A Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA) comemora o fechamento de um ótimo ano para a raça. A entidade inicia o ano contabilizando tudo que aconteceu no mercado durante 2004 e com planos ainda mais ambiciosos.
"O ano foi muito bom para o cavalo árabe no mercado interno, com aumento do número de animais comercializados no País", diz Luciano Cury, presidente da Entidade. Segundo ele, o Brasil absorveu cerca de 500 exemplares do animal, resultado bastante significativo se comparado aos 100 exemplares negociados com outros países.
As exposições da raça também cresceram, principalmente no que diz respeito à quantidade de freqüentadores. "A presença cada vez maior de famílias está trazendo um ambiente mais agradável aos eventos organizados pela Associação. Hoje percebe-se um clima de confraternização nos eventos, que se transformaram em ponto de encontro dos criadores de todo o Brasil", diz.
Em 2005, a ABCCA elegerá a sua nova diretoria que, com certeza, dará continuidade às conquistas e aos projetos da atual administração, fortalecendo ainda mais o criatório de cavalos puro sangue árabe.
Diego Bonel
QUALITTÁ Comunicação Empresarial
(11) 5041-0955 / (11)5533-1106
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sexta-feira, janeiro 14, 2005
Setor poderá perder R$ 2 BI com Imposto de Renda
Os parlamentares da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados pretendem barrar o artigo 6° da Medida Provisória 232, editada no final do ano passado pelo Governo Federal. O artigo prevê a cobrança de Imposto de Renda de 1,5% na comercialização de produtos agropecuários.
Cálculos recentes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostram que se realmente isso ocorrer, só neste ano, deverá ser recolhido do setor R$ 2,015 bilhões de imposto de renda. “No mínimo estão criando um empréstimo compulsório, e um aumento de carga tributária para o setor é difícil, inaceitável e insuportável”, enfatiza o deputado Leonardo Vilela, presidente da Comissão.
A bancada ruralista, em reunião na quarta-feira (12), decidiu encaminhar emenda suspendendo a cobrança. A apresentação de emendas à medida provisória só poderá ocorrer de 15 a 20 de fevereiro, quando os trabalhos legislativos serão retomados.
Assessoria de Comunicação da Comissão de Agricultura,
Pecuária e Desenvolvimento Rural
Fone: (61) 2166406
Cálculos recentes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostram que se realmente isso ocorrer, só neste ano, deverá ser recolhido do setor R$ 2,015 bilhões de imposto de renda. “No mínimo estão criando um empréstimo compulsório, e um aumento de carga tributária para o setor é difícil, inaceitável e insuportável”, enfatiza o deputado Leonardo Vilela, presidente da Comissão.
A bancada ruralista, em reunião na quarta-feira (12), decidiu encaminhar emenda suspendendo a cobrança. A apresentação de emendas à medida provisória só poderá ocorrer de 15 a 20 de fevereiro, quando os trabalhos legislativos serão retomados.
Assessoria de Comunicação da Comissão de Agricultura,
Pecuária e Desenvolvimento Rural
Fone: (61) 2166406
quarta-feira, dezembro 22, 2004
REDE BELGO CERCAS CHEGA A CURITIBA
Total Telas e Diferraço são os novos distribuidores da linha de cercamento urbano da Belgo Bekaert
A Belgo Bekaert Arames, líder no mercado de arames no Brasil e América Latina, inaugura em Curitiba, no próximo dia 28, os dois primeiros credenciados da Rede Belgo Cercas no Paraná: Total Telas e Diferraço. A Rede Belgo Cercas, que nasceu há pouco mais de um ano, já está presente em Minas Gerais, São Paulo e Goiás.
Além de comercializar a linha completa de cercamentos urbanos, os dois distribuidores Belgo Cercas oferecerem ao consumidor final uma série de serviços, como mão-de-obra especializada para a montagem de telas e gradis, acompanhamento do projeto por uma equipe de engenheiros, fabricação exclusiva de portões personalizados e assistência técnica.
Segundo Benedito Neves Ferreira, proprietário da Diferraço, a empresa tem condição de apresentar soluções personalizadas para a obra do cliente, desde o projeto. "O resultado do esforço em atender sempre melhor vem acontecendo dia após dia", explica.
