Evento também receberá visita de políticos
Quinze grupos de cozinheiros participarão neste ano do tradicional Concurso da Queima do Alho que acontece durante a Festa do Peão de Barretos, no dia 25 de agosto a partir das 12h00 no Rancho Ponto de Pouso, no Parque do Peão. As comitivas participantes têm a missão de preparar a comida típica à moda dos tropeiros no menor tempo possível. O cardápio é composto de arroz carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne e churrasco e deve ser preparado utilizando utensílios semelhantes àqueles que serviam aos peões que viajavam pelo interior do Brasil levando as boiadas que foram responsáveis pelo desenvolvimento de várias regiões e o enriquecimento do país.
A comida preparada será avaliada por cerca de 20 jurados convidados. “Os pratos devem ser fiéis ao modo de preparo e ao sabor das antigas comitivas”, explica o coordenador João Paulo Martins.
Além da culinária típica o concurso também remete ao passado com toda a ambientação do local bem ao estilo das fazendas de gado. A música raiz também é outro item presente durante o concurso.
Comitiva Cavalgada Centenário de Oscar Niemeyer
Comissário: Carlos Oscar Niemeyer
Cidade: Goiana – M.G
Comitiva dos Amigos
Comissário: Aluisio Candido de Paula e Geraldo Souza Neto
Cidade: Araba – S.P
Comitiva Mata da Chuva
Comissário: Luiz Andrade
Cidade: Campina Verde – M.G
Comitiva Minerva
Comissário: Grupo Vilela de Queiroz
Cidade: Barretos – S.P
Comitiva Boi Soberano
Comissário: Agnaldo J. de Góes
Cidade: Tanabi – S.P
Comitiva Antonio Ângelo
Comissário: Ricardo Borges
Cidade: Barretos – S.P
Comitiva Viajando por Mato Grosso
Comissário: Luiz Carlos Gonçalves
Cidade: Cuiabá – M.T
Comitiva Esperança
Comissário: Cleber W. Forti
Cidade: Ribeirão Preto – S.P
Comitiva Friboi
Comissário: Ronaldo Crestane
Cidade: São José do Rio Preto – S.P
Comitiva São Jorge
Comissário: Jorge Carvalho
Cidade: Barretos – S.P
Comitiva Cavalo de Fogo
Comissário: Alicio Donizete Lezoto
Cidade: Guarulhos – S.P
Comitiva Boiadeira
Comissário: Romeu Tuma e Robson Tuma
Cidade: São Paulo – S.P
Comitiva Osorinho
Comissário: Sebastião Wilson Pontes
Cidade: Mirassol – S.P
Comitiva Pioneira
Comissário: Nelson Natal
Cidade: Viradouro – S.P
Comitiva São Domingos
Comissario: Anesio Garcia
Cidade: Barretos-SP
Berrante
Também neste sábado, no Ponto de Pouso acontece o tradicional Concurso do Berrante. Nele, cerca de 15 berranteiros vão reproduzir os sons emitidos pelo instrumento que nos tempos das comitivas que levavam boiadas servia como “condutor”, anunciando o momento do recolher, do acordar, da alimentação e da possibilidade de perigo. O concurso também avalia a precisão dos toques e a fidelidade à tradição.
Políticos são jurados
Além dos concursos típicos, o evento no Ponto de Pouso também atrai políticos de vários partidos. Alguns, inclusive, se arriscam como jurados convidados. “A Queima do Alho tradicionalmente atrai políticos porque é um dia em toda a cultura raiz está em evidência em um evento muito acolhedor”, explica João Paulo Martins, coordenador do concurso culinário. João Paulo também ressalta que apesar das rivalidades partidárias e ideológicas na Queima do Alho todos confraternizam. “Conseguimos receber bem todas as vertentes políticas com muito respeito”, afirma.
Para este sábado, dia 25, estão confirmadas as presenças do Ministro do Trabalho Carlos Lupi (PDT), os senadores Aloísio Mercadante e Romeu Tuma, os deputados federais Vadão Gomes (PP), Arnaldo Jardim (PPS), Michel Temer (PMDB), Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força Sindical - PDT), o deputado estadual Uebe Rezeck (PMDB) e o prefeito de Barretos Emanoel Mariano Carvalho.
Assessoria de Imprensa de Os Independentes
Phábrica de Idéias - Atendimento no evento
Rancho da Imprensa - 17 3321 0000
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sexta-feira, agosto 24, 2007
AGRALE APRESENTA SUA LINHA DE TRATORES MOVIDA A BIODIESEL NA EXPOINTER 2007
Destaque é o modelo Agrale 5085.4 Arrozeiro
Caxias do Sul, 24 de agosto de 2007 - A Agrale S.A., líder nacional na produção de tratores de pequeno porte, participa da Expointer 2007 e apresenta sua linha completa de tratores movida a biodiesel B5, com modelos de pequeno, médio e grande porte, além das linhas de motores, grupo geradores e motobombas. O evento acontece de 25 de agosto a 2 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, RS.
Um dos destaques da Agrale na Expointer 2007 é o 5085.4 Arrozeiro. "Este é um dos modelos da linha de tratores da Agrale de maior sucesso. Desde o seu lançamento até agora vendemos mais de 150 unidades", diz Sílvio Rigoni, gerente de vendas de tratores. Desenvolvido especificamente para ser usado no cultivo de arroz, o 5085.4 Arrozeiro é equipado com motor de 85 cv de potência e transmissão de 10 velocidades à frente, com sistema reversor que permite a inversão de todas as marchas à ré. Este trator consome em média 6 litros de óleo diesel por hora de trabalho.
Líder no segmento de pequeno porte
Líder há mais de 30 anos em vendas de tratores de pequeno porte (com até 40 cv de potência), a empresa também expõe os tratores 4100, 4100.4, 4118.4, 4230.4 e o 4230.4 Cargo Transportador. "Nossa linha 4000 foi especialmente desenvolvida para atender a agricultura familiar, ou seja, os agricultores das pequenas propriedades rurais. Os modelos apresentam uma excelente relação custo/benefício e atendem amplamente às necessidades desses produtores", explica Rigoni.
