A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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domingo, outubro 26, 2014

LUCIANO AYAN: O atentado contra a Editora Abril é mais um motivo para tirarmos o PT do poder






Um tema que deveria ter sido trazido ao debate público com mais contundência durante essas eleições é o uso de coletivos não-eleitos por governos bolivarianos, como o de Dilma. Como sabemos, coletivos não-eleitos são entidades que se pretendem ser “a sociedade civil”, mas no fundo não passam de tentáculos de um estado totalitário.

O atentado praticado ontem (dia 24/10) contra a sede da Editora Abril, em Pinheiro (Zona Oeste de São Paulo), é um exemplo do uso de coletivos-não eleitos pelo PT. Na Bolívia, por exemplo, esses gruposameaçaram chicotear quem não votasse em Evo Morales.

Durante o tumulto, três pessoas foram detidas, todas participantes da União da Juventude Socialista – mais um coletivo não-eleito de Dilma Roussef. Quem clicar neste link poderá ver como Dilma Roussef afaga este grupo.

Mas se provas do alinhamento da turma de Dilma com essa gente ainda são necessárias, veja o que disse Orlando Silva, ex-ministro de Dilma:


De mais a mais, tudo também é explicado pelo discurso de ódio que Dilma e o PT vem fazendo contra a mídia livre há vários anos. Esse tipo de sentimento de ódio obviamente iria resultar em situações como essa, mesmo que a UJS não fosse um dos braços da campanha do PT.

Em entrevista à Globo, Aécio Neves repudiou os atentados:


Nós assistimos ontem e hoje um atentado contra a democracia, contra a liberdade de expressão [...] Os manifestantes não atingem aquele veículo, atingem o que nós temos de mais valioso que é a liberdade de expressão no Brasil, a liberdade de imprensa. A democracia vive disso: das manifestações. E as contrárias têm que ser respeitadas [...] [Esse ato] deve receber o repúdio, não sei, dos profissionais da imprensa e de todos os cidadãos e cidadãs desse país.

Uma dica: sempre que forem explicar o problema do uso de coletivos não-eleitos e da censura de mídia (os principais planos do PT), é preciso expor com clareza ao público os danos causados por esse tipo de projeto. Nesse texto, dei razões claras que explicam por que o povo sofre muito quando uma ditadura é implementada a partir de coletivos não-eleitos e censura sutil.

É simples demais: países bolivarianos que censuram a mídia conseguem esconder com mais facilidade escândalos de corrupção e maquiar com maior habilidade os indicadores péssimos da economia. Ora, se tudo o que essa gente quer é saquear o estado a partir do aparelhamento estatal (que também serve para manter o poder), é óbvio que censurar a imprensa se torna um dos objetivos centrais de qualquer projeto bolivariano.

A vida do povo humilde em países como Venezuela e Argentina é esmagada exatamente por que esses governos executaram com sucesso o projeto bolivariano. E esse atentado contra a Editora Abril mostra claramente a absurda similaridade do projeto petista com o projeto desses países.


Alguns podem até dizer que Dilma “rejeitou o quebra-quebra”, mas só fez isso depois que Aécio Neves se manifestou contra essa barbárie. E ela não abriu a boca para falar de suas alianças com a UJS e nem comentou as palavras de seu ex-ministro Orlando Silva, que endossou o atentado.

Para piorar, o comportamento censório do PT continua, pois eles conseguiram que o TSE (aparelhado pelo partido) proibisse a Revista Veja de fazer propaganda de sua revista.

O medo de perder o poder está fazendo o PT e seus aliados deixarem de esconder suas reais intenções: aparelhar o estado de uma vez por todas, usar os coletivos não-eleitos para pressionar o Congresso (a UJS é apenas um desses grupos da tropa de choque do PT) e censurar a imprensa. Com isso, é possível devastar toda nossa economia e “ganhar tempo”, assim como Cristina Kirchner e Nicolas Maduro vem fazendo, enquanto enriquecem e a seus parentes e amigos do poder.

O terrível atentado praticado contra a revista Veja, além das vergonhosas ações censórias tentadas pelo governo petista contra a publicação, hoje nos leva a uma seguinte realidade: estamos todos vivendo em um ambiente similar ao da Venezuela, especialmente nesses dias, e o que irá ser amplificado se Dilma for reeleita.

Temos que eleger Aécio Neves para que ele nos liberte do jugo desse partido depravado e inimigo da democracia.

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