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sexta-feira, fevereiro 20, 2004

Dia de Campo em Dom Pedrito apresenta lavouras de arroz do Projeto 10

O setor orizícola movimentou o município de Dom Pedrito no dia 17 de fevereiro. Nesta data, mais de 130 pessoas, representando 14 municípios do sul do estado participaram do Dia de Campo. Na oportunidade, foram demonstradas 19 lavouras monitoradas nesse município por intermédio do Projeto 10. O evento foi promovido pelo Instituto Riograndense do Arroz (IRGA) e Associação dos Agricultores de Dom Pedrito.
A proposta dessa atividade é divulgar os resultados obtidos nesse projeto que teve início há três anos, em Dom Pedrito. Além disso, foi o momento de demonstrar as pessoas que estão interagindo com este novo modelo de cultivar de arroz. O projeto prevê um aumento de produtividade, de 40% a 50% da média, com sustentabilidade econômica e ambiental.
Durante a programação de terça-feira, foram visitadas lavouras, em fase de maturação, que tem previsão de alcançar 80% a 90% a mais do que a média de 6.300 quilos por hectare, que se produz em Dom Pedrito.
O IRGA e a Associação dos Agricultores de Dom Pedrito mostram-se otimistas com os resultados desse projeto. As
entidades destacam a importância desse evento que oportunizou a demonstração dos serviços e os bons desempenhos da lavoura de arroz pedritense.
Participaram desse evento os representantes dos municípios de Aceguá, Alegrete, Arroio Grande, Bagé, Cachoeirinha, Capão do Leão, Dom Pedrito, Jaguarão, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, São Gabriel, Uruguaiana.


Márcia Marinho - Assessora de imprensa - (53) 99599914

MINISTRO ANUNCIA SAFRA RECORDE DE 130,8 MILHÕES DE TONELADAS

A produção brasileira de grãos baterá um novo recorde, com um volume de 130,8 milhões de toneladas na safra 2003/2004, o que representa um acréscimo de 6,2% sobre a colheita anterior (123,2 milhões de toneladas). A informação foi dada hoje (19/02) pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, ao divulgar o terceiro levantamento da safra elaborado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa indica um crescimento de 3,1 milhões de hectares na área plantada em relação ao período anterior, totalizando 47 milhões de hectares.
O ministro ressaltou que este ritmo de crescimento da área cultivada provocará um salto na produção agrícola no longo prazo. “Esse é um dado extremamente importante, porque, se mantivermos o crescimento neste nível, nos próximos 15 ou 20 anos teremos mais 30 milhões de hectares disponíveis para o plantio de grãos”, enfatizou. A expectativa de Rodrigues é de que os avanços tecnológicos da pecuária de corte e de leite vão permitir essa transferência de área hoje destinada à pastagem para o cultivo de grãos.
Neste terceiro levantamento da safra 2003/04 o ministro destacou o aumento da produção nas culturas de algodão, arroz e milho. “Estes produtos crescem tanto em volume de produção e em área plantada”. Rodrigues explicou que ainda não há estimativas quanto às perdas provocadas pelas enchentes no Nordeste, pois ainda é possível o replantio na região. O Ministério da Agricultura estuda, inclusive, a liberação de recursos para garantir a reposição de sementes aos produtores que tiveram prejuízos.
A estiagem no Mato Grosso do Sul e no Paraná, provocará, segundo a Conab, uma redução de 1,1 milhão de toneladas na safra de soja. Além disso, a cultura terá a produtividade afetada pelo avanço da ferrugem asiática. Mesmo assim, a oleaginosa alcançará um volume recorde de 57,7 milhões de toneladas.
O clima favorável no Rio Grande do Sul e o aumento da área plantada no Mato Grosso foram responsáveis por um acréscimo de 700,4 mil toneladas de arroz, em relação à pesquisa anterior. A produção totalizará 12,5 milhões de toneladas, numa área de 3,6 milhões de hectares, garantindo o abastecimento e reduzindo a necessidade de importação, que deve chegar, na avaliação da Conab, a 500 mil toneladas.
O clima também favoreceu a produtividade do milho (1ª safra), aumentando em 1 milhão de toneladas a produção em relação ao último levantamento. A estimativa é que a produção de verão chegue a 33,7 milhões de toneladas e a safrinha, 12,6 milhões de toneladas. A pesquisa mostra que o plantio da segunda safra está iniciando agora, com ligeiro crescimento no Paraná (5%) e Mato Grosso do Sul (3%), em detrimento do trigo, que não apresentou preços compensadores. No entanto, se as chuvas persistirem, pode haver atraso na colheita da soja e prejuízo no cultivo do milho safrinha.
O algodão deverá ter um crescimento expressivo, com produção estimada em 1,21 milhão de toneladas de pluma, incremento de 43,2% sobre a safra passada (847,5 mil de toneladas). A boa comercialização em 2003 e a excelente perspectiva para 2004 incentivaram a produção. Apenas em exportação, já existem registros de 350 mil toneladas de pluma. Problemas com a soja em algumas regiões, como o Oeste da Bahia, fizeram também com que os produtores optassem pelo algodão. Em Mato Grosso houve um incremento do chamado cultivo de safrinha, que ocorre entre janeiro e fevereiro. O estado registrou aumentou de 33% na safra de algodão.
O feijão sofrerá redução na área cultivada, com queda de 5,4%, totalizando 1,34 milhão de hectares. Apesar disso, devido ao aumento da produtividade, na primeira safra do grão, o País deverá colher 1,4 milhão de toneladas. Para a segunda safra, a estimativa é de crescimento de 9,3%, totalizando 1,36 milhão de toneladas. Neste levantamento, a Conab também consolidou os números da safra 2003 dos cereais de inverno. Para o trigo, a pesquisa apontou recorde de produção, chegando a 5,8 milhões de toneladas.
O ministro reafirmou sua preocupação com o escoamento da safra. Segundo ele, o excesso de chuvas dos últimos 40 dias trouxe problemas adicionais para o transporte de grãos pois piorou as condições de tráfego das rodovias. Rodrigues informou que o Ministério dos Transportes já deu início às licitações do programa emergencial de recuperação das estradas, onde serão investidos R$ 200 milhões.


ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 218-2203/2204/2205 - FAX: 322-2880

CÂMARAS SETORIAIS DO AGRONEGÓCIO TÊM DESEMPENHO POSITIVO, AVALIA WEDEKIN

As câmaras setoriais e temáticas, que vêm sendo criadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) desde o ano passado, já estão apresentando resultados concretos. A constatação é do secretário de Política Agrícola, Ivan Wedekin, ao atribuir a redução de 25% para 12% no Imposto sobre Circulação e Mercadorias (ICMS) sobre o álcool combustível em São Paulo e o programa de classificação de carcaças bovinas - atualmente em consulta pública -, à atuação desses órgãos consultivos vinculados ao Conselho do Agronegócio (Consagro). Hoje (19/02), ele participou, junto com o ministro Roberto Rodrigues, de uma reunião de avaliação das câmaras do Consagro.
“Embora tenham sido criadas há pouco tempo, as câmaras mostram resultados positivos”, disse Wedekin. “Esses órgãos estão apresentando propostas estruturantes e funcionando como um canal de interação entre o governo e o setor privado no planejamento e na gestão das políticas públicas do agronegócio brasileiro.” O ministro avalizou a análise do secretário, ao destacar a maior aproximação entre os setores público e privado no debate de temas relacionados à agropecuária e à agroindústria. Nos próximos dois meses, Rodrigues quer instalar outras 13 câmaras no Consagro, que já conta com 13.
De acordo com Wedekin, a redução do ICMS sobre o álcool combustível proporcionou a reestruturação da venda do produto em São Paulo e um aumento de 7% na arrecadação estadual. “Isso ocorreu graças à atuação da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Açúcar e Álcool junto ao governo de São Paulo.” Ele citou ainda o pedido de abertura da revisão do processo antidumping do leite argentino exportado para o Brasil como outra ação desses órgãos, no caso a Câmara do Leite e Derivados. “A medida prorroga a decisão de impedir importações de leite em pó a preços que prejudiquem a produção nacional.”
Wedekin elencou outras medidas resultantes de ações das câmaras, como a participação do setor privado nas missões comerciais e negociações internacionais sobre o agronegócio. “Recentemente, esses órgãos contribuíram para que o governo e o setor produtivo articulassem medidas para evitar que problemas sanitários ocorridos em outros países, como a vaca louca e a gripe do frango, prejudicassem o Brasil.” Elas também serviram para que fossem avaliadas propostas para o país aproveitar as oportunidades de mercado surgidas com as crises da vaca louca e da gripe do frango.