Além dos modelos destinados às propriedades rurais, a Agrale expõe em seu estande o trator Rebocador 4100GLP. O trator Rebocador é equipado com motor de 16,2 cv de potência movido a Gás GLP, possui direção hidrostática para facilitar a dirigibilidade, rodagem rodoviária, tendo como opcional pneus superflexíveis, com capacidade de reboque de até 14 toneladas. O produto é oferecido com opcionais semi cabine, cabine com climatizador e indicadores rotativos de sinalização. O modelo foi desenvolvido para ser utilizado em aplicações de logística em indústrias, aviários e câmaras frias, que requerem baixos níveis de ruídos e emissões.
Os modelos da linha 6000 (BX 6110, BX 6150 e BX 6180) são equipados com motorização MWM com potência entre 105 cv a 168 cv, câmbio totalmente sincronizado, sistema hidráulico de levante de 3 pontos, com capacidade de 4.000 kgf e tomada de potência com acionamento eletrohidráulico. São destinados às médias e grandes propriedades, no cultivo de soja, arroz, milho, trigo e cana de açúcar.
Motores, grupos geradores e motobombas
Na linha de motores, a Agrale expõe os modelos M790 e M795W, ambos com partida elétrica, e o M90, refrigerado a ar com 12 cv de potência e 2.400 rpm. Caracterizados pela qualidade, longa vida útil, baixo custo de manutenção e grande economia de combustível, formam uma das mais completas linhas do mercado e atendem a vários segmentos, com potências entre 4 cv e 47 cv. A empresa também expõe o motor modelo LDW 702, refrigerado a água e com 16 cv, da fabricante européia Lombardini, comercializado no Brasil.
Os grupos geradores Silent Force 8 e Force 8, ambos com motor Agrale M90, indicados para residências, pequenas propriedades rurais, clínicas e postos de combustível, também serão expostos. Os visitantes poderão ver ainda o acionamento automático do Grupo Gerador Silent Force 8.

Foto: arquivo Agrale
Secco Consultoria de Comunicação
Tel.: (11) 56417407
www.secco.com.br
Caxias do Sul, 24 de agosto de 2007 - A Agrale S.A., líder nacional na produção de tratores de pequeno porte, participa da Expointer 2007 e apresenta sua linha completa de tratores movida a biodiesel B5, com modelos de pequeno, médio e grande porte, além das linhas de motores, grupo geradores e motobombas. O evento acontece de 25 de agosto a 2 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, RS.
Um dos destaques da Agrale na Expointer 2007 é o 5085.4 Arrozeiro. "Este é um dos modelos da linha de tratores da Agrale de maior sucesso. Desde o seu lançamento até agora vendemos mais de 150 unidades", diz Sílvio Rigoni, gerente de vendas de tratores. Desenvolvido especificamente para ser usado no cultivo de arroz, o 5085.4 Arrozeiro é equipado com motor de 85 cv de potência e transmissão de 10 velocidades à frente, com sistema reversor que permite a inversão de todas as marchas à ré. Este trator consome em média 6 litros de óleo diesel por hora de trabalho.
Líder no segmento de pequeno porte
Líder há mais de 30 anos em vendas de tratores de pequeno porte (com até 40 cv de potência), a empresa também expõe os tratores 4100, 4100.4, 4118.4, 4230.4 e o 4230.4 Cargo Transportador. "Nossa linha 4000 foi especialmente desenvolvida para atender a agricultura familiar, ou seja, os agricultores das pequenas propriedades rurais. Os modelos apresentam uma excelente relação custo/benefício e atendem amplamente às necessidades desses produtores", explica Rigoni.
Além dos modelos destinados às propriedades rurais, a Agrale expõe em seu estande o trator Rebocador 4100GLP. O trator Rebocador é equipado com motor de 16,2 cv de potência movido a Gás GLP, possui direção hidrostática para facilitar a dirigibilidade, rodagem rodoviária, tendo como opcional pneus superflexíveis, com capacidade de reboque de até 14 toneladas. O produto é oferecido com opcionais semi cabine, cabine com climatizador e indicadores rotativos de sinalização. O modelo foi desenvolvido para ser utilizado em aplicações de logística em indústrias, aviários e câmaras frias, que requerem baixos níveis de ruídos e emissões.
Os modelos da linha 6000 (BX 6110, BX 6150 e BX 6180) são equipados com motorização MWM com potência entre 105 cv a 168 cv, câmbio totalmente sincronizado, sistema hidráulico de levante de 3 pontos, com capacidade de 4.000 kgf e tomada de potência com acionamento eletrohidráulico. São destinados às médias e grandes propriedades, no cultivo de soja, arroz, milho, trigo e cana de açúcar.
Motores, grupos geradores e motobombas
Na linha de motores, a Agrale expõe os modelos M790 e M795W, ambos com partida elétrica, e o M90, refrigerado a ar com 12 cv de potência e 2.400 rpm. Caracterizados pela qualidade, longa vida útil, baixo custo de manutenção e grande economia de combustível, formam uma das mais completas linhas do mercado e atendem a vários segmentos, com potências entre 4 cv e 47 cv. A empresa também expõe o motor modelo LDW 702, refrigerado a água e com 16 cv, da fabricante européia Lombardini, comercializado no Brasil.
Os grupos geradores Silent Force 8 e Force 8, ambos com motor Agrale M90, indicados para residências, pequenas propriedades rurais, clínicas e postos de combustível, também serão expostos. Os visitantes poderão ver ainda o acionamento automático do Grupo Gerador Silent Force 8.
Foto: arquivo Agrale
Secco Consultoria de Comunicação
Tel.: (11) 56417407
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Carlos Viacava promoverá leilões de fêmeas e machos Nelore Mocho na 31.ª Faive
No dia 29, durante a realização da 31ª edição da Faive, (Feira Agrícola e Industrial de Presidente Venceslau) no recinto de exposições da cidade, será a vez do criador realizar o 3º Leilão CV de Fêmeas Nelore Mocho, e, no dia 2, o 7º Leilão Nelore Mocho de machos CV.
Para a remate de fêmeas, o tradicional criador da região apartou 80 novilhas PO com registro definitivo pela ABCZ entre 20 a 22 meses de idade, prontas para a próxima estação de monta, além de 150 vacas PO (ou ventre PO) com prenhez confirmada dos maiores raçadores do Nelore.
