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sexta-feira, agosto 24, 2007

Cultivo de mamona no Piauí gera ocupação e aumento de renda no campo

Pesquisa do Sebrae no Estado mostra que projeto ultrapassou as metas traçadas

Giovana Perfeito

O cultivo da mamona no Piauí está em alta. É o que mostra o resultado de pesquisa do Sebrae no Estado sobre o projeto de cultura da mamona. Desenvolvido pela Instituição e parceiros, o projeto atende agricultores familiares organizados em associações nas regiões de Picos e Serra da Capivara.
Uma das metas do projeto era aumentar em 10% o número de pessoas ocupadas com a produção da mamona até o fim de 2006. Quando o projeto foi iniciado, em 2005, eram 732 produtores. No fim do ano passado, a quantidade de agricultores subiu para 1,029 mil. Uma variação de crescimento de 21,67%.
Outro objetivo conquistado foi o aumento da produção. A gestora local do projeto, Ana Lúcia Pereira, conta que a meta era aumentar em 10% o volume de produção até o fim do ano passado. "Conseguimos superar isso", festeja. De 10,7 mil quilos de mamona, em 2005, os produtores alcançaram 49,4 mil quilos no fim de 2006.
Esse resultado representa um crescimento de 357%, de um ano para o outro. Dos 23 municípios atendidos pelo projeto, cinco destacaram-se com produção alta: São Raimundo Nonato, Canto do Buriti, São Braz do Piauí, Caracol e Bonfim do Piauí.
Com o projeto, também foi possível aumentar a produtividade da mamona por hectare. A pesquisa, produzida pela Unidade de Estratégia e Diretrizes do Sebrae/PI, mostrou que em 2005 eram cultivados 1,3 mil quilos por hectare. Já em 2006, a produção por hectare subiu para 7,1 mil quilos.
Os números representam uma variação de crescimento de 414,73%. Mais uma meta foi superada, pois a previsão inicial era um crescimento de 10%. "Os dados mostram que o projeto está cumprindo o papel de ampliar a ocupação e a renda da população", diz a gestora Ana Lúcia.

Informação que transforma
Mas não é apenas a pesquisa que comprova o sucesso do programa. O testemunho do agricultor João Aparecido reforça o que os números dizem. Ele conta que, antes do projeto, a cultura da mamona estava em decadência no Estado. Tanto que os agricultores passaram a dedicar o tempo à cultura de subsistência, com plantio de feijão, milho e mandioca.
"Com o Sebrae, continuamos plantando esses alimentos. O feijão é para o consumo e o milho para a venda. Mas nos dedicamos também à cultura da mamona, de onde tiramos o reforço da renda", diz João. Segundo ele, cada produtor atendido pelo projeto já conseguiu ter um aumento de 10% na renda anual por conta da mamona.
Além do trabalho na terra, João também preside a Associação de Produtores de São Raimundo Nonato, criada com o projeto. Só nessa região, 850 produtores fazem parte do projeto. Para João, os cursos de capacitação realizados estão entre os ganhos com o projeto. "É muito importante ter a informação para aplicá-la ao trabalho no campo", diz.
A pesquisa realizada também apontou isso. Os resultados mostram que a maioria dos produtores que participaram de palestras e cursos promovidos pelo Sebrae respondeu que as informações são aplicáveis ao dia-a-dia.

Tradicional e moderna
O Piauí tem tradição na produção de mamona. Nas décadas de 60 e 70, o plantio ultrapassou 40 mil hectares. Na época, a produção era destinada para o uso na ricinoquímica, extração do óleo da mamona, para atender o mercado internacional.
Depois desse período, houve uma grande queda no plantio, ao ponto de, no ano 2000, ter apenas 60 hectares plantados na área alvo do projeto do Sebrae. Foi com o Programa Nacional do Biodiesel que a mamona voltou a ser destaque. Ela foi escolhida como a oleaginosa que apresentava melhor adaptação para o Nordeste brasileiro.
Segundo Ana Lúcia, a mamona exige baixo investimento em tecnologias e insumos, e pode ser cultivada com tecnologias simplificadas e ao lado de outras culturas alimentícias. Identificando essa oportunidade, o Sebrae no Piauí buscou parcerias para apoiar os produtores de mamona, visando seu uso como matriz energética na produção de biodiesel.
Com o projeto, a atividade agrícola foi fortalecida e os produtores foram inseridos no Programa de Agroenergia do Brasil. Atualmente, eles já têm mercado para a produção. Vendem o quilo da mamona por R$ 0,66 para uma empresa produtora de biodiesel.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7494 e (61) 2107-9359/ 9362
Sebrae no Piauí – (86) 3216-1300
www.interjornal.com.br
asn.interjornal.com.br