Marcelo Menandro de Freitas, proprietário da Total Telas, acredita no potencial da linha de cercamentos da Belgo Bekaert, produtos de origem européia, com qualidade, estética e durabilidade desconhecidas no mercado brasileiro. Outros fatores decisivos para a empresa fazer parte da rede foi a experiência de já pertencer à Rede Belgo, através da parceria em uma outra empresa de Marcelo em Curitiba, a Qualitá Acabamentos; e da vivência de 14 anos de Marcelo como representante comercial da linha de arames comerciais e industriais da Belgo Bekaert, que pertence ao sólido Grupo Arcelor. Além da linha de cercamento urbano, a Total Telas vai comercializar telas de fabricação própria e toda a linha agropecuária da Belgo Bekaert.
Marcelo está otimista em relação ao promissor mercado de cercamentos em Curitiba, que é puxado pela crescente necessidade de segurança. Enquanto se prepara para abrir as portas da sua nova loja, na próxima semana, ele faz planos de chegar ao fim de 2005 com um faturamento de R$250 mil por mês e começar a recuperar os R$250 mil já investidos para se adequar ao padrão visual da rede.
Já o Belgo Cercas Diferraço também tem grandes expectativas para o próximo ano, no qual espera incrementa em 20% as vendas da linha de cercamento. Benedito Neves Ferreira, proprietário da empresa, explica que desde junho a Diferraço é um Depósito Belgo Monitorado (DBM) e já comercializava, entre outros produtos, a linha de telas e gradis da Belgo Bekaert. "Fomos escolhidos pela Belgo Bekaert para integrar a rede devido ao nosso perfil de atendimento cuidadoso e honesto, mas só a partir desse mês concluímos a adaptação ao padrão visual e de serviços da rede e passamos a nos apresentar como Belgo Cercas", afirma.
Para atender o potencial do mercado de cercamentos no Paraná, a Diferraço e a Total Telas estão investindo no treinamento de suas equipes de vendedores e de instaladores. Os arquitetos das duas empresa participaram de treinamento realizado pela Belgo Bekaert e repassaram os conhecimentos para os outros funcionários. "O fato de toda a equipe acreditar no potencial dos produtos, que por si só agregam valor à Rede Belgo Cercas, facilita muito o trabalho com o cliente", explica Benedito.
Serviço:
Total Telas: Av. 7 de setembro, 2000 - Centro - Cep: 80060-070 - Fone: (41)362-6666
Diferraço: Rua Estrada da Graciosa, 741 – Atuba – Cep: 82840-360 - Fone: (41) 367 94 00
O MERCADO DE TELAS E GRADIS NO BRASIL
Desde o início de suas operações, a Belgo Bekaert é sinônimo de qualidade em arames. A empresa investe agora no segmento de telas e gradis industriais e residenciais, trazendo para o mercado nacional produtos exclusivos e diferenciados. As telas e gradis vão ao encontro da arquitetura moderna, que valoriza os elementos vazados como uma forma de integração com o ambiente, agradando a arquitetos, paisagistas, decoradores e construtoras, afirma Flávia Lopes de Castro, arquiteta da área de Cercamentos da Belgo Bekaert.
A Belgo Bekaert começou a testar o mercado brasileiro para cercamentos urbanos em 1998, com a importação de produtos já consagrados na Europa, como as telas Fortinet e os gradis Nylofor 3D. Três anos depois, em 2001, a empresa inaugurava uma fábrica de telas e gradis em Contagem (MG), considerada uma das mais modernas e automatizadas do mundo, com investimentos em torno de 8 milhões de dólares.
Roberto Milhomem explica que a criação da rede de distribuidores "Belgo Cercas", a partir de 2003, faz parte das estratégias praticadas para ampliar e desenvolver o mercado de cercamentos no Brasil. A rede é identificada com uma logomarca própria, onde o nome da empresa parceira aparece em destaque associado ao nome Belgo Cercas e à marca da Belgo Bekaert. As lojas têm uma identidade visual própria, para que os "Belgo Cercas" sejam imediatamente reconhecidos pelos consumidores.
Segundo ele, a Belgo Bekaert vê enorme potencial de expansão no segmento. Para dar uma dimensão do mercado, Milhomem informa que estudos realizados pela empresa mostram que no Brasil 70% dos cercamentos urbanos (residências, prédios, fábricas, indústrias) ainda são feitos por muro. Outros 20% usam materiais como grades artesanais, bloquetes de cimento e madeira, e somente 10% utilizam telas soldadas e alambrados.