Como uma das pioneiras do Programa de Melhoramento Genético da Raça Nelore, o PMGRN, da Faculdade de Zootecnia e Veterinária de Ribeirão Preto/USP, a Fazenda Campina apresentará a avaliação genética de todos os animais, incluindo as DEPs para habilidade maternal, ganho de peso e fertilidade, bem como o Mérito Genético Total (MGT), que é um índice médio de todas as características avaliadas.
O remate ocorrerá às 19h00, quando será oferecido jantar à base de picanhas do Frigorífico Independência, um dos patrocinadores do leilão. A partir das 12h00 os animais estarão disponíveis nos currais do parque para vistoria pelos interessados.
Segundo Ricardo Viacava, diretor do projeto CV de Nelore Mocho e organizador do leilão, os animais irão surpreender pela qualidade. “As novilhas e a vacada apresentam ótimo escore corporal, muitas delas superando a marca de 650 quilos de peso e algumas alcançando mais de 700”, observa.
O zootecnista das fazendas de Carlos Viacava, Juliano Roberto da Silva, afirma que as novilhas foram apartadas com cuidado, para permitir a apresentação de um lote homogêneo e de alta qualidade. “Todos se surpreenderão com as filhas de touros famosos como Diago de CV, Ilópolis de CV, Amareto, Napoleão da SM, Brinco da Santa Maria, Bacana de Japaranduba, Ranchi da Ipê Ouro e outros campeões da genética do nelore”, afirma Silva.
Machos das gerações 2004 e 2005 - No dia 2 de setembro, data do aniversário de Presidente Venceslau e do encerramento da 31ª Faive, a partir das 12h00, será realizado o 7º Leilão Nelore Mocho de machos CV. A oferta contará com 150 touros nelore mocho sendo 40 da geração 2004, com 32 meses de idade, e 110 da geração 2005, com 2 anos. Entre os convidados especiais de Carlos Viacava estão nomes de muito peso na região como Alfredo Masseli, Nelson Trevisan, Guga Soriano e Mariana Neide Aguiare.
“A tourada de 32 meses vai chegar pesando em média 700 quilos, enquanto os mais jovens estarão, em média, acima de 530 quilos”, diz Juliano Roberto da Silva, zootecnista responsável pelo criatório CV. Os animais CV são criados a campo, rústicos e precoces e seguem com avaliação genética completa pelo PMGRN, exame andrológico e registro definitivo pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ). “Selecionamos touros de diferentes linhagens para evitar acasalamentos endogâmicos nos rebanhos de nossos clientes de anos anteriores, que assim não precisam se preocupar com consagüinidade”, diz Ricardo Viacava, diretor do Projeto.
Assim, estarão no leilão filhos dos raçadores Oficial, Napoleão e Sensual da Naviraí, Diago, Jaguarari, Jubiloso, Faive e Ilópolis de CV, Quark da Colonial e outros reprodutores com sangue de Zefec Abdala, Charuto 1646 da MN, Ordenado OB, entre outros.
Os remates serão conduzidos pela Leilosul, de Marcos Soriano, e terá o leiloeiro Adriano Barbosa no comando do martelo e a transmissão será ao vivo pelo canal Terra Viva.
Dia de Campo na Fazenda Campina
O criador Carlos Viacava, detentor da marca CV, abrirá as porteiras da Fazenda Campina, em Presidente Venceslau (SP), na próxima sexta-feira, dia 25, para o 1º Dia de Campo para demonstrar a sua alta tecnologia na produção de matrizes e reprodutores das mais altas linhagens do rebanho brasileiro, um trabalho iniciado a partir de seis novilhas mochas da marca OB adquiridas em 1986. O Brasil, por ter o maior rebanho bovino comercial e por possuir áreas de pastagens bastante distintas, permite a existência de vários sistemas de produção pecuária com diferentes graus de intensificação e de aplicação tecnológica.
“Vamos debater melhoramento genético, adubação de pastagens, nutrição e mineralização, manejo sanitário, reprodução pastejo rotacionado”, detalha o criador.
As palestras serão realizadas por especialistas do setor, como Mirian Gancedo, consultora Técnica Comercial da Vallée; Juliano Roberto da Silva, zootecnista responsável pelo rebanho CV; Humberto Liuz Wernersbach Filho, do Departamento de Produção de ForragensFertilizantes Heringer; Marco Balsalobre, engenheiro agrônomo da Bellman Nutrição Animal; Raysildo B. Lobo, professor doutor do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina Veterinária da USP de Ribeirão Preto e presidente da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores. (ANCP), e Roberta Gestal, pesquisadora e consultora da ANCP.

Programação do Dia de Campo CV
Local: Fazenda Campina - Presidente Venceslau(SP)
10h00: Apresentação do Sistema de Criação da Fazenda Campina
11h30: Visitação à fazenda e aos animais
12h30 - Encerramento
13h00: Almoço
14h30 : Debates
Assessoria de Imprensa:
Jornalista Responsável: Izabelly Pereira, MTB 11.634/SP (11) 8364-3346
Atendimento: Robson Rodrigues (11) 8642-8773
E-mails: robimprensa@uol.com.br / belly.pereira@yahoo.com.br
Tel. (11) 3876-8648
Para a remate de fêmeas, o tradicional criador da região apartou 80 novilhas PO com registro definitivo pela ABCZ entre 20 a 22 meses de idade, prontas para a próxima estação de monta, além de 150 vacas PO (ou ventre PO) com prenhez confirmada dos maiores raçadores do Nelore.
Como uma das pioneiras do Programa de Melhoramento Genético da Raça Nelore, o PMGRN, da Faculdade de Zootecnia e Veterinária de Ribeirão Preto/USP, a Fazenda Campina apresentará a avaliação genética de todos os animais, incluindo as DEPs para habilidade maternal, ganho de peso e fertilidade, bem como o Mérito Genético Total (MGT), que é um índice médio de todas as características avaliadas.
O remate ocorrerá às 19h00, quando será oferecido jantar à base de picanhas do Frigorífico Independência, um dos patrocinadores do leilão. A partir das 12h00 os animais estarão disponíveis nos currais do parque para vistoria pelos interessados.