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RÚSSIA DEVE REVER COTA DE IMPORTAÇÃO DE CARNES AINDA ESTE ANO, DIZ RODRIGUES

O governo russo vai rever as cotas de importação de carnes suína e de frango estabelecidas para o Brasil. A garantia foi dada hoje ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, pelo vice-primeiro ministro da Rússia, Boris Alioshin, durante encontro em Brasília. “O governo russo está analisando os parâmetros que devem ser introduzidos para redistribuir as cotas tomando em consideração os problemas sanitários verificados em todo o mundo”, disse Rodrigues.
O ministro acrescentou, porém, que a revisão não representará aumentos significativos nas exportações brasileiras previstas para este ano. O impacto maior será nas vendas de 2005. A Rússia colocou o Brasil na categoria “outros fornecedores”, obrigando o país a disputar as cotas de exportação com outros países. A cota de exportação de frango, por exemplo, foi estabelecida em apenas 68 mil toneladas. Para suínos, foram 179,5 mil toneladas e para carne bovina, 68 mil toneladas. As cotas foram fixadas com base nas vendas de 2000 e 2001, período em que o Brasil exportou pouca carne ao mercado russo.
Rodrigues disse que além garantir a revisão das cotas de importação de carnes, a Rússia reafirmou o seu interesse em comprar soja e milho brasileiros. Em contrapartida, o Brasil importaria trigo e ampliaria as compras de fertilizantes russos. “O horizonte de crescimento da área agrícola brasileira nos próximos anos implica no aumento das importações de defensivos agrícolas, pois o Brasil só produz 50% do consumo”, diz o ministro.
O comércio entre Brasil e Rússia soma cerca de US$ 2 bilhões por ano. Em 2003, o Brasil exportou US$ 1,4 bilhão ao mercado russo. Entre os principais produtos, estão açúcar, complexo carnes (suínos, bovinos e frangos), fumo e café. As importações de produtos russos, no ano passado, alcançaram US$ 555 milhões.

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BRASILPACK 2004

BRASILPACK 2004: 4a Feira Internacional da Embalagem
Data: de 8 a 12 de março.
Horário: das 10 às 19 horas.
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo – Av. Olavo Fontoura, 1.209, telefone (11) 6224-0400.
Público: Industriais, comerciantes, compradores e profissionais do setor.
Entrada: Convite ou mediante a comprovação de vínculo com o setor.
Proibida a entrada de menores de 16 anos, mesmo acompanhados.
Organização e promoção: Alcantara Machado Feiras de Negócios e Messe Düsseldorf.
Informações: (11) 6221-9908 ou www.brasilpack.com.br

BRASILPACK 2004 EXPÕE TENDÊNCIAS DO SETOR DE EMBALAGENS COM NÚMERO DE EXPOSITORES 20% MAIOR

Estima-se que o Brasil exportará este ano 20% da produção total de embalagens vazias. O setor prevê crescimento de 2,5% do volume de produção e responde por 140 mil empregos diretos e indiretos. A BRASILPACK é um importante termômetro dessa indústria, reunindo 550 expositores de 30 países.

Principal evento do setor no Hemisfério Sul, a BRASILPACK 2004 - Feira Internacional da Embalagem é uma vitrina dos investimentos em matéria-prima e dos modernos processos industriais do setor. O evento, promovido pela Alcantara Machado Feiras de Negócios, em parceria com a empresa alemã Messe Düsseldorf, reúne mais de 550 expositores, de diferentes estados brasileiros e 30 países, tais como Alemanha, Argentina, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Colômbia, Inglaterra, Japão, Itália e Suíça. A expectativa é de que atraia 30 mil visitantes de várias partes do mundo.
Projeções indicam que, com o aumento de 21,23% das exportações brasileiras em 2003 (segundo dados da Fiesp), o mercado de embalagens deverá movimentar este ano R$ 26 bilhões. De acordo com a ABRE – Associação Brasileira da Indústria de Embalagem, isso significa a produção de 7,5 milhões de toneladas de matéria-prima e um aumento de 2,5% em relação a 2003, quando o setor movimentou R$ 23,7 bilhões.
Espera-se que a exportação de embalagens vazias corresponda a 20% da produção total. Os demais 80% devem ser utilizados no mercado interno e para a exportação de alimentos, calçados, flores e outros produtos. “A indústria de embalagem funciona como um termômetro da economia. Se as vendas aumentam para o mercado interno e externo, cresce a demanda por embalagens. A BRASILPACK 2004 colocará à disposição do público essa diversidade de embalagens, com as suas inúmeras variações. E sempre ressaltando um fator importante, de responsabilidade social: a reciclagem”, diz Evaristo Nascimento, diretor da feira.
O mercado de embalagens abrange embalagens flexíveis, de papel e papelão, aço, vidro, madeira, alumínio, polipropileno e polietileno. A BRASILPACK 2004 traz empresas que atuam em vários segmentos deste setor, desde fornecedores de máquinas e equipamentos a produtores de embalagens até escritórios de design. A feira também repete este ano a bem-sucedida experiência da última edição, em 2002, com a montagem da Expo Linhas de Produção, onde o visitante pode acompanhar em 13 linhas todas as fases de industrialização de diversos tipos de embalagem.
A indústria tem ainda forte atuação no exterior. O segmento de flexíveis, por exemplo, é um dos mais importantes e suas exportações podem aumentar em até 30% este ano, de acordo com a Associação Brasileira de Fabricantes de Embalagens Laminadas Flexíveis (Abraflex). Entre os países que mais compram embalagens do Brasil estão Argentina (22%), Chile (16%), Uruguai (11%), Paraguai (10%), Estados Unidos (10%) e México (10%). Da relação de produtos exportados constam PVC, papel-cartão, laminados a quente e a frio, zincados, folha de flandres; folhas cromadas, chapas e folhas de alumínio, tampas, potes, copos descartáveis, caixas de papelão, embalagens flexíveis laminadas, filme stretch para paletização, sacolas, sacos, cartuchos, envoltórios e adesivos solventes sintéticos, entre outros.


