Nunca antes na história deste País o nome do STF e de um de seus ministros estiveram relacionados com fato tão indecoroso.
Se for verdade o relatado pelo jornalista Ricardo Noblat, o Ministro Dias Tóffoli envergonhou o STF e a Nação usando palavras que não caberiam jamais na boca de um representante da mais alta instância da justiça no Brasil.
É a total degeneração de uma das mais importantes instituições brasileiras!
Veja detalhes no Blog do Noblat: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2012/08/11/dias-toffoli-ministro-do-stf-me-agride-com-palavroes-baixarias-459803.asp
Veja alguns dos comentários que foram respondidos pelo Noblat:
O caso é tão grave que está sendo abafado por toda a grande mídia!
Apenas a blogosfera está divulgando o caso:
O caso da divulgação
do vídeo com cenas de sexo da assessora parlamentar do Senado não é
o primeiro em Brasília. Em 2004 o caso “Fabiula Rodrigues
da Silva” ganhou destaque na imprensa nacional e estrangeira. Veja
todos os detalhes deste sórdido escândalo aqui:
Em 2004, o Ministério
da Agricultura abriu uma sindicância para apurar as circunstâncias
em que foram feitas as imagens, de uma servidora terceirizada de 18
anos. As fotos mostravam ao fundo a Esplanada dos Ministérios e
indicavam ter sido feitas em uma das salas da sede do ministério.
Na época, a
terceirizada foi demitida e três funcionários da pasta que eram
suspeitos de ter participado ou feito as imagens foram alvos da
sindicância, determinada pelo então ministro, Roberto Rodrigues.
Conforme as informações
do ministério, após apuração prévia, foi instaurado um
procedimento administrativo em 2005 que resultou em dois servidores
absolvidos e um demitido por decisão administrativa.
Em 2006, o demitido
pediu revisão da decisão. Foi então constituída uma comissão
revisora que, em 2008, manteve a decisão. O processo, então, foi
arquivado. Em 2010, o servidor foi reintegrado após recorrer à
Justiça, de acordo com o ministério.
“Em suma, o processo
principal, assim como seus apensos e anexos, encontra-se atualmente
arquivado, no Arquivo Geral deste Ministério, vez que não há mais
nenhuma providência a ser tomada. O único servidor demitido, que
era fiscal do ministério, foi reintegrado por força de decisão
judicial”, informou a assessoria da pasta.
Fonte: G1
E a pobre e explorada
Fabiula por onde andará? Será que ela conseguiu reconstruir sua
vida ou perdeu-se de vez no mundo do sexo?
Em 5 de julho o blog Radar On-line da Veja soltou a seguinte notícia:
O vídeo explosivo da CPI!
Um vídeo altamente explosivo começou a circular nesta semana nos bastidores da CPI mista do Cachoeira.
A gravação (para alívio dos políticos) não é uma obra do bicheiro Carlinhos Cachoeira, mas tem todas as condições de abalar os integrantes da CPI.
Trata-se de uma produção caseira envolvendo uma assessora de um senador e um funcionário do Senado em cenas para lá de tórridas.
Em 12 de julho o colunista Tales Faria revelou no seu blog Poder Online a seguinte nota:
CPI tem até vídeo pornô!
A CPI do Cachoeira tem realmente de tudo.
Circula no Congresso um vídeo pornô pra lá de explícito com a assessora de um dos senadores que integra a comissão.
No mesmo dia a notícia pipocou outra vez no Radar On-line da Veja:
Só se fala no vídeo!
Sabe aquele tal vídeo com imagens tórridas de uma assessora de um senador da CPI mista do Cachoeira (leia mais em O vídeo explosivo da CPI)? Se transformou em um viral no Congresso e já colocou Fernando Cavendish, a Delta e seus laranjas em segundo plano nas rodas de conversa. Um grupo de senadores que ainda não viu a produção caseira, aliás, está mais do que curioso para obter detalhes do caso.
Em 18 de julho a Veja, na coluna Maquiavel, deu nome aos bois:
Protagonista de vídeo erótico deve ser exonerada do Senado
A advogada Denise Rocha, de 29 anos, é descrita por funcionários do
Congresso como discreta e assídua no trabalho de assessorar
juridicamente o senador de primeiro mandato Ciro Nogueira (PP-PI). Mas o
que a levou a ser um dos assuntos mais comentados nos corredores do
Senado foi a revelação de um vídeo caseiro em que ela aparece em cenas
tórridas de sexo com um homem ainda não identificado. Há a suspeita de
que ele trabalhe em um gabinete do Congresso.