Segundo Ricardo Viacava, diretor do projeto CV de Nelore Mocho e organizador do leilão, os animais irão surpreender pela qualidade. “As novilhas e a vacada apresentam ótimo escore corporal, muitas delas superando a marca de 650 quilos de peso e algumas alcançando mais de 700”, observa.
O zootecnista das fazendas de Carlos Viacava, Juliano Roberto da Silva, afirma que as novilhas foram apartadas com cuidado, para permitir a apresentação de um lote homogêneo e de alta qualidade. “Todos se surpreenderão com as filhas de touros famosos como Diago de CV, Ilópolis de CV, Amareto, Napoleão da SM, Brinco da Santa Maria, Bacana de Japaranduba, Ranchi da Ipê Ouro e outros campeões da genética do nelore”, afirma Silva.
Machos das gerações 2004 e 2005 - No dia 2 de setembro, data do aniversário de Presidente Venceslau e do encerramento da 31ª Faive, a partir das 12h00, será realizado o 7º Leilão Nelore Mocho de machos CV. A oferta contará com 150 touros nelore mocho sendo 40 da geração 2004, com 32 meses de idade, e 110 da geração 2005, com 2 anos. Entre os convidados especiais de Carlos Viacava estão nomes de muito peso na região como Alfredo Masseli, Nelson Trevisan, Guga Soriano e Mariana Neide Aguiare.
“A tourada de 32 meses vai chegar pesando em média 700 quilos, enquanto os mais jovens estarão, em média, acima de 530 quilos”, diz Juliano Roberto da Silva, zootecnista responsável pelo criatório CV. Os animais CV são criados a campo, rústicos e precoces e seguem com avaliação genética completa pelo PMGRN, exame andrológico e registro definitivo pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ). “Selecionamos touros de diferentes linhagens para evitar acasalamentos endogâmicos nos rebanhos de nossos clientes de anos anteriores, que assim não precisam se preocupar com consagüinidade”, diz Ricardo Viacava, diretor do Projeto.
Assim, estarão no leilão filhos dos raçadores Oficial, Napoleão e Sensual da Naviraí, Diago, Jaguarari, Jubiloso, Faive e Ilópolis de CV, Quark da Colonial e outros reprodutores com sangue de Zefec Abdala, Charuto 1646 da MN, Ordenado OB, entre outros.
Os remates serão conduzidos pela Leilosul, de Marcos Soriano, e terá o leiloeiro Adriano Barbosa no comando do martelo e a transmissão será ao vivo pelo canal Terra Viva.
Dia de Campo na Fazenda Campina
O criador Carlos Viacava, detentor da marca CV, abrirá as porteiras da Fazenda Campina, em Presidente Venceslau (SP), na próxima sexta-feira, dia 25, para o 1º Dia de Campo para demonstrar a sua alta tecnologia na produção de matrizes e reprodutores das mais altas linhagens do rebanho brasileiro, um trabalho iniciado a partir de seis novilhas mochas da marca OB adquiridas em 1986. O Brasil, por ter o maior rebanho bovino comercial e por possuir áreas de pastagens bastante distintas, permite a existência de vários sistemas de produção pecuária com diferentes graus de intensificação e de aplicação tecnológica.
“Vamos debater melhoramento genético, adubação de pastagens, nutrição e mineralização, manejo sanitário, reprodução pastejo rotacionado”, detalha o criador.
As palestras serão realizadas por especialistas do setor, como Mirian Gancedo, consultora Técnica Comercial da Vallée; Juliano Roberto da Silva, zootecnista responsável pelo rebanho CV; Humberto Liuz Wernersbach Filho, do Departamento de Produção de ForragensFertilizantes Heringer; Marco Balsalobre, engenheiro agrônomo da Bellman Nutrição Animal; Raysildo B. Lobo, professor doutor do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina Veterinária da USP de Ribeirão Preto e presidente da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores. (ANCP), e Roberta Gestal, pesquisadora e consultora da ANCP.
Programação do Dia de Campo CV
Local: Fazenda Campina - Presidente Venceslau(SP)
10h00: Apresentação do Sistema de Criação da Fazenda Campina
11h30: Visitação à fazenda e aos animais
12h30 - Encerramento
13h00: Almoço
14h30 : Debates
Assessoria de Imprensa:
Jornalista Responsável: Izabelly Pereira, MTB 11.634/SP (11) 8364-3346
Atendimento: Robson Rodrigues (11) 8642-8773
E-mails: robimprensa@uol.com.br / belly.pereira@yahoo.com.br
Tel. (11) 3876-8648
Cultivo de mamona no Piauí gera ocupação e aumento de renda no campo
Pesquisa do Sebrae no Estado mostra que projeto ultrapassou as metas traçadas
Giovana Perfeito
O cultivo da mamona no Piauí está em alta. É o que mostra o resultado de pesquisa do Sebrae no Estado sobre o projeto de cultura da mamona. Desenvolvido pela Instituição e parceiros, o projeto atende agricultores familiares organizados em associações nas regiões de Picos e Serra da Capivara.
Uma das metas do projeto era aumentar em 10% o número de pessoas ocupadas com a produção da mamona até o fim de 2006. Quando o projeto foi iniciado, em 2005, eram 732 produtores. No fim do ano passado, a quantidade de agricultores subiu para 1,029 mil. Uma variação de crescimento de 21,67%.
Outro objetivo conquistado foi o aumento da produção. A gestora local do projeto, Ana Lúcia Pereira, conta que a meta era aumentar em 10% o volume de produção até o fim do ano passado. "Conseguimos superar isso", festeja. De 10,7 mil quilos de mamona, em 2005, os produtores alcançaram 49,4 mil quilos no fim de 2006.
Esse resultado representa um crescimento de 357%, de um ano para o outro. Dos 23 municípios atendidos pelo projeto, cinco destacaram-se com produção alta: São Raimundo Nonato, Canto do Buriti, São Braz do Piauí, Caracol e Bonfim do Piauí.
Com o projeto, também foi possível aumentar a produtividade da mamona por hectare. A pesquisa, produzida pela Unidade de Estratégia e Diretrizes do Sebrae/PI, mostrou que em 2005 eram cultivados 1,3 mil quilos por hectare. Já em 2006, a produção por hectare subiu para 7,1 mil quilos.
