A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, setembro 09, 2014

BLOG DO CORONEL: Delação não rima com ilação


O delator em busca de um prêmio, que no limite máximo é a liberdade plena, não brinca em serviço. As regras são claras: as denúncias deverão vir acompanhadas de provas documentais, testemunhais ou de informações que possam levar a cúmplices e a outros criminosos. 

O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, pelo que foi apreendido pela PF, possui todas as informações organizadas. Uma verdadeira contabilidade de bilhões não contabilizados. Planilhas, número de contas bancárias, até mesmo recibos ou comprovantes de depósitos. Certamente também está oferecendo informações sobre os "laranjas" que representavam os corruptos beneficiados pelo Mensalão da Petrobras, para que a PF chegue aos verdadeiros culpados.

O prêmio pela delação não é automático. É ao final que o juiz, de posse de todas as informações, analisa o grau de colaboração oferecida pelo réu para só então avaliar a redução ou eliminação da pena a que originalmente o delator estaria sujeito. Desta forma, não existe enrolação ou ilação, como gosta de dizer o PT e a Dilma para desqualificar quem os acusa. Depois de iniciado o processo, não há mais porque fazer chantagem, pois só a verdade passível de comprovação será considerada pelo magistrado.

Da forma como houve o vazamento para a revista Veja, ele não deve ter saído da PF ou do MP. Provavelmente saiu do próprio Paulo Roberto Costa, por meio da sua advogada ou familiares, para que o assunto fique em evidência, valorizando a delação. Assim sendo, é natural que o vazamento continue, cada vez com provas mais robustas, para que não exista chance de que o governo petista e o STF aparelhado venham a arquivar o caso. Não será surpresa alguma se na próxima edição da Veja tenhamos provas documentais contra as mais altas figuras do governo do PT. As mais altas mesmo! Vamos aguardar, porque delação não rima com ilação. Mas pode mudar eleição.

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