Para abastecer um mercado carente de novidades, a Belgo Bekaert aposta principalmente nas linhas de gradis Nylofor 3D e telas Fortinet, produtos de tecnologia exclusiva da empresa, e está sempre lançando novidades: só no ano passado, a empresa investiu cerca de 1 milhão de dólares para colocar no mercado quatro novos produtos – Cerca Móvel, Belgo Cor (arame colorido), e telas Practica e Hobby.
Regina Perillo Comunicação - (31) 34814888/ 91285616 (Regina) e 9647-0839 (Débora Farid) - 22/12/2004.
Débora Farid - assessoria de imprensa Belgo Bekaert
A Belgo Bekaert Arames, líder no mercado de arames no Brasil e América Latina, inaugura em Curitiba, no próximo dia 28, os dois primeiros credenciados da Rede Belgo Cercas no Paraná: Total Telas e Diferraço. A Rede Belgo Cercas, que nasceu há pouco mais de um ano, já está presente em Minas Gerais, São Paulo e Goiás.
Além de comercializar a linha completa de cercamentos urbanos, os dois distribuidores Belgo Cercas oferecerem ao consumidor final uma série de serviços, como mão-de-obra especializada para a montagem de telas e gradis, acompanhamento do projeto por uma equipe de engenheiros, fabricação exclusiva de portões personalizados e assistência técnica.
Segundo Benedito Neves Ferreira, proprietário da Diferraço, a empresa tem condição de apresentar soluções personalizadas para a obra do cliente, desde o projeto. "O resultado do esforço em atender sempre melhor vem acontecendo dia após dia", explica.
Marcelo Menandro de Freitas, proprietário da Total Telas, acredita no potencial da linha de cercamentos da Belgo Bekaert, produtos de origem européia, com qualidade, estética e durabilidade desconhecidas no mercado brasileiro. Outros fatores decisivos para a empresa fazer parte da rede foi a experiência de já pertencer à Rede Belgo, através da parceria em uma outra empresa de Marcelo em Curitiba, a Qualitá Acabamentos; e da vivência de 14 anos de Marcelo como representante comercial da linha de arames comerciais e industriais da Belgo Bekaert, que pertence ao sólido Grupo Arcelor. Além da linha de cercamento urbano, a Total Telas vai comercializar telas de fabricação própria e toda a linha agropecuária da Belgo Bekaert.
Marcelo está otimista em relação ao promissor mercado de cercamentos em Curitiba, que é puxado pela crescente necessidade de segurança. Enquanto se prepara para abrir as portas da sua nova loja, na próxima semana, ele faz planos de chegar ao fim de 2005 com um faturamento de R$250 mil por mês e começar a recuperar os R$250 mil já investidos para se adequar ao padrão visual da rede.
Já o Belgo Cercas Diferraço também tem grandes expectativas para o próximo ano, no qual espera incrementa em 20% as vendas da linha de cercamento. Benedito Neves Ferreira, proprietário da empresa, explica que desde junho a Diferraço é um Depósito Belgo Monitorado (DBM) e já comercializava, entre outros produtos, a linha de telas e gradis da Belgo Bekaert. "Fomos escolhidos pela Belgo Bekaert para integrar a rede devido ao nosso perfil de atendimento cuidadoso e honesto, mas só a partir desse mês concluímos a adaptação ao padrão visual e de serviços da rede e passamos a nos apresentar como Belgo Cercas", afirma.
Para atender o potencial do mercado de cercamentos no Paraná, a Diferraço e a Total Telas estão investindo no treinamento de suas equipes de vendedores e de instaladores. Os arquitetos das duas empresa participaram de treinamento realizado pela Belgo Bekaert e repassaram os conhecimentos para os outros funcionários. "O fato de toda a equipe acreditar no potencial dos produtos, que por si só agregam valor à Rede Belgo Cercas, facilita muito o trabalho com o cliente", explica Benedito.
Serviço:
Total Telas: Av. 7 de setembro, 2000 - Centro - Cep: 80060-070 - Fone: (41)362-6666
Diferraço: Rua Estrada da Graciosa, 741 – Atuba – Cep: 82840-360 - Fone: (41) 367 94 00
O MERCADO DE TELAS E GRADIS NO BRASIL
Desde o início de suas operações, a Belgo Bekaert é sinônimo de qualidade em arames. A empresa investe agora no segmento de telas e gradis industriais e residenciais, trazendo para o mercado nacional produtos exclusivos e diferenciados. As telas e gradis vão ao encontro da arquitetura moderna, que valoriza os elementos vazados como uma forma de integração com o ambiente, agradando a arquitetos, paisagistas, decoradores e construtoras, afirma Flávia Lopes de Castro, arquiteta da área de Cercamentos da Belgo Bekaert.
