Encontrei
na Internet esta breve biografia fornecida por uma fonte confiável. Nome: José Antonio Dias Toffoli. Profissão (atual): Ministro do Supremo
Tribunal Federal (STF). Idade: 41 anos (em 2012). Formado pela USP como
bacharel em Direito.
Livros de reconhecido valor jurídico: se os escreveu, nunca os publicou. Escreveu e publicou apenas dois artigos. Pós-Graduação latu sensu: nunca fez.
Mestrado: nunca fez.
Doutorado: também não fez.
Mas teve o inegável mérito de não dizer que os fez em seu curriculum na Internet, diferentemente de Dilma e Mercadante, que colocaram em seus curriculi que eram Doutores em Economia, tendo sido desmentidos prontamente pelo CNPq e pela UNICAMP.
Reprovado em concursos para juiz
estadual em São Paulo, Toffoli abriu um escritório de advocacia e
começou a atuar em movimentos populares. E foi justamente aí que começou
seu caminho para a glória, como tantos outros neste País…
Em
sua militância, aproximou-se do deputado federal Arlindo Chinaglia
(PT-SP) e deu o grande salto na carreira ao unir-se ao PT. Aproximou-se
de Lula e José Dirceu, que o escolheram para ser o advogado das
campanhas 1998, 2002 e 2006.
Com a vitória de Lula, foi nomeado Subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, então comandada por José Dirceu.
Com a queda do chefe, pediu demissão e
voltou à banca privada. Longe do governo, trabalhou na campanha para a
reeleição de Lula, serviço que lhe rendeu 1 milhão de reais em
honorários. No segundo mandato, voltou ao governo como chefe da
Advocacia-Geral da União.
Toffoli é duas vezes réu! Ele foi
condenado pela Justiça em dois processos que correm em primeira
instância no estado do Amapá. Em termos solenemente pesados, a sentença
mais recente manda Toffoli devolver aos cofres públicos a quantia de
R$700.000,00 (setecentos mil reais) – dinheiro recebido “indevidamente e
imoralmente” por contratos “absolutamente ilegais”, celebrados entre
seu escritório e o governo do Amapá.
Um dos empecilhos mais incontornáveis
para ele é sua visceral ligação com o PT, especialmente com o
ex-ministro José Dirceu acusado de chefe da quadrilha do mensalão.
De todos os oito ministros indicados por
Lula para o Supremo, Toffoli é o que tem mais proximidade política e
ideológica com o presidente e o partido. Sua carreira confunde-se com a
trajetória de militante petista. E esta simbiose foi, ao fundo e ao
cabo, a única justificativa para encaminhá-lo ao Supremo.
No dia 23/10/2009 ocorreu a posse de
Dias Toffoli como ministro do STF (indicado pelo Presidente Lula).
Algumas atividades como Ministro do STF: Ao longo de oito meses no STF
ele participou de julgamentos polêmicos e adotou posturas isoladas.
Em março, foi o único entre dez ministros que votou favoravelmente ao pedido de habeas corpus
para libertar José Roberto Arruda (Dem-DF), ex-governador do Distrito
Federal. Em maio, votou pela absolvição do deputado federal Zé Gerardo
(PMDB-CE), primeiro parlamentar condenado pelo Supremo desde a
Constituição de 1988 (o julgamento acabou em 7 a 3).
Duas semanas depois, indeferiu um pedido de liminar em habeas corpus em favor do jornalista Diogo Mainardi, em processo no qual foi condenado por calúnia e difamação.
[Mainardi é crítico da gestão petista e
de Lula. Está morando atualmente em Veneza, devido a ameaças de morte
que recebeu. Mas participa do programa Manhattan Connection, transmitido de Nova Iorque, juntamente com outros jornalistas, num canal da TV a cabo.
Talvez o mesmo motivo que levou Olavo de Carvalho, autor de O Imbecil Coletivo
(Rio de Janeiro, Faculdade da Cidade Editora), a passar a morar nos
EEUU. Esperamos ardentemente que os próximos não sejam dois outros
impiedosos críticos do status quo:
Toffoli, que também é
ministro-substituto do Tribunal Superior Eleitoral, pediu vista de um
dos processos por propaganda eleitoral antecipada contra Lula e a
presidente pelo PT, Dilma Rousseff. O julgamento avaliava um recurso
contra uma decisão que multou os dois, nos valores de R$ 10 mil e R$ 5
mil, respectivamente, e que foi determinada pelo ministro Henrique Neves
no dia 21 de maio.