Os números representam uma variação de crescimento de 414,73%. Mais uma meta foi superada, pois a previsão inicial era um crescimento de 10%. "Os dados mostram que o projeto está cumprindo o papel de ampliar a ocupação e a renda da população", diz a gestora Ana Lúcia.
Informação que transforma
Mas não é apenas a pesquisa que comprova o sucesso do programa. O testemunho do agricultor João Aparecido reforça o que os números dizem. Ele conta que, antes do projeto, a cultura da mamona estava em decadência no Estado. Tanto que os agricultores passaram a dedicar o tempo à cultura de subsistência, com plantio de feijão, milho e mandioca.
"Com o Sebrae, continuamos plantando esses alimentos. O feijão é para o consumo e o milho para a venda. Mas nos dedicamos também à cultura da mamona, de onde tiramos o reforço da renda", diz João. Segundo ele, cada produtor atendido pelo projeto já conseguiu ter um aumento de 10% na renda anual por conta da mamona.
Além do trabalho na terra, João também preside a Associação de Produtores de São Raimundo Nonato, criada com o projeto. Só nessa região, 850 produtores fazem parte do projeto. Para João, os cursos de capacitação realizados estão entre os ganhos com o projeto. "É muito importante ter a informação para aplicá-la ao trabalho no campo", diz.
A pesquisa realizada também apontou isso. Os resultados mostram que a maioria dos produtores que participaram de palestras e cursos promovidos pelo Sebrae respondeu que as informações são aplicáveis ao dia-a-dia.
Tradicional e moderna
O Piauí tem tradição na produção de mamona. Nas décadas de 60 e 70, o plantio ultrapassou 40 mil hectares. Na época, a produção era destinada para o uso na ricinoquímica, extração do óleo da mamona, para atender o mercado internacional.
Depois desse período, houve uma grande queda no plantio, ao ponto de, no ano 2000, ter apenas 60 hectares plantados na área alvo do projeto do Sebrae. Foi com o Programa Nacional do Biodiesel que a mamona voltou a ser destaque. Ela foi escolhida como a oleaginosa que apresentava melhor adaptação para o Nordeste brasileiro.
Segundo Ana Lúcia, a mamona exige baixo investimento em tecnologias e insumos, e pode ser cultivada com tecnologias simplificadas e ao lado de outras culturas alimentícias. Identificando essa oportunidade, o Sebrae no Piauí buscou parcerias para apoiar os produtores de mamona, visando seu uso como matriz energética na produção de biodiesel.
Com o projeto, a atividade agrícola foi fortalecida e os produtores foram inseridos no Programa de Agroenergia do Brasil. Atualmente, eles já têm mercado para a produção. Vendem o quilo da mamona por R$ 0,66 para uma empresa produtora de biodiesel.
Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7494 e (61) 2107-9359/ 9362
Sebrae no Piauí – (86) 3216-1300
www.interjornal.com.br
asn.interjornal.com.br
Giovana Perfeito
O cultivo da mamona no Piauí está em alta. É o que mostra o resultado de pesquisa do Sebrae no Estado sobre o projeto de cultura da mamona. Desenvolvido pela Instituição e parceiros, o projeto atende agricultores familiares organizados em associações nas regiões de Picos e Serra da Capivara.
Uma das metas do projeto era aumentar em 10% o número de pessoas ocupadas com a produção da mamona até o fim de 2006. Quando o projeto foi iniciado, em 2005, eram 732 produtores. No fim do ano passado, a quantidade de agricultores subiu para 1,029 mil. Uma variação de crescimento de 21,67%.
Outro objetivo conquistado foi o aumento da produção. A gestora local do projeto, Ana Lúcia Pereira, conta que a meta era aumentar em 10% o volume de produção até o fim do ano passado. "Conseguimos superar isso", festeja. De 10,7 mil quilos de mamona, em 2005, os produtores alcançaram 49,4 mil quilos no fim de 2006.
Esse resultado representa um crescimento de 357%, de um ano para o outro. Dos 23 municípios atendidos pelo projeto, cinco destacaram-se com produção alta: São Raimundo Nonato, Canto do Buriti, São Braz do Piauí, Caracol e Bonfim do Piauí.
Com o projeto, também foi possível aumentar a produtividade da mamona por hectare. A pesquisa, produzida pela Unidade de Estratégia e Diretrizes do Sebrae/PI, mostrou que em 2005 eram cultivados 1,3 mil quilos por hectare. Já em 2006, a produção por hectare subiu para 7,1 mil quilos.
Os números representam uma variação de crescimento de 414,73%. Mais uma meta foi superada, pois a previsão inicial era um crescimento de 10%. "Os dados mostram que o projeto está cumprindo o papel de ampliar a ocupação e a renda da população", diz a gestora Ana Lúcia.
Informação que transforma
Mas não é apenas a pesquisa que comprova o sucesso do programa. O testemunho do agricultor João Aparecido reforça o que os números dizem. Ele conta que, antes do projeto, a cultura da mamona estava em decadência no Estado. Tanto que os agricultores passaram a dedicar o tempo à cultura de subsistência, com plantio de feijão, milho e mandioca.
"Com o Sebrae, continuamos plantando esses alimentos. O feijão é para o consumo e o milho para a venda. Mas nos dedicamos também à cultura da mamona, de onde tiramos o reforço da renda", diz João. Segundo ele, cada produtor atendido pelo projeto já conseguiu ter um aumento de 10% na renda anual por conta da mamona.
Além do trabalho na terra, João também preside a Associação de Produtores de São Raimundo Nonato, criada com o projeto. Só nessa região, 850 produtores fazem parte do projeto. Para João, os cursos de capacitação realizados estão entre os ganhos com o projeto. "É muito importante ter a informação para aplicá-la ao trabalho no campo", diz.
A pesquisa realizada também apontou isso. Os resultados mostram que a maioria dos produtores que participaram de palestras e cursos promovidos pelo Sebrae respondeu que as informações são aplicáveis ao dia-a-dia.
Tradicional e moderna
O Piauí tem tradição na produção de mamona. Nas décadas de 60 e 70, o plantio ultrapassou 40 mil hectares. Na época, a produção era destinada para o uso na ricinoquímica, extração do óleo da mamona, para atender o mercado internacional.
