A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, maio 22, 2017

JORGE OLIVEIRA: BNDES TEM MEDO DE ABRIR A CAIXA PRETA DOS EMPRÉSTIMOS A FRIBOI



PUBLICADO ORIGINALMENTE EM 24/03/2015




Luciano Coutinho prefere pagar a insignificante multa de 10 mil reais para o TCU a abrir a caixa preta do BNDES que dirige à sombra de Lula. O presidente do banco alega “sigilo bancário” para não informar ao Tribunal de Contas da União o total de empréstimos ao grupo JBS Friboi, uma negociata que é mantida a sete chaves. Ora, a discussão não é quanto a multa irrelevante pela desobediência mas a resistência de Coutinho em atender às ordens do tribunal que exige saber detalhes do investimento do banco no grupo Friboi, um dos maiores contribuintes da campanha da Dilma.

Coutinho certamente vai continuar ignorando a solicitação do TCU. Um dos mais longevos presidente do BNDES, espalha que é protegido de Lula e só a ele deve satisfação, o que impede a Dilma de decidir sobre a sua permanência ou não no banco. Não é a primeira vez que Luciano Coutinho nega informações sobre os nebulosos negócios do banco estatal que dirige. Foi assim com os empréstimos com clausulas de sigilo que fez a Cuba e aos ditadores africanos sob o pretexto de que as empreiteiras brasileiras precisavam ser financiadas para expandir seus trabalhos no exterior, como defendia o Lula na presidência e depois fora o cargo.

O BNDES também recheou os cofres do ex-bilionário Eike Batista que fiscalizava suas obras a bordo de um luxuoso jatinho na companhia do ex-presidente Lula, seu privilegiado lobista. Até hoje não se conhece como foram feitos esses empréstimos e se Eike vem cumprindo os contratos. O que se sabe de verdade é que o ex-bilionário já fez várias repactuações desses financiamentos. E para não contabilizar essa montanha de dinheiro como prejuízo o banco vem se submetendo a todas as propostas imorais de Eike.

O Tribunal de Contas já avisou ao presidente do BNDES que o próximo passo é aumentar a multa para 30 mil reais no caso de nova omissão e até evoluir para o impedimento dele exercer cargos púbicos. Mas Coutinho vai continuar zombando dos órgãos fiscalizadores do país. Ele dirige o banco como se fosse uma propriedade sua e não um patrimônio do povo brasileiro que se sente lesado por essa administração danosa aos cofres públicos. Até hoje, o Congresso Nacional não conseguiu abrir a caixa preta dos empréstimos feitos por ele aos países africanos, mesmo depois do seu comparecimento a várias comissões no Congresso Nacional para prestar esclarecimentos.

Espera-se que o TCU insista no cumprimento da lei, exigindo mais uma vez de Luciano Coutinho os contratos feitos sob sigilo já que esses negócios precisam ser conhecidos pelos brasileiros. A abertura da caixa preta pode provocar mais um grande escândalo em uma empresa estatal, onde o PT dá as cartas.

O TCU desconfia que os petistas continuam fazendo a mesma operação que levou muitos deles ao presídio. O dinheiro é desviado dos órgãos públicos, como ocorreu na Petrobrás, e chega ao caixa de campanha em forma de contribuição oficial, modelo de corrupção já descoberto e punido pela Policia Federal e pelo Ministério Público.

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