Esse foi o breve curriculum
recebido por mim. Não quero fazer comentários, mas acho que é a primeira
vez em todo o mundo que um réu condenado na primeira instância da
Justiça é escolhido, pelo Presidente do país, como juiz da última
instância.
Como
é certo que o advogado de Toffoli recorrerá até seus dois processos
chegarem ao STF, esperamos sinceramente que ele alegue impedimento de
atuar num julgamento em que, caso atuasse, estaria desempenhando, ao
mesmo tempo, os distintos e incompatíveis papéis de juiz e de réu.
* Doutor em Filosofia pela UFRJ. Professor Adjunto
IV do Depto. de Filosofia da UFRJ. Membro Fundador da Sociedade
Brasileira de Análise Filosófica. Membro Fundador da Sociedade de
Economia Personalista. Membro do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e
da Sociedade de Estudos Filosóficos e Interdisciplinares da
UniverCidade.
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O presidente Lula recebeu
um beijo de José Eduardo, irmão do novo ministro do STF, José Antonio
Dias Toffoli. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Perfil do Ministro TOFFOLI:
Nome: José Antonio Dias Toffoli
Profissão (atual):
Ministro do Supremo Tribunal Federal / STF- Suprema Corte.
Idade: 41 anos
Um breve histórico, para entender “COMO SE SOBE NA VIDA”
Currículo: “um passado não muito distante”
- Formado pela USP
- Pós-Graduação: nunca fez
- Mestrado: nunca fez
- Doutorado: também não fez
- Concursos: 1994 e 1995 Reprovado em concursos para juiz estadual em São Paulo (é estadual e não Federal, não vá se confundir).
- Depois disso, abriu um escritório e começou a atuar em movimentos
populares. Nessa militância, aproximou-se do deputado federal Arlindo
Chinaglia e deu o grande salto na carreira ao unir-se ao PT.
Em Brasília:
- Aproximou-se de Lula e José Dirceu, que o escolheram para ser o advogado das campanhas 1998, 2002 e 2006;
- Com a vitória de Lula foi nomeado Subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, então comandada por José Dirceu;
- Com a queda do chefe, pediu demissão e voltou à banca privada;
- Longe do governo, trabalhou na campanha para a reeleição de Lula, serviço que lhe rendeu 1 milhão de reais em honorários.
- No segundo mandato, voltou ao governo como chefe da Advocacia-Geral da União;
- Toffoli é duas vezes réu!!!
Ele foi condenado pela Justiça em dois processos que correm em
primeira instância no estado do Amapá. Em termos solenemente pesados, a
sentença mais recente manda Toffoli devolver aos cofres públicos a
quantia de 700.000,00 (setecentos mil reais) dinheiro recebido
“indevidamente e imoralmente” por contratos “absolutamente ilegais”,
celebrados entre seu escritório e o governo do Amapá.
- Um dos empecilhos mais incontornáveis para ele é sua visceral
ligação com o PT, especialmente com o ex-ministroJosé Dirceu, o chefe da
quadrilha do mensalão. De todos os ministros indicados por Lula para o
Supremo, Toffoli é o que tem mais proximidade política e ideológica com o
presidente e o partido. Sua carreira confunde-se com a trajetória de
militante petista ? essa simbiose é, ao fundo e ao cabo, a única
justificativa para encaminhá-lo ao Supremo.
POSSE: Cadeira dos sonhos
No dia 23/10/2009 ocorreu a posse de Dias Toffoli como ministro do STF (indicado pelo Presidente Lula)
Algumas atividades como Ministro do STF.
Ao longo de oito meses no STF ele participou de julgamentos polêmicos e adotou posturas isoladas.
- Em março, foi o único entre dez ministros que votou favoravelmente
ao pedido de habeas corpus para libertar José Roberto Arruda,
ex-governador do Distrito Federal.
- Em maio, votou pela absolvição do deputado federal Zé Gerardo
(PMDB-CE), primeiro parlamentar condenado pelo Supremo desde a
Constituição de 1988 (o julgamento acabou em 7 a 3).
- Duas semanas depois, indeferiu um pedido de liminar em habeas
corpus em favor do jornalista Diogo Mainardi, em processo no qual foi
condenado por calúnia e difamação. Mainardi é crítico da gestão petista e
de Lula e mora na Itália, devido a ameaças de morte que recebeu.