quinta-feira, agosto 23, 2007

LEILÃO VIRTUAL TOUROS SIMENTAL

Casa Branca ofertará 55 de seus melhores touros Simental linhagem sul-africana em 19 de setembro

A valorização dos preços do boi gordo está devolvendo o ânimo aos pecuaristas e exigindo a reposição de seus plantéis de touros para, assim, produzir mais bezerros e obter melhor resultado econômico. Mas, para que isso aconteça, é preciso adquirir machos comprovadamente produtivos e perfeitamente adaptados a todas as regiões do Brasil.
É esse o objetivo da Casa Branca Agropastoril, maior projeto da raça Simental linhagem sul-africana do País, que separou 55 dos seus melhores touros para o III Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana, programado para o dia 19 de setembro, a partir das 20:45 horas, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural.
Esta é uma excelente oportunidade para os pecuaristas atualizarem o seu banco genético, com touros jovens, de 2 anos de idade, altamente produtivos, férteis, de excelente carcaça, precoces e perfeitamente adaptados às condições tropicais, ressalta Paulo de Castro Marques, proprietário da Casa Branca Agropastoril.
Todos os touros Simental linhagem sul-africana colocados à venda pela Casa Branca no leilão virtual são devidamente avaliados para produção a campo, têm exame andrológico positivo, passaram por todos os cuidados sanitários exigidos e são provados em condições de pasto. São reprodutores em perfeitas condições para acelerar a produção de bezerros precoces e pesados, ressalta Castro Marques.
A Casa Branca também colocará à venda uma oferta especial de 25 fêmeas Simental, incluindo doadoras, fêmeas comerciais e novilhas prenhas.
Os animais Simental sul-africanos da Casa Branca são rústicos e adaptados às difíceis condições climáticas, não são tosqueados e têm pêlo zero. Eles vivem extremamente bem nas regiões tropicais, sem perda de libido e com alta produtividade.
Este é o terceiro leilão virtual de Simental linhagem sul-africana da Casa Branca. Nos anos anteriores, o evento atraiu investidores do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins, Rondônia, Pará e Distrito Federal. Nossa expectativa é realizar um leilão com 100% de liquidez. A procura por touros Simental sul-africanos da Casa Branca está aquecida e esta é uma das poucas oportunidades para os pecuaristas que investem na pecuária de resultados adquirir volume de touros com qualidade comprovada, assinala o proprietário da Casa Branca.
Todos os lotes colocados à venda no III Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana poderão ser adquiridos em 16 parcelas, sem juros. A Casa Branca oferece frete grátis para 500 km a partir do Sul de Minas Gerais para compras de 2 animais; de 1.000 km para aquisição de 4 touros e frete grátis para qualquer lugar do País para compra de mais de 6 touros. Além disso, todos os animais recebem o exclusivo atendimento pós-venda da Casa Branca, informa Paulo de Castro Marques.

Informações adicionais sobre II Leilão Virtual de Touros Simental Linhagem Sul-Africana podem ser obtidas na Casa Branca Agropastoril pelo telefone (11) 5586-2545.


Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 2198-1888
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)

Comitê de Agroecologia do Condraf realiza sua primeira reunião

Nos dias 23 e 24, acontece em Brasília a primeira reunião para instalação do Comitê de Agroecologia, criado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf) no final de junho deste ano. Entre as principais atribuições do comitê, estão as de apresentar propostas, acompanhar e avaliar políticas públicas e instrumentos que apóiem a promoção do desenvolvimento rural sustentável e o processo de transição dos modelos produtivos convencionais para sistemas sustentáveis.
Além disso, cabe ao novo Comitê, que tem a Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA) como Secretaria Executiva, sugerir as diretrizes que irão orientar a forma de aplicar recursos orçamentários e os futuros financiamentos para constituir as políticas de apoio à agroecologia no País.
Para o secretário de Agricultura Familiar, Adoniram Peraci, “esse é mais um passo que o Ministério do Desenvolvimento Agrário dá na direção de apoiar o processo de transição agroecológica e o fortalecimento de agriculturas de base ecológica nas unidades familiares de produção”.
Segundo o coordenador-geral de Assistência Técnica e Extensão Rural da SAF/MDA, Francisco Caporal, Agroecologia é “a ciência capaz de estabelecer bases para a construção de estilos de agriculturas sustentáveis e de estratégias de desenvolvimento rural sustentáveis, dando suporte para as políticas públicas voltadas a processos de transição agroecológica”.