Depois desse período, houve uma grande queda no plantio, ao ponto de, no ano 2000, ter apenas 60 hectares plantados na área alvo do projeto do Sebrae. Foi com o Programa Nacional do Biodiesel que a mamona voltou a ser destaque. Ela foi escolhida como a oleaginosa que apresentava melhor adaptação para o Nordeste brasileiro.
Segundo Ana Lúcia, a mamona exige baixo investimento em tecnologias e insumos, e pode ser cultivada com tecnologias simplificadas e ao lado de outras culturas alimentícias. Identificando essa oportunidade, o Sebrae no Piauí buscou parcerias para apoiar os produtores de mamona, visando seu uso como matriz energética na produção de biodiesel.
Com o projeto, a atividade agrícola foi fortalecida e os produtores foram inseridos no Programa de Agroenergia do Brasil. Atualmente, eles já têm mercado para a produção. Vendem o quilo da mamona por R$ 0,66 para uma empresa produtora de biodiesel.
Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7494 e (61) 2107-9359/ 9362
Sebrae no Piauí – (86) 3216-1300
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quinta-feira, agosto 23, 2007
LEILÃO VIRTUAL TOUROS SIMENTAL
Casa Branca ofertará 55 de seus melhores touros Simental linhagem sul-africana em 19 de setembro
A valorização dos preços do boi gordo está devolvendo o ânimo aos pecuaristas e exigindo a reposição de seus plantéis de touros para, assim, produzir mais bezerros e obter melhor resultado econômico. Mas, para que isso aconteça, é preciso adquirir machos comprovadamente produtivos e perfeitamente adaptados a todas as regiões do Brasil.
É esse o objetivo da Casa Branca Agropastoril, maior projeto da raça Simental linhagem sul-africana do País, que separou 55 dos seus melhores touros para o III Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana, programado para o dia 19 de setembro, a partir das 20:45 horas, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural.
Esta é uma excelente oportunidade para os pecuaristas atualizarem o seu banco genético, com touros jovens, de 2 anos de idade, altamente produtivos, férteis, de excelente carcaça, precoces e perfeitamente adaptados às condições tropicais, ressalta Paulo de Castro Marques, proprietário da Casa Branca Agropastoril.
Todos os touros Simental linhagem sul-africana colocados à venda pela Casa Branca no leilão virtual são devidamente avaliados para produção a campo, têm exame andrológico positivo, passaram por todos os cuidados sanitários exigidos e são provados em condições de pasto. São reprodutores em perfeitas condições para acelerar a produção de bezerros precoces e pesados, ressalta Castro Marques.
A Casa Branca também colocará à venda uma oferta especial de 25 fêmeas Simental, incluindo doadoras, fêmeas comerciais e novilhas prenhas.
Os animais Simental sul-africanos da Casa Branca são rústicos e adaptados às difíceis condições climáticas, não são tosqueados e têm pêlo zero. Eles vivem extremamente bem nas regiões tropicais, sem perda de libido e com alta produtividade.
Este é o terceiro leilão virtual de Simental linhagem sul-africana da Casa Branca. Nos anos anteriores, o evento atraiu investidores do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins, Rondônia, Pará e Distrito Federal. Nossa expectativa é realizar um leilão com 100% de liquidez. A procura por touros Simental sul-africanos da Casa Branca está aquecida e esta é uma das poucas oportunidades para os pecuaristas que investem na pecuária de resultados adquirir volume de touros com qualidade comprovada, assinala o proprietário da Casa Branca.
Todos os lotes colocados à venda no III Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana poderão ser adquiridos em 16 parcelas, sem juros. A Casa Branca oferece frete grátis para 500 km a partir do Sul de Minas Gerais para compras de 2 animais; de 1.000 km para aquisição de 4 touros e frete grátis para qualquer lugar do País para compra de mais de 6 touros. Além disso, todos os animais recebem o exclusivo atendimento pós-venda da Casa Branca, informa Paulo de Castro Marques.
Informações adicionais sobre II Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana podem ser obtidas na Casa Branca Agropastoril pelo telefone (11) 5586-2545.
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 2198-1888
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
A valorização dos preços do boi gordo está devolvendo o ânimo aos pecuaristas e exigindo a reposição de seus plantéis de touros para, assim, produzir mais bezerros e obter melhor resultado econômico. Mas, para que isso aconteça, é preciso adquirir machos comprovadamente produtivos e perfeitamente adaptados a todas as regiões do Brasil.
É esse o objetivo da Casa Branca Agropastoril, maior projeto da raça Simental linhagem sul-africana do País, que separou 55 dos seus melhores touros para o III Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana, programado para o dia 19 de setembro, a partir das 20:45 horas, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural.
Esta é uma excelente oportunidade para os pecuaristas atualizarem o seu banco genético, com touros jovens, de 2 anos de idade, altamente produtivos, férteis, de excelente carcaça, precoces e perfeitamente adaptados às condições tropicais, ressalta Paulo de Castro Marques, proprietário da Casa Branca Agropastoril.
Todos os touros Simental linhagem sul-africana colocados à venda pela Casa Branca no leilão virtual são devidamente avaliados para produção a campo, têm exame andrológico positivo, passaram por todos os cuidados sanitários exigidos e são provados em condições de pasto. São reprodutores em perfeitas condições para acelerar a produção de bezerros precoces e pesados, ressalta Castro Marques.
A Casa Branca também colocará à venda uma oferta especial de 25 fêmeas Simental, incluindo doadoras, fêmeas comerciais e novilhas prenhas.
Os animais Simental sul-africanos da Casa Branca são rústicos e adaptados às difíceis condições climáticas, não são tosqueados e têm pêlo zero. Eles vivem extremamente bem nas regiões tropicais, sem perda de libido e com alta produtividade.
Este é o terceiro leilão virtual de Simental linhagem sul-africana da Casa Branca. Nos anos anteriores, o evento atraiu investidores do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins, Rondônia, Pará e Distrito Federal. Nossa expectativa é realizar um leilão com 100% de liquidez. A procura por touros Simental sul-africanos da Casa Branca está aquecida e esta é uma das poucas oportunidades para os pecuaristas que investem na pecuária de resultados adquirir volume de touros com qualidade comprovada, assinala o proprietário da Casa Branca.
