A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, novembro 12, 2014

O BOLIVARIANISMO EM AÇÃO: O advogado geral da União, Luiz Adams, cotado para uma das vagas futuras do STF, publica um artigo antidemocrático e golpista contra o ministro do Supremo Gilmar Mendes



Luiz Adams, o AGU do PT, ataca a democracia para ser ministro de um STF bolivariano. Passará?


Hoje, o advogado geral da União, Luiz Adams, cotado para uma das vagas futuras do STF, publica um artigo antidemocrático e golpista contra o ministro do Supremo, Gilmar Mendes, que manifestou a sua preocupação de que a Corte, tendo preenchidas nove das onze vagas por indicações feitas pelo PT, pode se tornar "bolivariana". 


Diz ele: De uma só vez, o ministro (Gilmar Mendes) questionou três Poderes da República. O Executivo, pois é a Constituição que determina ao presidente da República a indicação dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). O Legislativo, já que incumbe ao Senado a aprovação da indicação. E o Judiciário, uma vez que o STF é nossa corte suprema. Mas, sobretudo, foram atingidas a democracia brasileira e suas instituições. 


Pergunta-se: mas quem é Luiz Adams para fazer tal manifestação, além de mais um desqualificado interessado em receber como prêmio por serviços prestados uma indicação ao STF? Pelo que consta, o papel do AGU é representar o governo em causas judiciais e extrajudiciais, não cabendo a ele questionar a livre opinião de um ministro da Suprema Corte. 


Além disso, Luiz Adams comporta-se como um cínico, sabendo que um Legislativo sob suspeita, com dezenas de parlamentares corruptos sendo guardados a sete chaves justamente por ministro indicado pelo PT ao STF, não terá jamais independência para desaprovar indicações. Esta base corrupta e alugada, paga com dinheiro do Petrolão, quer no STF ministros amigos e não juristas independentes.


Atacar o Executivo? Mas que moral tem este Executivo cuja presidente da República e seu antecessor, justamente os que irão indicar os novos ministros, estão envolvidos na corrupção da Petrobras, segundo um delator cuja delação já foi oficialmente aceita pelo Supremo Tribunal Federal? É bom que o senhor Adams, em vez de acusar pessoas, prepare-se para defender os seus chefes, pois a opinião pública vai para as ruas, sim, exigir a punição, se as provas forem confirmadas, da Presidente da República e do seu antecessor.


Mais adiante, em seu nefasto artigo, um libelo em defesa da própria indicação, sim, para um STF bolivariano que ele, se escolhido, ajudará a formar, escreve: "Na realidade, a ameaça às instituições democráticas brasileiras vem do nosso passado de intolerância e autoritarismo, que julgávamos enterrado. Não se trata apenas de descabidas propostas de intervenção militar, mas de uma série de iniciativas que agridem a democracia. O pedido de recontagem de votos, elaborado sem nenhum fato que lhe dê sustentação, atinge a Justiça Eleitoral e um sistema de votação elogiado em todo o mundo."


Luiz Adams sabe, muito bem, que aquele imbecil que surgiu com uma placa pedindo intervenção militar durante uma manifestação popular não representa o pensamento do país, muito menos daqueles milhares de manifestantes. Faz coro aos argumentos petistas de que as manifestações são golpistas, quando são totalmente democráticas. E continuariam sendo mesmo que todos ali clamasssem por um regime militar. 


E o mais grave: o ataque direto e frontal feito ao PSDB, que representando mais de 51 milhões de eleitores, pediu uma auditoria nos resultados das eleições, para verificar a segurança do sistema, jamais uma "recontagem de votos". E desde quando não existe sustentação a esta demanda se o próprio Tribunal Superior Eleitoral atendeu ao pedido dos tucanos? Assim sendo, quem está questionando de forma antidemocrática esta corte é o próprio advogado geral da União. Quer dizer que elogios mundiais bastam para assegurar a eficiência e a eficácia de um sistema que não permite, justamente, a recontagem dos votos?


Por fim, Adams conclui: Essa perigosa aposta política na ingovernabilidade nos aproxima da insensatez e do paroxismo político que não condizem com o Brasil democrático que tanto nos custou construir. É um supremo equívoco. 


Impressionante! A opinião de um ministro do STF, dada em função, por exemplo, que os mensaleiros corruptos do PT que o senhor Adams representa e defende, tendo em vista novas indicações para a Corte, tiveram o julgamento modificado, a pena reduzida, é uma ameaça à governabilidade? Não seria o contrário? Que o AGU pergunte ao país qual é a sensação que ficou ao assistirmos, todos os homens de bem, a libertação de um José Dirceu antes mesmo do cumprimento de um ano de pena? É sobre esta impunidade criada por um STF que já demonstra tintas bolivarianas, que favorece os companheiros, que o ministro Mendes se manifestou.


Paroxismo, doutor Adams, é o que deve ter lhe acometido ao escrever este artigo. O seu papel na República não é este. O seu papel é outro. Recolha-se à sua insignificância institucional e à sua pobreza intelectual. O senhor não está defendendo a democracia. O senhor está apenas defendendo o próprio nome para compor um STF, que com membros desta estirpe e desta laia, será bolivariano, sem a menor dúvida. É o que qualquer democrata conclui ao ler o que o senhor escreveu neste desastroso artigo publicado no dia de hoje na Folha de São Paulo. Supremo equívoco foi o seu.

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