Os participantes
Além da Secretaria de Agricultura Familiar, o Comitê tem como membros instituições governamentais e não-governamentais, como: a Secretaria de Reordenamento Agrário e a Secretaria de Desenvolvimento Territorial, ambas do MDA, a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Ministério da Educação (MEC), a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab/MAPA), o Conselho Nacional das Entidades Estaduais de Pesquisa (Consepa), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Brasil (Fetraf/Brasil), a Via Campesina, ONGs de cada Região do País, a União Nacional das Escolas Famílias Agrícolas do Brasil (Unefab), a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), a Associação Brasileira de Agroecologia, o Fórum das Certificadoras por Auditoria, a Federação das Associações e Sindicatos dos Trabalhadores de Extensão Rural e do Setor Público e a ONG AS-PTA.

Longo caminho
Para chegar à criação do Comitê de Agroecologia do Condraf, o Ministério do Desenvolvimento Agrário percorreu um longo caminho, que iniciou já em 2003, quando o debate surgia no âmbito da SAF. Em 2005, a SAF/MDA lançou o Programa de Apoio à Agricultura de Base Ecológica nas Unidades Familiares de Produção, mais conhecido como Programa de Agroecologia. A finalidade era promover maior unidade e visibilidade às ações que a Secretaria já desenvolvia neste campo.
Segundo Caporal, já foi possível avançar muito, desde 2003, permitindo que fossem apoiadas inúmeras ações de fortalecimento de processos de transição agroecológica, criando espaços de articulação com a sociedade civil e organizações públicas estatais e com os demais atores locais. “Hoje temos o grande desafio de seguir nessa tarefa junto ao novo Comitê”, finaliza Caporal.

O quê: 1ª Reunião do Comitê de Agroecologia do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf)
Data: quinta (23) e sexta-feira (24)
Local: Auditório do Incra, no Setor Bancário Norte, Edifício Palácio do Desenvolvimento, 22º andar, em Brasília/DF


Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura Familiar

Produtores de milho criam a Abramilho, entidade de representatividade nacional

Ao lado da soja, o milho está entre as principais culturas brasileiras que influenciam o desempenho do agronegócio. No momento atual, essa importância cresce ainda mais por conta de uma singular conjunção de fatores internacionais. Com isso, muito em breve o milho ocupará uma posição estratégica para o País em termos mundiais. A afirmação é do ex-secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul e eleito presidente executivo da Abramilho – Associação Brasileira dos Produtores de Milho, e foi feita nesta quarta-feira, dia 22, em Brasília, durante encontro de produtores de milho de seis Estados e do Distrito Federal que marcou o lançamento da nova entidade representativa dos produtores de milho.
Sediada em Brasília, a Abramilho é uma associação civil sem fins lucrativos e representará produtores de milho congregados por associações estaduais e do Distrito Federal bem como cooperativas, entidades nacionais e regionais com interesses comuns e está aberta a intercâmbios cultural e científico com entidades congêneres internacionais. Seu estatuto também prevê um conselho consultivo de apoio à diretoria de grande abrangência, incluindo representantes da comunidade científica e das entidades sindicais vinculadas à cadeia produtiva do milho.
Além do presidente executivo eleito, Odacir Klein, compõem a primeira diretoria da Abramilho: João Carlos Werlang, do Distrito Federal, presidente institucional; Enori Barbieri, de Xanxerê-SC e Sérgio Luiz Bortolozzo, de Teresina-PI, vices-presidentes; Cesário Ramalho da Silva, de São Paulo-SP e Rui Polidoro Pinto, de Porto Alegre-RS, 1º e 2º secretários, respectivamente; e Paulo Bertolini, de Castro-PR e José Roberto Stabile, de Patos de Minas-MG, respectivamente, 1º e 2º tesoureiros.
Para o presidente executivo da Abramilho, mais do que nunca, o milho precisa receber mais atenção, para que esse atual momento favorável ao Brasil não seja desperdiçado. "Temos que buscar aumento de produtividade, com o uso de biotecnologia, máquinas e implementos modernos. E sem esquecer do combate ao desperdício e estímulo à irrigação", enfatiza.
Entre os fatores que constituem o atual panorama positivo para o milho brasileiro, ele enumera a atual política dos Estados Unidos, o maior produtor mundial de milho, de redirecionamento da produção para a geração de etanol em detrimento das exportações, e da Argentina, terceiro produtor mundial, fortemente empenhada na produção de soja, além da China optando pela formação de estoques e a Europa sem condições de estender a fronteira agrícola.
De acordo com o 11º levantamento da safra agrícola 2006/2007 da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, a produção brasileira de milho, incluindo a safrinha, deverá atingir 50,65 milhões, com crescimento de 19,1% sobre a safra passada. Segundo estimativa da ABRASEM – Associação Brasileira de Sementes e Mudas, se o Brasil plantar milho Bt em 50% da atual área plantada (12,8 milhões de hectares) haverá um ganho econômico anual de US$ 191 milhões para o País, incluindo redução no custo de produção e aumento de produtividade.


