A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, julho 10, 2014

RODRIGO CONSTANTINO: Túnel do tempo: a politização, infiltração comunista e destruição da Petrobras não são novidade!

Rodrigo Constantino cada vez mais se firma como um dos melhores articuladores e cronistas do Brasil contemporâneo. Sua capacidade de escrever textos curtos e de forte impacto é surpreendente; além disso, consegue se superar a cada dia, como nesta pequena e altamente informativa postagem sobre a Petrobras.

Vejam, caros leitores, como as coisas no Brasil muitas vezes andam em círculos. A sensação de déjà-vu é constante. Se você pensa que o PT inventou a roda aparelhando a Petrobras com seus “vermelhinhos”, levando a infindáveis escândalos e a uma enorme destruição de valor, engana-se. Isso já ocorreu antes, em um governo que também sonhava em transformar o Brasil em uma grande Cuba.

Abaixo, editorial do GLOBO publicado em 7 de setembro de 1963, data muito sugestiva e propícia, o nosso Dia da Pátria, a Independência do Brasil. Qualquer semelhança não é mera coincidência:




Impressionante, não? Hoje, por exemplo, a Petrobras continua financiando, com o nosso dinheiro, “campanha de agitação e subversão”, ao bancar o MST, entre outros grupos subversivos. Mas calma que ainda não acabou! Logo depois, o jornal segue subindo o tom e demandando ajustes por parte do governo:



Instrumento de sovietização! Atentai para tal expressão, estimados leitores! Para concluir, o jornal diz: “Deveria o Presidente João Goulart iniciar pela Petrobras a purificação de seu governo. Afaste, imediatamente, os diretores comunistas, faça voltar os técnicos, ponha a empresa à margem da Política, e a decepção que ele vem causando ao povo brasileiro se transformará em novas esperanças. Ao mesmo tempo dará Sua Excelência à Nação – se assim proceder – uma cabal demonstração de seus propósitos, provando que deseja governar afastado dos extremos, cujo facciosismo tantos males vem causando ao Brasil”.

O presidente não deu ouvidos. Sabemos como tudo acabou, e não foi nada bom…
 


 SALVE-SE A PETROBRÁS!

  Editorial do GLOBO publicado em 7 de setembro de 1963

A PETROBRÁS, a maior empresa industrial do País, a que detém a maior soma de recursos, a que deveria dispor dos melhores técnicos, encontra-se hoje numa situação lastimável, reduzida á função de orgão atuante na comunização do Brasil. Seus índices técnicos e financeiros são, atualmente, dos mais baixos, e os escândalos se sucedem, sem que o governo se anime a dizer um “Basta!” a esse estado de coisas.

O presidente da companhia, General Albino Silva, deixou a chefia da casa militar do Presidente João Goulart para assumir a direção da empresa. Ilhado na diretoria, cercado de comunistas por todos os lados, S. Exª está lutando para restabelecer a disciplina e a hierarquia da Petrobrás. Seus esforços merecem ser acompanhados com simpatia por todos os patriotas, mas a nosso ver uma ação mais drástica se impõe.

O único diretor não comunista, o Sr. Ispard do Amaral, técnico dos mais competentes, nomeado para empresa pelo Sr. Getúlio Vargas, foi demitido por pressão dos sindicatos controlados pelos vermelhos. Era o único técnico na diretoria, seus serviços sempre foram considerados valiosíssimos, mas excomungado pelas forças da subversão, que com ele não contam, teve de dar lugar á outro, mais dócil e cooperativo.

A diretoria não se reúne, os processos se acumulam, nada se resolve. Ou melhor, só se resolve aquilo que tem sentido político. Paga-se, por exemplo, rapidamente a divulgação de manifestos do CGT, alugam-se veículos para transportar figurantes em comícios políticos, custeia-se com o dinheiro do povo, a campanha de agitação e subversão.

Até quando persistirá tal panorama? Quando será a Nação satisfeita pela verificação de que o governo resolveu tomar uma atitude, expulsando da Petrobras aqueles que a transformaram num instrumento de sovietização do País e entregando a companhia á uma direção de técnicos apolíticos, que possam fazê-la progredir?


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