A Belgo Bekaert começou a testar o mercado brasileiro para cercamentos urbanos em 1998, com a importação de produtos já consagrados na Europa, como as telas Fortinet e os gradis Nylofor 3D. Três anos depois, em 2001, a empresa inaugurava uma fábrica de telas e gradis em Contagem (MG), considerada uma das mais modernas e automatizadas do mundo, com investimentos em torno de 8 milhões de dólares.
Roberto Milhomem explica que a criação da rede de distribuidores "Belgo Cercas", a partir de 2003, faz parte das estratégias praticadas para ampliar e desenvolver o mercado de cercamentos no Brasil. A rede é identificada com uma logomarca própria, onde o nome da empresa parceira aparece em destaque associado ao nome Belgo Cercas e à marca da Belgo Bekaert. As lojas têm uma identidade visual própria, para que os "Belgo Cercas" sejam imediatamente reconhecidos pelos consumidores.
Segundo ele, a Belgo Bekaert vê enorme potencial de expansão no segmento. Para dar uma dimensão do mercado, Milhomem informa que estudos realizados pela empresa mostram que no Brasil 70% dos cercamentos urbanos (residências, prédios, fábricas, indústrias) ainda são feitos por muro. Outros 20% usam materiais como grades artesanais, bloquetes de cimento e madeira, e somente 10% utilizam telas soldadas e alambrados.
Para abastecer um mercado carente de novidades, a Belgo Bekaert aposta principalmente nas linhas de gradis Nylofor 3D e telas Fortinet, produtos de tecnologia exclusiva da empresa, e está sempre lançando novidades: só no ano passado, a empresa investiu cerca de 1 milhão de dólares para colocar no mercado quatro novos produtos – Cerca Móvel, Belgo Cor (arame colorido), e telas Practica e Hobby.
Regina Perillo Comunicação - (31) 34814888/ 91285616 (Regina) e 9647-0839 (Débora Farid) - 22/12/2004.
Débora Farid - assessoria de imprensa Belgo Bekaert
segunda-feira, dezembro 20, 2004
BELGO BEKAERT CERCA JARDIM BOTÂNICO DE PORTO ALEGRE
A comemoração dos 32 anos da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, no próximo dia 20, será marcada pelo lançamento do Plano Diretor do Jardim Botânico de Porto Alegre e pela inauguração do novo cercamento do Jardim.
Realizado com 1.900 metros lineares do gradil Nylofor da Belgo Bekaert, líder no mercado de arames no Brasil e América Latina, o cercamento na cor verde se integra muito bem às belezas naturais do local. "Além disso, suas formas vazadas, que vão de encontro às novas tendências da arquitetura, proporcionam um visual transparente e muito agradável para quem transita no local, explica Flávia Lopes de Castro, arquiteta da Belgo Bekaert.
A linha de telas e gradis da Belgo Bekaert pode ser encontrada nos distribuidores autorizados Belgo Cercas em Canoas (Cofercan - (51)472-3233) e Bento Gonçaves (Telas Zanetti - (54)452-6291), além dos distribuidores da Rede Belgo.
Regina Perillo Comunicação - (31) 34814888/ 91285616 (Regina) e 9647-0839 (Débora Farid) - 17/12/2004.
Realizado com 1.900 metros lineares do gradil Nylofor da Belgo Bekaert, líder no mercado de arames no Brasil e América Latina, o cercamento na cor verde se integra muito bem às belezas naturais do local. "Além disso, suas formas vazadas, que vão de encontro às novas tendências da arquitetura, proporcionam um visual transparente e muito agradável para quem transita no local, explica Flávia Lopes de Castro, arquiteta da Belgo Bekaert.
A linha de telas e gradis da Belgo Bekaert pode ser encontrada nos distribuidores autorizados Belgo Cercas em Canoas (Cofercan - (51)472-3233) e Bento Gonçaves (Telas Zanetti - (54)452-6291), além dos distribuidores da Rede Belgo.
Regina Perillo Comunicação - (31) 34814888/ 91285616 (Regina) e 9647-0839 (Débora Farid) - 17/12/2004.
segunda-feira, dezembro 13, 2004
Câmara aprova MP da soja transgênica
A Câmara aprovou na quinta-feira (09/12), em votação simbólica, a Medida Provisória 223, que libera o plantio da soja transgênica na safra 2004/2005. O texto da MP, que agora irá para exame do Senado, sofreu uma série de alterações em relação à proposta original do governo.
