A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, dezembro 03, 2014

ALERTA TOTAL: Paulo Roberto Costa deixou claro que Dilma - e por extensão Lula - sabiam de tudo na Petrobras




Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net


Fez muito mal à turma do Palhaço do Planalto a ida de Paulo Roberto Costa à CPMI da Petrobras. O "colaborador premiado" da Lava Jato complicou a Presidenta Dilma Rouseff. O ex-diretor de Abastecimento da estatal confirmou o e-mail que enviou è então ministra chefe da Casa Civil de Lula da Silva, em 29 de setembro de 2009, advertindo sobre irregularidades que o Tribunal de Contas da União identificou em obras da Petrobras. O relato ratifica que Dilma, e por extensão o então Presidente Lula, sabiam de tudo.


Paulo Roberto também ferrou com o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, ao confirmar a mensagem para Dilma: "Até acho que foi importante porque a imprensa deturpou um pouco o processo deste e-mail. Primeiro por que eu não passei por níveis hierárquicos. O Gabrielli, então presidente da Petrobras, tinha ciência. Foi me pedido pela Casa Civil que eu mandasse a ela (Dilma) o e-mail. Nesta época eu já estava enojado deste processo todo".


Nestor Cerveró, ex-Diretor Internacional, também participou da acareação, porém pouco acrescentou. Ele e Costa tiveram uma concordância que pesa contra o governo. Ambos avaliaram que a compra da refinaria Pasadena foi uma decisão de inteira responsabilidade do Conselho de Administração da Petrobras. Na época do negócio o colegiado era presidido por Dilma Rousseff. Tal informação aumenta o risco de o nome dela ser incluído entre os réus nos processos que correm no Departamento de Justiça e na Securities and Exchange Commission dos EUA.


A previsão de Paulo Roberto é que vem chumbo grosso por aí, em novas ações a partir das delações da Lava Jato, incluindo a sua própria: "Tudo que falei lá, eu confirmo. Não tem nada lá que não confirmo. É um instrumento sério, que não pode ser usado de artifício, de mentira, que não pode ser na frente confirmado. Nos mais de 80 depoimentos que eu fiz, foram mais de duas semanas de delação, o que está lá eu confirmo. Provas existiram e estão sendo colocadas. Falei de fatos, de pessoas. Na época oportuna, virão a conhecimento público".


Ao fazer um breve resumo de sua carreira, Paulo Roberto Costa falou ontem o que a nazicomunopetralhada não queria ouvir: "Nesses 27 anos, assumi cargos importantes. Em todos esses cargos que assumi, não precisei nunca de apoio político. Consegui esses cargos por competência técnica. Quando surgiu a oportunidade de obter uma diretoria, era sonho meu ser diretor e, quem sabe, a presidência. Mas desde os governo Collor, Itamar, Fernando Henrique, Lula, Dilma, todos os diretores, se não tivessem apoio político, não chegavam a diretor. Infelizmente, aceitei uma indicação política para assumir a diretoria de Abastecimento. Estou extremamente arrependido de fazer isso. Se pudesse, não teria feito isso. Quisera eu poder não ter feito isso. Isso tudo, para tornar minha alma mais pura, confortável, para mim e para minha família, fiz o acordo de delação. Passei seis meses na carceragem. O que acontece na Petrobras acontece no Brasil inteiro, nas rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrelétricas".


Importantíssima também foi a revelação de Paulo Roberto Costa nos bastidores. Ele informou ao deputado Ênio Bacci (PDT-RS) que denunciou 35 políticos no esquema da Lava Jato. O número, no entanto, pode ser bem maior, em função de outras delações. Seriam 77 deputados federais e 14 senadores que estariam comprovadamente envolvidos. Outros 112 parlamentares foram citados sem provas.


Outra informação lamentável foi confirmada por Cerveró: "A minha defesa está sendo paga pelo seguro (do Itaú), é uma forma indireta. Modelo americano que cobre atos de gestão de diretores e conselheiros. Cobre toda atividade de defesa de gestão desses diretores". Já Paulo Costa fez questão de garantir que não usa o mesmo expediente, falando, indignado e ironicamente, em terceira pessoa: "A defesa de Paulo Roberto Costa, a Petrobras não pagou um centavo. A defesa de Paulo Roberto Costa quem paga, com muito sacrifício, é Paulo Roberto Costa".

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