Todos os lotes colocados à venda no III Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana poderão ser adquiridos em 16 parcelas, sem juros. A Casa Branca oferece frete grátis para 500 km a partir do Sul de Minas Gerais para compras de 2 animais; de 1.000 km para aquisição de 4 touros e frete grátis para qualquer lugar do País para compra de mais de 6 touros. Além disso, todos os animais recebem o exclusivo atendimento pós-venda da Casa Branca, informa Paulo de Castro Marques.
Informações adicionais sobre II Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana podem ser obtidas na Casa Branca Agropastoril pelo telefone (11) 5586-2545.
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 2198-1888
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Comitê de Agroecologia do Condraf realiza sua primeira reunião
Nos dias 23 e 24, acontece em Brasília a primeira reunião para instalação do Comitê de Agroecologia, criado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf) no final de junho deste ano. Entre as principais atribuições do comitê, estão as de apresentar propostas, acompanhar e avaliar políticas públicas e instrumentos que apóiem a promoção do desenvolvimento rural sustentável e o processo de transição dos modelos produtivos convencionais para sistemas sustentáveis.
Além disso, cabe ao novo Comitê, que tem a Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA) como Secretaria Executiva, sugerir as diretrizes que irão orientar a forma de aplicar recursos orçamentários e os futuros financiamentos para constituir as políticas de apoio à agroecologia no País.
Para o secretário de Agricultura Familiar, Adoniram Peraci, “esse é mais um passo que o Ministério do Desenvolvimento Agrário dá na direção de apoiar o processo de transição agroecológica e o fortalecimento de agriculturas de base ecológica nas unidades familiares de produção”.
Segundo o coordenador-geral de Assistência Técnica e Extensão Rural da SAF/MDA, Francisco Caporal, Agroecologia é “a ciência capaz de estabelecer bases para a construção de estilos de agriculturas sustentáveis e de estratégias de desenvolvimento rural sustentáveis, dando suporte para as políticas públicas voltadas a processos de transição agroecológica”.
Os participantes
Além da Secretaria de Agricultura Familiar, o Comitê tem como membros instituições governamentais e não-governamentais, como: a Secretaria de Reordenamento Agrário e a Secretaria de Desenvolvimento Territorial, ambas do MDA, a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Ministério da Educação (MEC), a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab/MAPA), o Conselho Nacional das Entidades Estaduais de Pesquisa (Consepa), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Brasil (Fetraf/Brasil), a Via Campesina, ONGs de cada Região do País, a União Nacional das Escolas Famílias Agrícolas do Brasil (Unefab), a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), a Associação Brasileira de Agroecologia, o Fórum das Certificadoras por Auditoria, a Federação das Associações e Sindicatos dos Trabalhadores de Extensão Rural e do Setor Público e a ONG AS-PTA.
Longo caminho
Para chegar à criação do Comitê de Agroecologia do Condraf, o Ministério do Desenvolvimento Agrário percorreu um longo caminho, que iniciou já em 2003, quando o debate surgia no âmbito da SAF. Em 2005, a SAF/MDA lançou o Programa de Apoio à Agricultura de Base Ecológica nas Unidades Familiares de Produção, mais conhecido como Programa de Agroecologia. A finalidade era promover maior unidade e visibilidade às ações que a Secretaria já desenvolvia neste campo.
Segundo Caporal, já foi possível avançar muito, desde 2003, permitindo que fossem apoiadas inúmeras ações de fortalecimento de processos de transição agroecológica, criando espaços de articulação com a sociedade civil e organizações públicas estatais e com os demais atores locais. “Hoje temos o grande desafio de seguir nessa tarefa junto ao novo Comitê”, finaliza Caporal.
O quê: 1ª Reunião do Comitê de Agroecologia do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf)
Data: quinta (23) e sexta-feira (24)
Local: Auditório do Incra, no Setor Bancário Norte, Edifício Palácio do Desenvolvimento, 22º andar, em Brasília/DF
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura Familiar
Além disso, cabe ao novo Comitê, que tem a Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA) como Secretaria Executiva, sugerir as diretrizes que irão orientar a forma de aplicar recursos orçamentários e os futuros financiamentos para constituir as políticas de apoio à agroecologia no País.
Para o secretário de Agricultura Familiar, Adoniram Peraci, “esse é mais um passo que o Ministério do Desenvolvimento Agrário dá na direção de apoiar o processo de transição agroecológica e o fortalecimento de agriculturas de base ecológica nas unidades familiares de produção”.
Segundo o coordenador-geral de Assistência Técnica e Extensão Rural da SAF/MDA, Francisco Caporal, Agroecologia é “a ciência capaz de estabelecer bases para a construção de estilos de agriculturas sustentáveis e de estratégias de desenvolvimento rural sustentáveis, dando suporte para as políticas públicas voltadas a processos de transição agroecológica”.
Os participantes
Além da Secretaria de Agricultura Familiar, o Comitê tem como membros instituições governamentais e não-governamentais, como: a Secretaria de Reordenamento Agrário e a Secretaria de Desenvolvimento Territorial, ambas do MDA, a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Ministério da Educação (MEC), a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab/MAPA), o Conselho Nacional das Entidades Estaduais de Pesquisa (Consepa), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Brasil (Fetraf/Brasil), a Via Campesina, ONGs de cada Região do País, a União Nacional das Escolas Famílias Agrícolas do Brasil (Unefab), a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), a Associação Brasileira de Agroecologia, o Fórum das Certificadoras por Auditoria, a Federação das Associações e Sindicatos dos Trabalhadores de Extensão Rural e do Setor Público e a ONG AS-PTA.
Longo caminho
Para chegar à criação do Comitê de Agroecologia do Condraf, o Ministério do Desenvolvimento Agrário percorreu um longo caminho, que iniciou já em 2003, quando o debate surgia no âmbito da SAF. Em 2005, a SAF/MDA lançou o Programa de Apoio à Agricultura de Base Ecológica nas Unidades Familiares de Produção, mais conhecido como Programa de Agroecologia. A finalidade era promover maior unidade e visibilidade às ações que a Secretaria já desenvolvia neste campo.