A principal delas, de acordo com o relator, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), exige que as empresas produtoras de semente transgênicas comprovem por meio de notas fiscais a venda do produto para poder cobrar royalties dos produtores.
Atualmente, alegando que os produtores adquiriram sementes na Argentina, as empresas têm procurado cobrar os royalties sobre a produção.
A americana Monsanto, que praticamente detém o monopólio da produção de sementes de soja transgênica, vinha cobrando R$ 0,60 por saca produzida. Para a safra atual, a empresa, conforme o deputado, já anunciou aumento para R$ 1,20 por saca.
Pimenta também eliminou do texto original da MP o dispositivo pelo qual apenas os agricultores que tinham plantado soja transgênica na safra passada poderiam fazê-lo agora.
Ele argumentou que em alguns locais havia disputa judicial, o que inibiu os produtores a admitir o plantio de transgênicos.
No Paraná, na safra passada, apenas 500 admitiram ter plantado soja geneticamente modificada, assinando o termo de compromisso exigido pelo governo para legalizar o cultivo.
Também foi ampliado em 180 dias o prazo para a comercialização da soja transgênica da atual safra, que antes estava limitado a janeiro de 2006.
A bancada ruralista não conseguiu, no entanto, aprovar destaque que previa a retirada da expressão "provisório" no artigo que autorizou o registro no Ministério da Agricultura de variedades de soja geneticamente modificada com tolerância ao herbicida glifosato.
O deputado Ronaldo Caiado (PFL-GO) disse que a expressão "registro provisório" dá margem a contestação jurídica.
"O governo tem de decidir se autoriza a comercialização e o registro e, se decidir, tem de seguir a legislação", disse. "É a velha história: quer, mas não quer."
O relator considerou desnecessária a preocupação dos ruralistas: "Enquanto não existir uma lei de biossegurança, o Ministério da Agricultura não pode dar registro definitivo", explicou.
Ele comparou a questão à dos medicamentos. Segundo Pimenta, se o governo permitisse o registro definitivo, seria como se autorizasse o registro de um remédio sem o cumprimento de procedimentos técnicos.
Ainda ontem, o Ministério da Agricultura autorizou o uso do glifosato nas lavouras de soja transgênica depois do nascimento das plantas - na fase chamada de pós-emergência.
Até agora, o governo só autorizava o uso do herbicida antes da germinação. No caso da soja transgênica, porém, há necessidade de pulverizações com glifosato na pós-emergência.
"É um processo que vinha se arrastando há meses no Comitê Técnico de Assessoramento de Agrotóxicos, formado pelos Ministérios da Agricultura, da Saúde, e do Meio Ambiente", contou o diretor do Departamento de Defesa e Inspeção Vegetal da pasta da Agricultura, Girabis Ramos.
"Era uma situação complicada: os agricultores podiam plantar soja transgênica, mas não estavam autorizados a usar o glifosato no extermínio das plantas daninhas."
Fonte: O Estado de SP
A principal delas, de acordo com o relator, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), exige que as empresas produtoras de semente transgênicas comprovem por meio de notas fiscais a venda do produto para poder cobrar royalties dos produtores.
Atualmente, alegando que os produtores adquiriram sementes na Argentina, as empresas têm procurado cobrar os royalties sobre a produção.
A americana Monsanto, que praticamente detém o monopólio da produção de sementes de soja transgênica, vinha cobrando R$ 0,60 por saca produzida. Para a safra atual, a empresa, conforme o deputado, já anunciou aumento para R$ 1,20 por saca.
Pimenta também eliminou do texto original da MP o dispositivo pelo qual apenas os agricultores que tinham plantado soja transgênica na safra passada poderiam fazê-lo agora.
Ele argumentou que em alguns locais havia disputa judicial, o que inibiu os produtores a admitir o plantio de transgênicos.
No Paraná, na safra passada, apenas 500 admitiram ter plantado soja geneticamente modificada, assinando o termo de compromisso exigido pelo governo para legalizar o cultivo.
Também foi ampliado em 180 dias o prazo para a comercialização da soja transgênica da atual safra, que antes estava limitado a janeiro de 2006.