Denise diz não ter assistido ao vídeo e nega ser a protagonista da
produção caseira. Constrangida, afastou-se temporariamente dos trabalhos
do gabinete, aproveitando o recesso parlamentar que começou nesta
quarta-feira. A advogada alegou a interlocutores que tinha uma cirurgia
agendada.
Publicamente, o senador Ciro Nogueira não admite, mas a funcionária deve ser exonerada dos quadros da Casa.
A última aparição pública de Denise Rocha foi no dia 10, quando
rapidamente esteve na CPI do Cachoeira durante o depoimento do prefeito
de Palmas, Raul Filho (PT). Naquele dia, em menos de cinco minutos, foi
abordada por dois curiosos que queriam detalhes sobre as imagens
picantes. A ambos, negou ter participado da produção caseira e disse que
eventuais vídeos, se existem, foram feitos sem o seu consentimento.
Em 19 de julho a Veja, na coluna de Ricardo Setti, voltou a explorar o tópico:
Com a história da assessora boazuda, senador ajuda a desmoralizar ainda mais o Congresso
Denise Leitão Rocha, ex-assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI): demitida, e, naturalmente, rumo a capas de revistas masculinas
Bonita de ver, não?
Este post poderia conter dez, vinte ou trinta fotos de Denise Leitão Rocha, a aspirante a capa de revista, advogada e ex-assessora do senador Ciro Nogueira (PP-PI), demitida do gabinete do ilustre parlamentar depois que um vídeo da jovem de 27 anos fazendo sexo caiu na internet.
De fato, Denise, com atributos próprios e uma mãozinha de recursos desenvolvidos pela Medicina, é uma beleza para os olhos masculinos, e já há na Web incontáveis fotos suas, mais ou menos vestida, ou quase sem roupa.
Como tantas vezes aconteceu ao longo dos anos, em tantas outras ocasiões graves vividas pelo Congresso Nacional, é mais uma garota que deu um jeito de aparecer para fotógrafos e cinegrafistas da CPI do Cachoeira, na qualidade de assessora do senador, de modo a tornar-se — isso é inevitável — “o Furacão da CPI”.
Poderia também virar “musa”, como é o triste costume de tratarmos com leviandade coisas sérias “neste país”.
O senador, naturalmente, pode contratar quem quiser para seu gabinete, dentro de determinadas normas, as que regem o recrutamento de pessoas para cargos de confiança sem concurso — às quais sempre me opus como jornalista. Mas é o que dizem as regras internas do Senado.
Denise, da mesma forma, pode tatuar seu corpo, como o fez, deixar-se foografar e levar a vida particular que quiser, direito inalienável de qualquer cidadão.
O senador Ciro Nogueira, porém, é tudo menos bobo — e está cansado de saber o que acontece quando assessoras bem-dotadas como Denise se expõem no Congresso em momentos em que as atenções do país se voltam para atividades como a da CPI do Cachoeira.
O resultado é que o episódio, seja pelo alto grau de moralismo hipócrita em que ainda vivemos, seja por exageros de veículos da própria mídia, que entronizaram a advogada como “Furacão”, não ajuda em nada a imagem do Congresso, já tão desgastada.
Ah, o senador Ciro Nogueira é aquele mesmo que, quando deputado, era amigão e discípulo de Severino Cavalcanti, o deputado de tristíssima memória que renunciou ao mandato e à presidência da Câmara para não ser cassado por corrupção.
Agora o vídeo já vazou na internet, ela virou musa da CPI e até recebeu convite para pousar na Playboy! Que país é este!?
Vídeo intimo da assessora Denise Leitão Rocha - Assista aqui
Um dos assuntos mais falados do momento em todos as mídias sociais, é o
suposto vazamento do vídeo que mostra cenas de sexo entre a assessora
parlamentar Denise Leitão Rocha e que nos últimos dias caiu na net.
Apelidada de "furacão da CPI do caso Cachoeira", ficou ainda mais
famosa, já que em meados de maio.2012, uma revista de grande expressão
informava que ela teve um caso com o ex-jogador, e atual deputado
federal Romário.
Juntando as informações disponíveis no Portal
da Transparência, no Diário Oficial e em seu ato de nomeação, é
possível concluir que ela foi nomeada para o cargo de assistente
parlamentar - AP03, com salário nominal de R$ 4084,29 por indicação do
Sen. Ciro Nogueira, em 15.02.2011. Por estar no regime especial de
frequência, ela não é obrigada a bater ponto.