Segundo Caporal, já foi possível avançar muito, desde 2003, permitindo que fossem apoiadas inúmeras ações de fortalecimento de processos de transição agroecológica, criando espaços de articulação com a sociedade civil e organizações públicas estatais e com os demais atores locais. “Hoje temos o grande desafio de seguir nessa tarefa junto ao novo Comitê”, finaliza Caporal.
O quê: 1ª Reunião do Comitê de Agroecologia do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf)
Data: quinta (23) e sexta-feira (24)
Local: Auditório do Incra, no Setor Bancário Norte, Edifício Palácio do Desenvolvimento, 22º andar, em Brasília/DF
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura Familiar
Produtores de milho criam a Abramilho, entidade de representatividade nacional
Ao lado da soja, o milho está entre as principais culturas brasileiras que influenciam o desempenho do agronegócio. No momento atual, essa importância cresce ainda mais por conta de uma singular conjunção de fatores internacionais. Com isso, muito em breve o milho ocupará uma posição estratégica para o País em termos mundiais. A afirmação é do ex-secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul e eleito presidente executivo da Abramilho – Associação Brasileira dos Produtores de Milho, e foi feita nesta quarta-feira, dia 22, em Brasília, durante encontro de produtores de milho de seis Estados e do Distrito Federal que marcou o lançamento da nova entidade representativa dos produtores de milho.
Sediada em Brasília, a Abramilho é uma associação civil sem fins lucrativos e representará produtores de milho congregados por associações estaduais e do Distrito Federal bem como cooperativas, entidades nacionais e regionais com interesses comuns e está aberta a intercâmbios cultural e científico com entidades congêneres internacionais. Seu estatuto também prevê um conselho consultivo de apoio à diretoria de grande abrangência, incluindo representantes da comunidade científica e das entidades sindicais vinculadas à cadeia produtiva do milho.
Além do presidente executivo eleito, Odacir Klein, compõem a primeira diretoria da Abramilho: João Carlos Werlang, do Distrito Federal, presidente institucional; Enori Barbieri, de Xanxerê-SC e Sérgio Luiz Bortolozzo, de Teresina-PI, vices-presidentes; Cesário Ramalho da Silva, de São Paulo-SP e Rui Polidoro Pinto, de Porto Alegre-RS, 1º e 2º secretários, respectivamente; e Paulo Bertolini, de Castro-PR e José Roberto Stabile, de Patos de Minas-MG, respectivamente, 1º e 2º tesoureiros.
Para o presidente executivo da Abramilho, mais do que nunca, o milho precisa receber mais atenção, para que esse atual momento favorável ao Brasil não seja desperdiçado. "Temos que buscar aumento de produtividade, com o uso de biotecnologia, máquinas e implementos modernos. E sem esquecer do combate ao desperdício e estímulo à irrigação", enfatiza.
Entre os fatores que constituem o atual panorama positivo para o milho brasileiro, ele enumera a atual política dos Estados Unidos, o maior produtor mundial de milho, de redirecionamento da produção para a geração de etanol em detrimento das exportações, e da Argentina, terceiro produtor mundial, fortemente empenhada na produção de soja, além da China optando pela formação de estoques e a Europa sem condições de estender a fronteira agrícola.
De acordo com o 11º levantamento da safra agrícola 2006/2007 da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, a produção brasileira de milho, incluindo a safrinha, deverá atingir 50,65 milhões, com crescimento de 19,1% sobre a safra passada. Segundo estimativa da ABRASEM – Associação Brasileira de Sementes e Mudas, se o Brasil plantar milho Bt em 50% da atual área plantada (12,8 milhões de hectares) haverá um ganho econômico anual de US$ 191 milhões para o País, incluindo redução no custo de produção e aumento de produtividade.
Assessoria de Imprensa ABRAMILHO
Barcelona Soluções Corporativas
(11) 3817 7970
Sediada em Brasília, a Abramilho é uma associação civil sem fins lucrativos e representará produtores de milho congregados por associações estaduais e do Distrito Federal bem como cooperativas, entidades nacionais e regionais com interesses comuns e está aberta a intercâmbios cultural e científico com entidades congêneres internacionais. Seu estatuto também prevê um conselho consultivo de apoio à diretoria de grande abrangência, incluindo representantes da comunidade científica e das entidades sindicais vinculadas à cadeia produtiva do milho.
Além do presidente executivo eleito, Odacir Klein, compõem a primeira diretoria da Abramilho: João Carlos Werlang, do Distrito Federal, presidente institucional; Enori Barbieri, de Xanxerê-SC e Sérgio Luiz Bortolozzo, de Teresina-PI, vices-presidentes; Cesário Ramalho da Silva, de São Paulo-SP e Rui Polidoro Pinto, de Porto Alegre-RS, 1º e 2º secretários, respectivamente; e Paulo Bertolini, de Castro-PR e José Roberto Stabile, de Patos de Minas-MG, respectivamente, 1º e 2º tesoureiros.
Para o presidente executivo da Abramilho, mais do que nunca, o milho precisa receber mais atenção, para que esse atual momento favorável ao Brasil não seja desperdiçado. "Temos que buscar aumento de produtividade, com o uso de biotecnologia, máquinas e implementos modernos. E sem esquecer do combate ao desperdício e estímulo à irrigação", enfatiza.
Entre os fatores que constituem o atual panorama positivo para o milho brasileiro, ele enumera a atual política dos Estados Unidos, o maior produtor mundial de milho, de redirecionamento da produção para a geração de etanol em detrimento das exportações, e da Argentina, terceiro produtor mundial, fortemente empenhada na produção de soja, além da China optando pela formação de estoques e a Europa sem condições de estender a fronteira agrícola.
De acordo com o 11º levantamento da safra agrícola 2006/2007 da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, a produção brasileira de milho, incluindo a safrinha, deverá atingir 50,65 milhões, com crescimento de 19,1% sobre a safra passada. Segundo estimativa da ABRASEM – Associação Brasileira de Sementes e Mudas, se o Brasil plantar milho Bt em 50% da atual área plantada (12,8 milhões de hectares) haverá um ganho econômico anual de US$ 191 milhões para o País, incluindo redução no custo de produção e aumento de produtividade.
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