A bancada ruralista não conseguiu, no entanto, aprovar destaque que previa a retirada da expressão "provisório" no artigo que autorizou o registro no Ministério da Agricultura de variedades de soja geneticamente modificada com tolerância ao herbicida glifosato.
O deputado Ronaldo Caiado (PFL-GO) disse que a expressão "registro provisório" dá margem a contestação jurídica.
"O governo tem de decidir se autoriza a comercialização e o registro e, se decidir, tem de seguir a legislação", disse. "É a velha história: quer, mas não quer."
O relator considerou desnecessária a preocupação dos ruralistas: "Enquanto não existir uma lei de biossegurança, o Ministério da Agricultura não pode dar registro definitivo", explicou.
Ele comparou a questão à dos medicamentos. Segundo Pimenta, se o governo permitisse o registro definitivo, seria como se autorizasse o registro de um remédio sem o cumprimento de procedimentos técnicos.
Ainda ontem, o Ministério da Agricultura autorizou o uso do glifosato nas lavouras de soja transgênica depois do nascimento das plantas - na fase chamada de pós-emergência.
Até agora, o governo só autorizava o uso do herbicida antes da germinação. No caso da soja transgênica, porém, há necessidade de pulverizações com glifosato na pós-emergência.
"É um processo que vinha se arrastando há meses no Comitê Técnico de Assessoramento de Agrotóxicos, formado pelos Ministérios da Agricultura, da Saúde, e do Meio Ambiente", contou o diretor do Departamento de Defesa e Inspeção Vegetal da pasta da Agricultura, Girabis Ramos.
"Era uma situação complicada: os agricultores podiam plantar soja transgênica, mas não estavam autorizados a usar o glifosato no extermínio das plantas daninhas."
Fonte: O Estado de SP
sexta-feira, dezembro 10, 2004
Comissão de Agricultura: Desenvolvimento do Setor Agropecuário e Inclusão Social
Um dos grandes atores no comércio internacional de bens e serviços, o agronegócio brasileiro ganha mais espaço no mercado mundial. Embora responda por 4% dos negócios fechados pelo setor no mundo, ainda é preciso mudanças que garantam sua expansão. Para discutir os pontos críticos e as alternativas para ganhar mais competitividade, as Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o jornal Valor Econômico realizam, em 14 de dezembro, o Seminário desenvolvimento do setor agropecuário e inclusão social.
O painel de abertura terá como tema o mercado internacional, infra-estrutura e logística - assuntos que destacam-se por conta da urgência de resolver as péssimas condições das estradas, o uso restrito de outras modalidades de transporte de carga e até mesmo a deficiência na capacidade de armazenagem dos produtos. O painelista é o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi - considerado um dos maiores produtores de soja do mundo. O debate contará também com o presidente Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Marcus Vinícius Pratini de Moraes, Jório Dauster (ex-diretor da Companhia Vale do Rio Doce), Cristiano Walter Simon (vice-presidente da Associação Brasileira de Agribusiness, ABAG) e Sérgio Silva do Amaral (embaixador do Brasil na França).
No segundo painel o debate sobre planejamento estratégico e inovação tecnológica será conduzido pelo presidente do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA), Glauco Arbix. Os debatedores convidados são os ministros da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, e do Desenvolvimento Agrário, Miguel Roseto, e o economista Decio Muñoz - professor da Universidade de Brasília (UnB).
O seminário ocorrerá no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. A abertura, às 9h30, contará com a presença do presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney, do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, dos deputados Leonardo Vilela (PP-GO) e Carlos Melles (PFL-MG), respectivamente presidentes das Comissões de Agricultura e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara Federal , do diretor- presidente da Embrapa, Clayton Campanhola, e da diretora adjunta de projetos editoriais do Valor Econômico em Brasília, Cláudia Safatle.
Inscrições
O evento é aberto a técnicos, lideranças do setor rural, profissionais liberais e demais interessados no desenvolvimento do agronegócio. A inscrição não tem custo e já pode ser feita pelo seguinte endereço eletrônico: inscricao.seminarios@valor.com.br (informar a palavra AGRO no assunto da mensagem). Outras informações nos telefones (61) 216-6406/ 216-6403 (Comissão de Agricultura). Também no site da Câmara dos Deputados www.camara.gov.br .
