Castro decida romper o acordo e convocar seus profissionais de volta.

A avaliação do estafe aecista com base em pesquisas internas é que o Mais Médicos é uma “ferramenta de marketing” que foi bem utilizada pelo PT. Como o programa federal é bem avaliado, a decisão foi defender sua manutenção, com ressalvas.

Solução testada
A avaliação entre os petistas é que Aécio está blefando ao dizer que manteria o programa, mas revisaria os contratos. “Na prática, mais uma vez, o candidato do PSDB não conseguiu esconder que quer acabar com o atendimento a 50 milhões de brasileiros, incluindo 7 milhões de paulistas, que antes não tinham médicos e que, graças ao programa Mais Médicos, passaram a ter atendimento básico perto de casa”, disse o ex-ministro da Saúde e candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha.

O programa foi lançado durante a gestão do petista no ministério. “Agora que temos uma solução testada e aprovada por milhões de brasileiros, eles querem mudar a proposta para inviabilizar o programa. Além disso, o Mais Médicos é lei. Ele nasceu de uma demanda de prefeitos de todos os partidos, inclusive do PSDB.”

O deputado federal e médico de formação Cândido Vaccarezza (PT) reforçou a crítica do partido à declaração de Aécio. “Se ele romper o contrato que existe hoje (com o governo cubano), o programa acaba”, afirmou.

Fonte: Estadão

ESQUERDA CAVIAR: O PeTista e bisexual José de Abreu tira férias e se muda para Paris

POR QUE ELE NÃO VAI PARA A VENEZUELA OU PARA CUBA?


Da Coluna da PeTista Mônica Bergamo na Folha

Após separação da mulher, José de Abreu tira férias e se muda para Paris

Recém-separado, José de Abreu vai tirar um ano sabático e se mudar para Paris, onde pretende ficar um ano estudando francês e os impressionistas. "Depois de dez anos de casado, foi um choque. Vou me recuperar em um cenário lindo", diz o ator, que vai morar no charmoso Marais. Ele embarca em setembro, quando acaba "O Rebu", após ter renovado com a Globo por mais quatro anos.

Até o fim do ano, o ator ainda vai ficar no vaivém em razão de compromissos. E deve retornar também para votar nas eleições.

RECORDAR É VIVER: EBC contrata namorada de Franklin Martins, que já foi sócia da namorada de José Dirceu. Tudo pelo menor preço.

Deu no BLOG DO CORONEL em 11 de ABRIL de 2012

Uma empresa da namorada do jornalista Franklin Martins, ex-ministro da Comunicação Social, assinou em fevereiro com a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) o maior contrato já firmado pela estatal com uma produtora em quase cinco anos de existência. Franklin, que foi um dos responsáveis pela criação da estatal em 2007, ainda tem influência política na EBC, vinculada à pasta da Comunicação Social. O atual diretor-presidente, Nelson Breve, contou com a indicação do ex-ministro. 

A BSB Serviços Cine Vídeo Ltda., da pernambucana Mônica Monteiro, 41, receberá R$ 2,39 milhões até outubro deste ano para produzir a série "Nova África", veiculada pela TV Brasil. O programa prevê a produção de reportagens sobre a atualidade de países africanos. Cada um dos 26 episódios, de meia hora de duração, custará R$ 92 mil. A Cine Vídeo existe desde 2004, trabalhando com o setor privado. Seus trabalhos subcontratados pela União eram na área de publicidade. O negócio com a EBC é o primeiro contrato direto com o governo para produção de um programa de TV. O valor desse novo contrato representa mais que a soma de tudo que a Cine Vídeo recebeu, como subcontratada, do governo federal no segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2007-2010). O próprio Franklin vem trabalhando com a empresa da namorada, mas, segundo ele diz, em um projeto que não tem nada a ver com os programas para o "Nova África".



Mônica e o ex-ministro estão percorrendo países da África, na produção de uma série de entrevistas com presidentes do continente -que não têm relação com o "Nova África". Franklin é o responsável pelas entrevistas. De Moçambique, por telefone, o ex-ministro negou irregularidade ou conflito de interesses na contratação da Cine Vídeo pela EBC. Franklin e Mônica estão juntos pelo menos desde meados de 2010, quando ainda era ministro. Na época, a Cine Vídeo era subcontratada por agências que tinham contrato com a secretaria do ex-ministro. Pouco depois do início da relação, a EBC lançou o edital de um concurso, em outubro de 2010, para a escolha da empresa que produziria a segunda temporada do "Nova África". Franklin Martins só deixou o ministério em dezembro daquele ano, com o final do governo Lula.