Assessoria de Imprensa ABRAMILHO
Barcelona Soluções Corporativas
(11) 3817 7970

quarta-feira, agosto 22, 2007

CÃES E GATOS GANHAM HOSPITAL VETERINÁRIO COM PADRÕES INTERNACIONAIS

O empreendimento contará com produtos da Pet Society em seu Centro de Estética, provando a preocupação dos idealistas em oferecer o que há de melhor. Outras novidades serão o Centro de Diagnóstico, Fisioterapia, Clínica e Cirurgia
As novidades e investimentos no setor pet não param de surgir e crescer. O segmento mostra que há ainda muito espaço para se desenvolver, mas este espaço se torna, por outro lado, cada vez mais profissional. Prova disso é a inauguração do Hospital Veterinário Dr. Hato, em Santo André/SP. O local é um empreendimento inovador que reúne, em um único espaço, serviços diferenciados prestados por profissionais extremamente competentes no ramo. Um dos destaques é o Centro de Estética, que conta com os produtos da renomada empresa do mercado de higiene e embelezamento animal: a Pet Society.
Para Marly Fagliari, vice presidente da Pet Society, que já visitou as instalações do Hospital, a estrutura é realmente inovadora. “Eu me surpreendi com o projeto desde a decoração, serviços, profissionais, diferenciais de atendimento, etc. Estou feliz também pela escolha de nossa marca para tratar e cuidar dos animais de estimação que ali passarem”, revela.
O Hospital Veterinário Dr. Hato é um empreendimento com 5.000 m de área construída, funcionamento 24h, que promete gerar cerca de 120 empregos diretos. O projeto é parte do sonho do Dr. Valter Hato, médico veterinário há 30 anos. “A experiência ao longo do tempo fez com eu percebesse a necessidade dos clientes e fizesse um local adaptado a eles e aos animais”, explica Hato. A vivência do dia-a-dia clínico somada à criatividade dos idealizadores deu origem a um projeto único, com muitos diferenciais.
Dentre os mais curiosos, podemos citar o oratório, um ambiente silencioso e aconchegante onde o dono pode fazer suas preces nos momentos de dificuldade, independentemente da religião a qual pertence. O cliente que faz questão de acompanhar a internação do seu melhor amigo agora também pode passar a noite no Hospital de maneira confortável, que conta com dois apartamentos suíte, com cama e frigobar.
O Hospital Veterinário Dr. Hato vai trabalhar com todas as especialidades possíveis: neurologia, oftalmologia, ortopedia, dermatologia, renal, entre outras especificações clínicas, além de ter um centro de diagnóstico completo, com ecocardiograma, ultrasonografia, endoscopia, raio-X, laboratório de análises, entre outros, além do centro de fisioterapia e um pet shop com moldes de supermercado, agregando acessórios, alimentação, perfumaria e uma farmácia completa.
O empreendimento foi feito com o mesmo profissionalismo e excelência dos hospitais de saúde humana, o que não é a realidade do mercado pet do país. “Nossa filosofia de trabalho está baseada no respeito aos animais e seus donos e a estrutura e serviços do hospital vão de acordo com essa linha de pensamento ”, afirma o proprietário. E pela história de vida do Dr. Hato, esta filosofia de trabalho realmente deu certo. Ele, que começou com uma pequena clínica, conseguiu construir seu primeiro hospital em São Bernardo do Campo/SP, e agora, após 30 anos de uma carreira bem sucedida, realiza um sonho com um empreendimento quatro vezes maior que o anterior. Felicidade para ele. Boa notícia para os donos e seus pets.