Toffoli, que também é ministro-substituto do Tribunal Superior –
Eleitoral, pediu vista de um dos processos por propaganda eleitoral
antecipada contra Lula e a presidente pelo PT, Dilma Rousseff.
O julgamento avaliava um recurso contra uma decisão que multou os
dois, nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente, e que
foi determinada pelo ministro Henrique Neves no dia 21 de maio.
ESTE É UM DOS MINISTROS DO NOSSO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, QUE TEM COMO UMA DE SUAS PREMISSAS BÁSICAS PARA SER MEMBRO, TER REPUTAÇÃO ILIBADA E NOTÓRIO SABER JURÍDICO.
. Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia
gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal
Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta ,
compositor e um grande amigo.
Vejam o que acha o ministro Dias Toffoli de jornalistas que ousam criticar o que faz
Sem saber que o alvo dos insultos estava ouvindo o que dizia, José Antonio Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal, despejou na madrugada de sábado, em conversa com um amigo, uma cachoeira de palavrões impublicáveis sobre o jornalista Ricardo Noblat. O texto publicado no Blog do Noblat revela o que pensa o ministro de quem ousa criticá-lo.
A partir de 1994, Toffoli foi assessor jurídico do PT, da bancada do partido na Câmara dos Deputados, de três campanhas eleitorais comandadas por Lula e da Casa Civil chefiada por José Dirceu. Virou advogado-geral da União e, como prêmio pelos serviços prestados aos companheiros, ganhou uma vaga no STF.
Leiam o que Toffoli diz. Confiram a linguagem de cortiço usada por um ministro do Supremo nomeado por Lula. Contemplem uma alma atormentada pela insegurança dos medíocres e por ressentimentos juvenis. O episódio é só mais uma prova de que o bacharel nascido e criado no ninho mais detestável do PT está irremediavelmente despreparado para o cargo que ocupa.
Falta-lhe equilíbrio para apitar uma partida de futebol amador. Falta-lhe moderação até para arbitrar uma disputa de bolinha de gude. Falta-lhe competência para deliberar sobre um jogo de videogame. Mas é juiz do Supremo. Mais: há dias, decidiu liberar-se para participar do julgamento do mensalão e absolver os parceiros que lhe garantiram o empregão.
É o Brasil.
Nunca antes na história deste País o nome do STF e de um de seus ministros estiveram relacionados com fato tão indecoroso.
Se for verdade o relatado pelo jornalista Ricardo Noblat, o Ministro Dias Tóffoli envergonhou o STF e a Nação usando palavras que não caberiam jamais na boca de um representante da mais alta instância da justiça no Brasil.
É a total degeneração de uma das mais importantes instituições brasileiras!
Veja detalhes no Blog do Noblat: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2012/08/11/dias-toffoli-ministro-do-stf-me-agride-com-palavroes-baixarias-459803.asp
Veja alguns dos comentários que foram respondidos pelo Noblat:
O caso é tão grave que está sendo abafado por toda a grande mídia!
Apenas a blogosfera está divulgando o caso:
O caso da divulgação
do vídeo com cenas de sexo da assessora parlamentar do Senado não é
o primeiro em Brasília. Em 2004 o caso “Fabiula Rodrigues
da Silva” ganhou destaque na imprensa nacional e estrangeira. Veja
todos os detalhes deste sórdido escândalo aqui:
Em 2004, o Ministério
da Agricultura abriu uma sindicância para apurar as circunstâncias
em que foram feitas as imagens, de uma servidora terceirizada de 18
anos. As fotos mostravam ao fundo a Esplanada dos Ministérios e
indicavam ter sido feitas em uma das salas da sede do ministério.
Na época, a
terceirizada foi demitida e três funcionários da pasta que eram
suspeitos de ter participado ou feito as imagens foram alvos da
sindicância, determinada pelo então ministro, Roberto Rodrigues.
Conforme as informações
do ministério, após apuração prévia, foi instaurado um
procedimento administrativo em 2005 que resultou em dois servidores
absolvidos e um demitido por decisão administrativa.
Em 2006, o demitido
pediu revisão da decisão. Foi então constituída uma comissão
revisora que, em 2008, manteve a decisão. O processo, então, foi
arquivado. Em 2010, o servidor foi reintegrado após recorrer à
Justiça, de acordo com o ministério.