A Cine Vídeo ganhou, mas a empresa Baboon Produções, responsável pela primeira temporada do programa, apontou suspeita de favorecimento. Entre os problemas, o fato de a proposta da Cine Vídeo ter sido aberta antes da sessão de julgamento. De acordo com a EBC, isso aconteceu devido a uma goteira que molhou o envelope da empresa, obrigando a sua abertura. O departamento jurídico da estatal, então, decidiu sugerir, em março de 2011, a anulação do concurso, de forma a evitar "questionamentos que incidam sobre a parcialidade do resultado". Cinco meses depois, em agosto passado, o edital foi relançado, e a BSB Cine Vídeo foi de novo a vencedora. 

Além da relação com Franklin, Mônica é amiga e foi sócia de Evanise Santos, namorada do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado pela Procuradoria-Geral da República de ser o chefe do esquema do mensalão. Elas chegaram a ser sócias, entre 2008 e 2009, em uma empresa chamada Valore Moçambique Limitada.(Folha de São Paulo)

Observação: a Baboon pertence ao blogueiro progressista Luiz Carlos Azenha. Quem disse que rato não come rato?

ESCÂNDALO: Mulher de Franklin Martins recebeu R$ 6 milhões do governo


Só um milhão? Muito pouco…

Segundo reportagem na Folha, a mulher de Franklin Martins já embolsou R$ 6 milhões do governo por serviços prestados. Mônica Monteiro é sócia majoritária da Cine Group, empresa que ganhou pouco mais de R$ 30 mil em 2004, ano em que foi registrada no DF. Ano passado, embolsou R$ 1,2 milhão. Em dez anos, foram R$ 6 milhões, prestando serviços para a Presidência e ministérios.
Os pronunciamentos eleitoreiros da presidente Dilma, por exemplo, tiveram sua empresa subcontratada. O maior contrato, de R$ 2,3 milhões, foi firmado com a EBC, estatal que teve o próprio Franklin Martins como um dos principais criadores. É a dona da TV Brasil, mais conhecida como “TV traço”, pois não tem audiência alguma. Mas, como fica claro, a audiência não é o principal negócio da emissora estatal…
Franklin Martins, aquele que dorme e acorda pensando em como destruir o grupo Globo, seu ex-patrão, disse que teve influência “zero” nos contratos da Cine Group com o governo. A empresa também afirma que o relacionamento entre Mônica e Franklin não teve nenhum peso nos contratos.
Eu acredito! Assim como acredito que Lula nada sabia sobre o mensalão. Como acredito que José Dirceu está na Papuda por que foi vítima da perseguição da “elite branca” comandada por Joaquim Barbosa. Como acredito que o PT adora a democracia. Como acredito no Saci Pererê, no Coelho da Páscoa e em Papai Noel…

ESCÂNDALO: DIRCEU aconselha DILMA e viaja de jatinho para São Paulo


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República não sabe como administrar o mal estar interno causado pela revelação, ainda circunscrita ao fechado meio militar, de que a Presidenta Dilma Rousseff fez pelo menos um telefonema de “consulta pessoal sobre questões políticas de campanha” a José Dirceu de Oliveira e Silva. Não se sabe se o contato de Dilma com Dirceu aconteceu quando ele estava “hospedado” no Centro de Progressão Penitenciária do Distrito Federal ou quando o petista atuava no escritório do advogado José Gerardo Grossi, no setor bancário Sul de Brasília. Generais irados comentam, no silêncio obsequioso da caserna, tal episódio.

A Vara de Execuções Penais, no Distrito Federal, também pode ser acionada para investigar a denúncia (ainda não confirmada oficialmente) de que o reeducando José Dirceu, condenado a prisão em regime semiaberto, fez uma recente viajem a São Paulo, em jatinho fretado, durante o horário em que deveria estar prestando serviços, durante o dia, como “organizador da biblioteca” de um escritório de advocacia. Se for confirmado, o incidente desmoraliza o cumprimento de pena com a regalia legal. Dirceu passou 230 dias preso em regime fechado.

Além do cerco ao eterno líder Dirceu, a petralhada se prepara para aguentar o tranco, em plena campanha reeleitoral, das novas broncas geradas pela Operação Lava Jato e pela CPI mista da Petrobras (que começa a se transformar em uma pizza indigesta). A base aliada não sabe até quando conseguirá impedir que seja aprovada a quebra de sigilo de grandes empreiteiras que têm negócios bilionários com a Petrobras. Odebrecht, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, grandes financiadoras de campanhas, acionam seus lobistas para tentar postergar o que parece inevitável.