Pet Society traz qualidade no atendimento do Hospital Dr. Hato
O Hospital Veterinário Dr. Hato disponibilizará serviços como o banho de ofurô para cães e gatos, uma terapia que, além de relaxar, oferece diversos benefícios para a saúde do animal. “Ele alivia o sofrimento de animais idosos, dos que têm artrose, calcificação na coluna, hérnia de disco, dores musculares, contusões, problemas ósseos e os que sentem mais dores em dias frios, proporcionando uma melhor circulação sanguínea, acelerando o metabolismo e eliminando as toxinas, além dos benefícios de ordem mental, especialmente para relaxamento e combate do estresse do dia-a-dia”, afirma a médica veterinária Cleiser Kurashima, consultora da Pet Society.
O setor de banho e tosa também trará um diferencial para o tratamento da pelagem dos cães e gatos com a linha de produtos Pet Society. O Shampoo Tonalizante restaura a cor natural da pelagem, realçando a coloração logo na primeira lavagem, disponível em quatro versões: pêlos brancos, castanhos, dourados ou pretos. Há também o Shampoo Neutro, que evita irritações e reações adversas nos animais de estimação e apresenta em sua formulação ativos especiais que proporcionam secagem rápida dos pêlos.
Os produtos da Pet Society compreendem todas as fases do embelezamento animal e visam o bem-estar dos companheiros de quatro patas. Respeitam as diferenças entre as espécies, com uma linha específica para atender as necessidades dos cães e outra para gatos. Ao ter a Pet Society como parceira, o Hospital Veterinário Dr. Hato oferecerá serviços de extrema qualidade no setor de estética animal.


Anne Campanella
Atitude Assessoria em Comunicação
Tel. 11 4229-0112

Recorde de preço na raça White Dorper

A VPJ Pecuária, do pecuarista Valdomiro Poliselli Júnior, alcançou novo recorde de preço de um ovino da raça White Dorper, ao comercializar 50% da propriedade do reprodutor VPJ ROCK 215-P por R$ 90 mil, durante o 4º Leilão VPJ Dorper, realizado dia 19, em Jaguariúna (SP). O lance foi dado pelo empresário Ismael Rodrigues Fuentes, da Global Agrobusiness (Limeira/SP), empresa especializada em reflorestamento, que está começando agora na ovinocultura.
Em 2005, outro reprodutor da VPJ - VPJ ICE TE 315-P - alcançou o recorde de preço da raça ao ter 50% de sua propriedade comercializada por R$ 63 mil. No ano anterior, nesse mesmo leilão, o irmão de VPJ ICE TE 315-P, o reprodutor Saxon Downs 03-045 havia alcançado o recorde nacional de preços da raça ao ter 50% de sua propriedade vendida por R$ 48 mil.
Todos os três exemplares são filhos do grande reprodutor VPJ BRADOCK TEI – 010, o único macho White Dorper reconhecido no Brasil com a dupla tatuagem da ARCO (Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos) que comprova seu potencial na produção de animais superiores.
O 4º Leilão VPJ Dorper ofertou 36 lotes selecionados do rebanho TOP da VPJ Pecuária, que foram comercializados por R$ 473 mil, com média de R$ 13 mil.