Deva Rodrigues
MTB/RS 5297
E-mail:assessoria.capadr@camara.gov.br
Telefone: (61) 216-6406
Programação
Seminário
Desenvolvimento do Setor Agropecuário e Inclusão Social
14 de dezembro de 2004
9 às 17h30
Auditório Petrônio Portela - Senado Federal
9h
Credenciamento
9h30
Abertura
Senador José Sarney - Presidente do Congresso Nacional
Roberto Rodrigues - Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO - Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária,
Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Deputado Carlos Melles - PFL/MG - Presidente da Comissão de Relações Exteriores e
de Defesa Nacional
Dr. Clayton Campanhola - Diretor-Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária - Embrapa
Dra. Cláudia Safatle - Diretora Adjunta de Projetos Editoriais do Valor Econômico
10h - 13h
Painel 1: Mercado Internacional, Infra-Estrutura e Logística
Painelista:
Dr. Blairo Maggi - Governador do Estado de Mato Grosso/MT
Mediador:
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO
Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento
Rural da Câmara dos Deputados
Debatedores:
Dr. Jorio Dauster - Consultor, Ex-Diretor
da Companhia Vale do Rio Doce
Dr. Sérgio Amaral - Embaixador do Brasil na França
Dr. Marcus Vinicius Pratini de Moraes - Presidente da Associação das Indústrias
Exportadoras de Carne - ABIEC
Dr. Cristiano Walter Somon - Vice-Presidente da Associação Brasileira de
Agribussiness - ABAG
13h - 14h30
Intervalo para almoço
14h30 - 17h
Painel 2: Planejamento Estratégico e Inovação
Painelista:
Dr. Glauco Arbix, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA
Deputado Carlos Melles - PFL/MG
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Debatedores:
Deputado Eduardo Campos - Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia
Dr. Miguel Rosseto - Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário
Dr. Antônio Ernesto de Salvo - Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil -CNA (a confirmar)
Dr. Decio Muñoz, economista e professor da Universidade de Brasília -UnB
17h30
Encerramento
Deputado João Paulo Cunha - PT/SP - Presidente da Câmara dos Deputados
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO - Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Deputado Carlos Melles - PFL/MG - Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Dr. Clayton Campanhola - Diretor-Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
Dra. Vera Brandimarte - Diretora de Redação do Valor Econômico
Inscrições gratuitas pelo e-mail: inscricao.seminarios@valor.com.br
(informar a palavra AGRO no assunto da mensagem)
O painel de abertura terá como tema o mercado internacional, infra-estrutura e logística - assuntos que destacam-se por conta da urgência de resolver as péssimas condições das estradas, o uso restrito de outras modalidades de transporte de carga e até mesmo a deficiência na capacidade de armazenagem dos produtos. O painelista é o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi - considerado um dos maiores produtores de soja do mundo. O debate contará também com o presidente Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Marcus Vinícius Pratini de Moraes, Jório Dauster (ex-diretor da Companhia Vale do Rio Doce), Cristiano Walter Simon (vice-presidente da Associação Brasileira de Agribusiness, ABAG) e Sérgio Silva do Amaral (embaixador do Brasil na França).
No segundo painel o debate sobre planejamento estratégico e inovação tecnológica será conduzido pelo presidente do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA), Glauco Arbix. Os debatedores convidados são os ministros da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, e do Desenvolvimento Agrário, Miguel Roseto, e o economista Decio Muñoz - professor da Universidade de Brasília (UnB).
O seminário ocorrerá no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. A abertura, às 9h30, contará com a presença do presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney, do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, dos deputados Leonardo Vilela (PP-GO) e Carlos Melles (PFL-MG), respectivamente presidentes das Comissões de Agricultura e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara Federal , do diretor- presidente da Embrapa, Clayton Campanhola, e da diretora adjunta de projetos editoriais do Valor Econômico em Brasília, Cláudia Safatle.
Inscrições
O evento é aberto a técnicos, lideranças do setor rural, profissionais liberais e demais interessados no desenvolvimento do agronegócio. A inscrição não tem custo e já pode ser feita pelo seguinte endereço eletrônico: inscricao.seminarios@valor.com.br (informar a palavra AGRO no assunto da mensagem). Outras informações nos telefones (61) 216-6406/ 216-6403 (Comissão de Agricultura). Também no site da Câmara dos Deputados www.camara.gov.br .