No processo de Lava Jato, o cerco também se fecha. O procurador regional da República, Orlando Martelo, e o procurador da República Andrey Borges de Mendonça, solicitaram à 13ª Vara Criminal da Justiça Federal, em Curitiba, o prolongamento da instrução criminal. Martelo e Mendonça justificam o pedido pela “extensão e complexidade da investigação, que apura inúmeros crimes financeiros milionários, inclusive com envolvimento de diversas empresas de fachada e offshores”.

A tendência é que o juiz Sérgio Moro aceite o pedido dos procuradores. A Lava Jato atinge pelo menos quatro grandes núcleos de organização criminosa, tanto que foram expedidos 105 mandados de busca e apreensão, 27 mandados de condução coercitiva e 31 mandados de prisão. A CPI mista da Petrobras também deve convidar para depor, no Congresso, o juiz Moro e os procuradores Martelo e Mendonça. Quando a Lava Jato e a CPI se misturarem, a petralhada sabe que a casa vai desabar.

A CPI mista da Petrobras aprovou ontem requerimentos de quebra de sigilo fiscal, bancário e telefônico do ex-diretor Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, presos na Operação Lava-Jato da Polícia Federal. Foram aprovadas também as quebras de sigilos das empresas ligadas aos dois, como a MO Consultoria, GFD Investimentos e Costa Global. Foi pedida a quebra de sigilos e aprovada a convocação de Humberto Mesquita e Márcio Lewkowicz, genros do ex-diretor. A CPI pode aprovar a convocação dos ex-diretores da Petrobras Renato de Souza Duque, Guilherme Estrella e Ildo Sauer, além do representante dos empregados no Conselho de Administração, Silvio Sinedino. Os parlamentares governistas esvaziaram a sessão para impedir a aprovação.

Fonte: Alerta Total

PETRALHAS: PT apresenta a segunda parte do GOLPE para o BOLIVARIANISMO


Governo quer fundo para bancar conselhos


O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou ontem que o governo discute a publicação de um novo decreto presidencial para criar um fundo que vai custear o funcionamento dos conselhos populares. A medida está sendo analisada após o polêmico decreto da presidente Dilma Rousseff que estabelece a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social.

“Estamos trabalhando na ideia de um Fundo Financeiro da Participação Social. Vamos fazer também por decreto, a presidente Dilma pode fazer isso”, disse Carvalho, que se reuniu com representantes do Conselho Nacional de Saúde (CNS), instância máxima de deliberação do Sistema Único de Saúde.

Editado em 23 de maio, o decreto 8.243, de 22 artigos, orienta a instituição no governo de um complexo sistema de consulta à sociedade civil na elaboração de políticas públicas. O texto diz que a meta é “consolidar a participação social como método de governo”.

A determinação gerou críticas entre juristas, na oposição e até entre representantes da base aliada ao governo federal. Houve reação no Congresso. A Câmara aprovou anteontem, com 294 votos a favor e 54 votos contra, o regime de urgência para o decreto legislativo que susta o decreto presidencial.

Projeto de lei
Na reunião com representantes do CNS, o ministro também defendeu a elaboração de um projeto de lei, a ser enviado para discussão no Congresso, no qual seriam inseridos tópicos que não puderam inicialmente ser tratados por meio do decreto presidencial.

“Esse projeto de lei deverá abordar questões que o decreto não tem como abordar. Por exemplo, o papel deliberativo ou consultivo dos conselhos… bela discussão para se fazer em um projeto de lei porque num decreto não podia mudar isso”, afirmou Carvalho. Outro tema que pode entrar na proposta é a definição dos critérios de escolha dos conselheiros.

Após o encontro, o ministro, porém, não deu detalhes sobre o projeto de lei nem como o fundo seria financiado. Segundo ele, ainda não há data definida para as propostas saírem do papel. A divulgação estaria dependendo da votação no Congresso do decreto legislativo.

“Isso vai depender, naturalmente, do destino do decreto no parlamento. Temos agora que esperar um pouco. Fundamentalmente, (o fundo) custearia passagens e infraestrutura mínima”, disse o ministro.

O Estado pediu mais esclarecimentos à Secretaria-Geral da Presidência sobre as propostas, mas não obteve resposta ao pedido de entrevista.