Mais informações:
(19) 3867-7007/7008
comercial@vpjpecuaria.com.br
www.vpjpecuaria.com.br


Texto Assessoria de Comunicações (Telefone 11 2198-1888)
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)

PROJETO MECATRÔNICO


Tracbel investe R$ 300 mil/ano na formação de mecatrônicos

O sucesso de um negócio é feito pela competência de sua gente. Para manter a satisfação de seus clientes e garantir a qualidade em seu pós-venda, a Tracbel, em parceria com a Volvo, caminha para formar sua terceira turma de técnicos em mecatrônica. Com investimento anual de aproximadamente R$ 300 mil, Tracbel e Volvo preparam profissionais aptos a lidar com a mais moderna tecnologia de equipamentos pesados. Desde 2005, passaram pelos bancos do curso 27 alunos. No próximo mês de dezembro, mais 15 receberão o certificado de conclusão de curso, que tem duração de um ano.
E trabalhar com tanta tecnologia requer preparo. Para exemplificar isso, basta dizer que os equipamentos Volvo possuem sistemas eletrônicos tão avançados como os utilizados em carros de passeio de última geração. “Formamos um profissional único no mercado e altamente especializado. Mais de 90% dos alunos que formamos continuam conosco”, diz o diretor CST (Customer Support Team) da Tracbel, Reinaldo Inácio, ressaltando a complexidade dos elementos hidráulicos e eletrônicos das maquinas fabricadas hoje em dia.
Para ingressar no “Projeto Mecatrônico” da Tracbel é necessário ter concluído o ensino médio, preferencialmente com formação técnica. A partir daí, várias escolas de todo o Brasil, recebem comunicados sobre o processo seletivo e os candidatos realizam entrevistas. Os aprovados iniciam os estudos, recebendo salário de trainee e tendo moradia oferecida pela Tracbel. Como as aulas ocorrem em Contagem, na grande Belo Horizonte, os estudantes que moram fora da cidade recebem ajuda de custo para visitar os familiares.
Aos 24 anos, Rafael Ribeiro trabalha na Tracbel. Antes da criação do “Projeto Mecatrônico”, ele teve a oportunidade de cursar um projeto semelhante mantido pela Volvo, em Curitiba. “Minha vida mudou profissionalmente. Pessoalmente, aprendi a me expressar melhor e adquiri gosto por estudar”, afirma Ribeiro, que atualmente cursa engenharia mecânica na PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais).
Um dos instrutores do “Projeto Mecatrônico”, Gustavo Rodrigues, se formou na primeira turma do curso. Graduado em engenharia mecânica pela PUC-MG, Rodrigues é instrutor homologado pela Volvo do Brasil para ministrar treinamentos de seus produtos. “Esse programa permite formar um profissional quase completo, com bagagem teórica, disciplinado e com o espírito da empresa e que ao ser bem coordenado, nos devolverá um bom resultado em campo”, analisa Rodrigues. “É impressionante o que a gente aprende. O curso mantido pela Tracbel é um dos únicos no mercado e nos oferece um currículo privilegiado”, observa Otávio de Oliveira Lima, aluno da atual turma.
Os frutos do “Projeto Mecatrônico” são amplamente positivos e em breve a Tracbel irá ampliá-lo. A partir de 2008, o diretor de CST, Reinaldo Inácio, revela que deverá ser criada a Academia Tracbel, em Bebedouro, no interior de São Paulo. Lá, a metodologia para a formação de técnicos em equipamentos agrícolas será a mesma: seis meses de aulas teóricas e mais seis meses de prática. “Queremos aumentar nosso programa e preparar colaboradores capazes de viabilizar as melhores soluções para os nossos clientes”, declara Inácio que defende o investimento em educação como um investimento no homem.


Sobre a Tracbel
Fundada em 1967, a Tracbel S/A é um dos maiores distribuidores de máquinas pesadas e agrícolas do País, com forte atuação nos segmentos de mineração, construção, agricultura, indústria sucroalcooleiro e indústria madeireira. Atualmente, a empresa mineira distribui tratores e colheitadeiras Massey Ferguson; escavadeiras, motoniveladoras, carregadeiras e caminhões articulados Volvo; empilhadeiras Clark; rolos compactadores Dynapac; transmissões automáticas Allison; pneus industriais Michelin; equipamentos florestais Ponsse; caminhões rígidos Perlini e equipamentos Sennebogen.


Para mais informações: www.tracbel.com.br.
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 2198-1888
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Coordenação Geral: Nadia Andrade (nadia@textoassessoria.com.br)
Coordenação de Atendimento: Daniel Medeiros (daniel@textoassessoria.com.br)
Atendimento: Denise Mello (denise@textoassessoria.com.br)

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