2PRÓ-Ideafix Comunicação
Tels. (11) 3030.9404 / 3030.9442 / 3030.9440


Alcantara Machado
Ger. De Comunicação
Antonio Alves
Tels. (11) 4197.9137 / (11) 7857.3196

quinta-feira, fevereiro 19, 2004

Tarde de campo sobre arroz irrigado

A Fazenda Tulipa em Dom Pedrito será palco principal para uma tarde de campo sobre arroz irrigado, no dia 27 de fevereiro. O evento é promovido pela Embrapa Clima Temperado de Pelotas, Associação dos Agricultores de Dom Pedrito e FMC. Ainda conta com o apoio da Sanchotene Agropecuária e Rigo Agropecuária.
A Embrapa Clima Temperado com o objetivo de contribuir com a orizicultura irrigada, para torná-la mais eficiente, rentável e competitiva, vem desenvolvendo experimentos de variedade de arroz no município de Dom Pedrito. Essa proposta visa promover a integração entre a pesquisa e o setor produtivo, centrada no desenvolvimento e transferência de tecnologia. Ainda tem o objetivo da utilização racional de técnicas de manejo, promoção de gerenciamento técnico-operacional e diversificação do sistema de produção. Também busca a melhoria da qualidade ambiental por meio da otimização do uso de insumos e processos que visem a mitigação de possíveis impactos negativos sobre o ecossistema de várzeas.
A tarde de campo terá início às 13 horas na sede da Fazenda Tulipa, na estrada do Ponche Verde, a 22 quilômetros de Dom Pedrito. A abertura do evento está marcada para às 13h30min, com explanação dos pesquisadores da Embrapa e dos irmãos Forsin, proprietários da Fazenda Tulipa.
A partir das 14 horas, os participantes irão conhecer as cultivares de arroz irrigado, que serão apresentadas pelos pesquisadores Ariano de Magalhães Júnior e Paulo Fagundes. Já, Victor Hugo Fonseca Porto irá explanar sobre licenciamento de sementes da Embrapa. As atividades seguem na estação dois, onde será demonstrado a otimização do uso de herbicidas na lavoura de arroz irrigado, pelo técnico André Andes. A otimização do uso de adubação nitrogenada em arroz irrigado será enfatizada pela pesquisadora Walkyria Scivittaro e a otimização do uso da água e fosfatos naturais na lavoura de arroz irrigado terá como palestrante Algenor Gomes. A tarde de campo encerrará na estação três, quando o proprietário Luís Forsin apresentará a cultivar BRS 7 Taim.
No mesmo dia, acontecerá a 2a Jornada Técnica de 2004, no CTG Rodeio da Fronteira. O tema em pauta é a “Situação atual e perspectivas para o mercado do arroz em 2004”, apresentado pelo profissional Marco Aurélio Tavares, de Porto Alegre.

Mais informações pelo telefones:
(53) 243 3256 – Associação dos Agricultores de Dom Pedrito;
(53) 99721468 – Fazenda Tulipa;
(53) 275 8113 – Embrapa Clima Temperado Pelotas.

Márcia Marinho - Assessora de Imprensa - (53) 99599914

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