Deva Rodrigues
MTB/RS 5297
E-mail:assessoria.capadr@camara.gov.br
Telefone: (61) 216-6406
Programação
Seminário
Desenvolvimento do Setor Agropecuário e Inclusão Social
14 de dezembro de 2004
9 às 17h30
Auditório Petrônio Portela - Senado Federal
9h
Credenciamento
9h30
Abertura
Senador José Sarney - Presidente do Congresso Nacional
Roberto Rodrigues - Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO - Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária,
Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Deputado Carlos Melles - PFL/MG - Presidente da Comissão de Relações Exteriores e
de Defesa Nacional
Dr. Clayton Campanhola - Diretor-Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária - Embrapa
Dra. Cláudia Safatle - Diretora Adjunta de Projetos Editoriais do Valor Econômico
10h - 13h
Painel 1: Mercado Internacional, Infra-Estrutura e Logística
Painelista:
Dr. Blairo Maggi - Governador do Estado de Mato Grosso/MT
Mediador:
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO
Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento
Rural da Câmara dos Deputados
Debatedores:
Dr. Jorio Dauster - Consultor, Ex-Diretor
da Companhia Vale do Rio Doce
Dr. Sérgio Amaral - Embaixador do Brasil na França
Dr. Marcus Vinicius Pratini de Moraes - Presidente da Associação das Indústrias
Exportadoras de Carne - ABIEC
Dr. Cristiano Walter Somon - Vice-Presidente da Associação Brasileira de
Agribussiness - ABAG
13h - 14h30
Intervalo para almoço
14h30 - 17h
Painel 2: Planejamento Estratégico e Inovação
Painelista:
Dr. Glauco Arbix, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA
Deputado Carlos Melles - PFL/MG
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Debatedores:
Deputado Eduardo Campos - Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia
Dr. Miguel Rosseto - Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário
Dr. Antônio Ernesto de Salvo - Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil -CNA (a confirmar)
Dr. Decio Muñoz, economista e professor da Universidade de Brasília -UnB
17h30
Encerramento
Deputado João Paulo Cunha - PT/SP - Presidente da Câmara dos Deputados
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO - Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Deputado Carlos Melles - PFL/MG - Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Dr. Clayton Campanhola - Diretor-Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
Dra. Vera Brandimarte - Diretora de Redação do Valor Econômico
Inscrições gratuitas pelo e-mail: inscricao.seminarios@valor.com.br
(informar a palavra AGRO no assunto da mensagem)
quarta-feira, dezembro 08, 2004
MAPA EMITE NOTA À IMPRENSA
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, comunicou hoje (08/12) que o secretário-executivo do ministério, engenheiro agrônomo José Amauri Dimarzio, pediu demissão do cargo em caráter pessoal. Dimarzio considera encerrada sua missão pela modernização da estrutura administrativa do ministério e há algum tempo tinha solicitado ao ministro seu desligamento para voltar à sua atividade privada.
Rodrigues pediu a Dimarzio que permanecesse na função até a conclusão da reforma institucional do ministério, encaminhada oficialmente hoje ao Congresso Nacional pela Casa Civil da Presidência da República.
O ministro Rodrigues informou ainda que decidiu aceitar o pedido do secretário-executivo, de forma natural e amigável, agora que a reforma do ministério está concluída. “Sou grato por tudo que o Amauri fez e reconheço que ele cumpriu uma importante tarefa. Nossa amizade de mais de 40 anos se consolidou ainda mais nesse período. Ele continuará a ajudar minha gestão mesmo estando fora do governo”, disse Rodrigues.
Amanhã (09/12), o ministro encaminhará o pedido formal de afastamento do secretário-executivo. Na próxima semana, Rodrigues encaminhará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação do nome do engenheiro agrônomo Luiz Carlos Guedes Pinto, atual presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para ocupar o cargo.
Rodrigues pediu a Dimarzio que permanecesse na função até a conclusão da reforma institucional do ministério, encaminhada oficialmente hoje ao Congresso Nacional pela Casa Civil da Presidência da República.
O ministro Rodrigues informou ainda que decidiu aceitar o pedido do secretário-executivo, de forma natural e amigável, agora que a reforma do ministério está concluída. “Sou grato por tudo que o Amauri fez e reconheço que ele cumpriu uma importante tarefa. Nossa amizade de mais de 40 anos se consolidou ainda mais nesse período. Ele continuará a ajudar minha gestão mesmo estando fora do governo”, disse Rodrigues.
Amanhã (09/12), o ministro encaminhará o pedido formal de afastamento do secretário-executivo. Na próxima semana, Rodrigues encaminhará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação do nome do engenheiro agrônomo Luiz Carlos Guedes Pinto, atual presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para ocupar o cargo.
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