“Em suma, o processo
principal, assim como seus apensos e anexos, encontra-se atualmente
arquivado, no Arquivo Geral deste Ministério, vez que não há mais
nenhuma providência a ser tomada. O único servidor demitido, que
era fiscal do ministério, foi reintegrado por força de decisão
judicial”, informou a assessoria da pasta.
Fonte: G1
E a pobre e explorada
Fabiula por onde andará? Será que ela conseguiu reconstruir sua
vida ou perdeu-se de vez no mundo do sexo?
Em 5 de julho o blog Radar On-line da Veja soltou a seguinte notícia:
O vídeo explosivo da CPI!
Um vídeo altamente explosivo começou a circular nesta semana nos bastidores da CPI mista do Cachoeira.
A gravação (para alívio dos políticos) não é uma obra do bicheiro Carlinhos Cachoeira, mas tem todas as condições de abalar os integrantes da CPI.
Trata-se de uma produção caseira envolvendo uma assessora de um senador e um funcionário do Senado em cenas para lá de tórridas.
Em 12 de julho o colunista Tales Faria revelou no seu blog Poder Online a seguinte nota:
CPI tem até vídeo pornô!
A CPI do Cachoeira tem realmente de tudo.
Circula no Congresso um vídeo pornô pra lá de explícito com a assessora de um dos senadores que integra a comissão.
No mesmo dia a notícia pipocou outra vez no Radar On-line da Veja:
Só se fala no vídeo!
Sabe aquele tal vídeo com imagens tórridas de uma assessora de um senador da CPI mista do Cachoeira (leia mais em O vídeo explosivo da CPI)? Se transformou em um viral no Congresso e já colocou Fernando Cavendish, a Delta e seus laranjas em segundo plano nas rodas de conversa. Um grupo de senadores que ainda não viu a produção caseira, aliás, está mais do que curioso para obter detalhes do caso.
Em 18 de julho a Veja, na coluna Maquiavel, deu nome aos bois:
Protagonista de vídeo erótico deve ser exonerada do Senado
A advogada Denise Rocha, de 29 anos, é descrita por funcionários do
Congresso como discreta e assídua no trabalho de assessorar
juridicamente o senador de primeiro mandato Ciro Nogueira (PP-PI). Mas o
que a levou a ser um dos assuntos mais comentados nos corredores do
Senado foi a revelação de um vídeo caseiro em que ela aparece em cenas
tórridas de sexo com um homem ainda não identificado. Há a suspeita de
que ele trabalhe em um gabinete do Congresso.
Denise diz não ter assistido ao vídeo e nega ser a protagonista da
produção caseira. Constrangida, afastou-se temporariamente dos trabalhos
do gabinete, aproveitando o recesso parlamentar que começou nesta
quarta-feira. A advogada alegou a interlocutores que tinha uma cirurgia
agendada.
Publicamente, o senador Ciro Nogueira não admite, mas a funcionária deve ser exonerada dos quadros da Casa.
A última aparição pública de Denise Rocha foi no dia 10, quando
rapidamente esteve na CPI do Cachoeira durante o depoimento do prefeito
de Palmas, Raul Filho (PT). Naquele dia, em menos de cinco minutos, foi
abordada por dois curiosos que queriam detalhes sobre as imagens
picantes. A ambos, negou ter participado da produção caseira e disse que
eventuais vídeos, se existem, foram feitos sem o seu consentimento.
Em 19 de julho a Veja, na coluna de Ricardo Setti, voltou a explorar o tópico:
Com a história da assessora boazuda, senador ajuda a desmoralizar ainda mais o Congresso
Denise Leitão Rocha, ex-assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI): demitida, e, naturalmente, rumo a capas de revistas masculinas
Bonita de ver, não?
Este post poderia conter dez, vinte ou trinta fotos de Denise Leitão Rocha, a aspirante a capa de revista, advogada e ex-assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI), demitida do gabinete do ilustre parlamentar depois que um vídeo da jovem de 27 anos fazendo sexo caiu na internet.
De fato, Denise, com atributos próprios e uma mãozinha de recursos desenvolvidos pela Medicina, é uma beleza para os olhos masculinos, e já há na Web incontáveis fotos suas, mais ou menos vestida, ou quase sem roupa.
Como tantas vezes aconteceu ao longo dos anos, em tantas outras ocasiões graves vividas pelo Congresso Nacional, é mais uma garota que deu um jeito de aparecer para fotógrafos e cinegrafistas da CPI do Cachoeira, na qualidade de assessora do senador, de modo a tornar-se — isso é inevitável — “o Furacão da CPI”.