Em férias ela é tema proibido
entre seus colegas, segundo os quais ela praticamente não parava no
gabinete e nenhum deles sabia informar quais eram as funções dela no
Parlamento.
O vídeo que você pode ver abaixo,
não é aconselhado para menores, e está hospedado em diversos sites
brasileiros, além de um site de sexo estrangeiro. É possível ver a
imagem de uma Fênix tatuada em local bem estratégico, e também as patas
de cachorro em sua barriga - além do piercing. Durante o vídeo, você
nota o close nas partes íntimas dos dois, e também seus rostos.
Nesta altura do campeonato, a
mídia tem informado que a Playboy ligou no gabinete do Senador Ciro
Nogueira solicitando seu contato. Algumas informações dão conta de que
ela será desligada - não pelo vídeo em sí, mas pelo constrangimento que
tem causado para o Senador.
Vídeo mais assistido no Senado
O vídeo vazou de alguma forma desconhecida, e Denise informa que irá
processar o responsável pelo vazamento - na opinião deste blog, isso sem
dúvida precisa ser feito pois está afetando sua imagem. Durante alguns
dias, o vídeo era conhecido apenas por alguns jornalistas, mas caiu
como uma bomba na última terça, durante o depoimento do prefeito de
Palmas, Raul Filho (PT) quando era visto na tela de muitos laptops e
tablets de parlamentares em meio a sessão. Como o Senador Ciro Nogueira
é integrante da CPI do Cachoeira, Denise
Leitão Rocha chegou a entrar na sala e obviamente foi alvo da
curiosidade de fotógrafos e jornalistas, mas ela evitou levantar o rosto
e foi instruida a sair do local em poucos minutos, até para ser evitada
a vinculação de sua imagem com algum parlamentar.
Depois que vazou, ele foi
reproduzido diversas vezes no comitê de imprensa do Senado, para o
completo frenesi da platéia masculina. Certamente a forte repercussão do
vídeo corroborou na decisão de seu afastamento.
Reportagem do SBT flagrou o mais revelador evento, até agora, na CPI do
Cachoeira. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), ex-líder do governo na
Câmara, envia uma mensagem de texto pelo celular para o governador do
Rio, Sérgio Cabral (PMDB), tranquilizando o peemedebista: “A
relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso,
e nós somos teu“. Veja aqui o vídeo da reportagem!!!
Os parlamentares da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovaram, na quarta-feira (14/maio), o Projeto de Lei 78/07 do deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO) que altera a Lei 8629/93. O relator do projeto, deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP), apresentou parecer favorável, com substitutivo. O PL estabelece alternativas à proposta do Governo Federal que pretende reajustar os índices de produtividade mínima das propriedades rurais.
No projeto são definidos novos parâmetros de produtividade do imóvel rural para fins de reforma agrária. Entre os parâmetros há um sistema que tem por base um laudo de avaliação técnico-agronômico, elaborado por profissional habilitado em ciências agrárias. O laudo deve considerar os níveis de produtividade, mas não de forma exclusiva nem estática.
Para Vilela a proposta de reajuste do governo é inaceitável. "Precisamos encontrar soluções compatíveis para o setor. Por isso trabalhamos exaustivamente", ressalta o deputado. Ele lembra que a proposta de reajuste da tabela dos índices de produtividade mínima, apresentada em audiência pública no Senado Federal, em maio de 2006, sofreu resistência de todo o setor ruralista. "Se a revisão dos índices for aprovada como quer o governo, boa parte das propriedades brasileiras poderão estar na mira do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)", destaca. Já o deputado Duarte Nogueira ressaltou que as medidas de produtividade para efeito de reforma agrária precisam considerar a racionalidade econômica em conjunção com a sustentabilidade. A matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
Audiência pública discutirá insumos agropecuários
Na mesma reunião, os parlamentares aprovaram requerimento de autoria de Vilela que solicita a realização de audiência pública para discutir as ações governamentais frente ao alto custo dos insumos agropecuários. De acordo com o deputado, o Governo Federal não tem adotado nenhuma ação no sentido de solucionar ou adotar estratégias que possibilitem o aumento da produção dos insumos e fertilizantes e a conseqüente redução de custo para o produtor e, em última análise, para o consumidor da cadeia produtiva. A reunião ainda não tem data prevista.
Samara Carvalho Assessoria de Comunicação deputado federal Leonardo Vilela (PSDB-GO) ( (61) 3215-5934/ (61) 8178-9056