Mobilização
Na reunião com representantes do CNS, Carvalho aproveitou para pedir uma “mobilização” dos integrantes do conselho contra o decreto legislativo que tramita no Congresso. A aprovação do regime de urgência contou com o apoio da maioria dos partidos da base aliada, com exceção do PT e do PC do B.

Integrantes da bancada do PT, no entanto, recorreram a artifícios regimentais e impediram o avanço da discussão.

“É provável que no dia 5 de agosto volte à pauta o debate do decreto no Congresso Nacional. Se fosse votado ontem (anteontem) teríamos uma fragorosa derrota, portanto, queria deixar para vocês o desafio de uma ação porque o governo sozinho não vai conseguir segurar isso, ficou provado ontem. Fica esse desafio para que vocês pensem em forma de mobilização”, afirmou o ministro.

Presente na reunião, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, não comentou a criação de um Fundo da Participação Social, mas também cobrou um posicionamento público a favor do decreto por parte do CNS e defendeu o decreto da Política Nacional de Participação Social. “Talvez para nós da Saúde não fosse tão decisivo, mas será fundamental na medida que terá o comitê governamental que vai permitir para a gente articular políticas intersetoriais”, disse.

A discussão da iniciativa do Palácio do Planalto de institucionalizar a consulta popular à sociedade civil também traz à baila o debate sobre estruturas semelhantes já existentes.

Atualmente, o governo federal conta com 35 conselhos que, muita vezes, enfrentam uma realidade de falta de transparência, reuniões pouco produtivas e critérios questionáveis na escolha de seus representantes. Esses 35 conselhos são bancados pelos ministérios aos quais estão vinculados.

Do total de conselhos em atividade, quase a metade (14) foi criado durante os dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Outros sete foram criados na gestão Fernando Henrique Cardoso e nenhum no governo Dilma.

Fonte: Estadão

quarta-feira, julho 16, 2014

GOLPE DO PT: Dilma quer o controle das POLÍCIAS (PMs) dos estados! Isso é preocupante!


Dilma quer o controle dos SISTEMAS de segurança dos estados! Isso é preocupante.


Isso é preocupante. Governo do PT defende intervenção maior do governo federal na segurança pública dos estados.

A entrevista de Dilma foi extremamente relevante, principalmente por revelar mais um pouco da sanha intervencionista da esquerda brasileira. Em meio ao frenesi da Copa do Mundo as declarações passaram despercebidas, mas estamos alertas.

Segundo o que foi publicado pela CNN na semana passada (10/07), a presidente Dilma Rousseff deseja que os estados tenham menos controle sobre os sistemas de segurança pública. A presidente Dilma, que já comanda a Força Nacional, a polícia federal e as Forças Armadas, em sua fala à rede internacional afirmou que serão necessárias mudanças na Constituição Federal para que as polícias estaduais estejam mais subordinadas ao Palácio do Planalto.

A Presidente, como sempre, falou de seu passado e das torturas que teria sofrido durante o regime militar. A reporter da CNN disse que a poícia brasileira ainda pratica tortura, Dilma respondeu que acabar com isso é um dos maiores desafios. Dilma disse ainda que ha muitos prisioneiros em condições desumanas.

Dilma disse: 

"O serviço de polícia no Brasil é administrado pelos governos estaduais, conforme estabelecido nos termos da Constituição federal. Acredito que vamos ter de revisitar esse arranjo revendo esse artigo da Constituição..."

Veja parte do artigo da CNN transcrito pela Carta Capital

“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”

Dilma disse ainda que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.

Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.

As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. Em 2012, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico.




Matéria na Revista Carta Capital


Dilma diz que polícias não devem ficar sob controle dos estados

Em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN, a presidenta afirmou que a Constituição deve ser modificada para o Governo Federal ter mais ingerência sobre a segurança pública
por Redação — publicado 11/07/2014 13:39, última modificação 14/07/2014 10:26


A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.

“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”

Na entrevista, Dilma disse que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.

Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.

As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. Em 2012, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico.


Trecho da entrevista na CNN


As for the police forces, Rousseff said it “is perhaps one of Brazil’s major challenges.”

Police in Brazil are responsible for around 2,000 deaths a year, according to Amnesty International – a disturbing statistic for a country with an authoritarian past.

“Fighting criminal activity cannot be conducted using the same methods that are used by the criminals themselves, and that is very often what happens.”

“The police service in Brazil are assigned to the state level governments as established under the federal constitution. I believe we may have to revisit that arrangement and revise that article of the constitution.”


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