Poderia também virar “musa”, como é o triste costume de tratarmos com leviandade coisas sérias “neste país”.
O senador, naturalmente, pode contratar quem quiser para seu gabinete, dentro de determinadas normas, as que regem o recrutamento de pessoas para cargos de confiança sem concurso — às quais sempre me opus como jornalista. Mas é o que dizem as regras internas do Senado.
Denise, da mesma forma, pode tatuar seu corpo, como o fez, deixar-se foografar e levar a vida particular que quiser, direito inalienável de qualquer cidadão.
O senador Ciro Nogueira, porém, é tudo menos bobo — e está cansado de saber o que acontece quando assessoras bem-dotadas como Denise se expõem no Congresso em momentos em que as atenções do país se voltam para atividades como a da CPI do Cachoeira.
O resultado é que o episódio, seja pelo alto grau de moralismo hipócrita em que ainda vivemos, seja por exageros de veículos da própria mídia, que entronizaram a advogada como “Furacão”, não ajuda em nada a imagem do Congresso, já tão desgastada.
Ah, o senador Ciro Nogueira é aquele mesmo que, quando deputado, era amigão e discípulo de Severino Cavalcanti, o deputado de tristíssima memória que renunciou ao mandato e à presidência da Câmara para não ser cassado por corrupção.
Agora o vídeo já vazou na internet, ela virou musa da CPI e até recebeu convite para pousar na Playboy! Que país é este!?
Vídeo intimo da assessora Denise Leitão Rocha - Assista aqui
Um dos assuntos mais falados do momento em todos as mídias sociais, é o
suposto vazamento do vídeo que mostra cenas de sexo entre a assessora
parlamentar Denise Leitão Rocha e que nos últimos dias caiu na net.
Apelidada de "furacão da CPI do caso Cachoeira", ficou ainda mais
famosa, já que em meados de maio.2012, uma revista de grande expressão
informava que ela teve um caso com o ex-jogador, e atual deputado
federal Romário.
Juntando as informações disponíveis no Portal
da Transparência, no Diário Oficial e em seu ato de nomeação, é
possível concluir que ela foi nomeada para o cargo de assistente
parlamentar - AP03, com salário nominal de R$ 4084,29 por indicação do
Sen. Ciro Nogueira, em 15.02.2011. Por estar no regime especial de
frequência, ela não é obrigada a bater ponto.
Em férias ela é tema proibido
entre seus colegas, segundo os quais ela praticamente não parava no
gabinete e nenhum deles sabia informar quais eram as funções dela no
Parlamento.
O vídeo que você pode ver abaixo,
não é aconselhado para menores, e está hospedado em diversos sites
brasileiros, além de um site de sexo estrangeiro. É possível ver a
imagem de uma Fênix tatuada em local bem estratégico, e também as patas
de cachorro em sua barriga - além do piercing. Durante o vídeo, você
nota o close nas partes íntimas dos dois, e também seus rostos.
Nesta altura do campeonato, a
mídia tem informado que a Playboy ligou no gabinete do Senador Ciro
Nogueira solicitando seu contato. Algumas informações dão conta de que
ela será desligada - não pelo vídeo em sí, mas pelo constrangimento que
tem causado para o Senador.
Vídeo mais assistido no Senado
O vídeo vazou de alguma forma desconhecida, e Denise informa que irá
processar o responsável pelo vazamento - na opinião deste blog, isso sem
dúvida precisa ser feito pois está afetando sua imagem. Durante alguns
dias, o vídeo era conhecido apenas por alguns jornalistas, mas caiu
como uma bomba na última terça, durante o depoimento do prefeito de
Palmas, Raul Filho (PT) quando era visto na tela de muitos laptops e
tablets de parlamentares em meio a sessão. Como o Senador Ciro Nogueira
é integrante da CPI do Cachoeira, Denise
Leitão Rocha chegou a entrar na sala e obviamente foi alvo da
curiosidade de fotógrafos e jornalistas, mas ela evitou levantar o rosto
e foi instruida a sair do local em poucos minutos, até para ser evitada
a vinculação de sua imagem com algum parlamentar.
Depois que vazou, ele foi
reproduzido diversas vezes no comitê de imprensa do Senado, para o
completo frenesi da platéia masculina. Certamente a forte repercussão do
vídeo corroborou na decisão de seu afastamento.