A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, abril 03, 2014

ESQUERDA CAVIAR: Empresários reunidos com Mantega doaram R$ 88 mi ao PT



         
11 dos 16 ‘xerifes do PIB’ têm alta proximidade com o governo
As 16 grandes empresas convidadas para almoço  com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta 4ª feira (12.mar.2014) em Brasília, doaram R$ 88 milhões para candidatos do PT, partido da presidente Dilma Rousseff, na campanha de 2012. No total, elas repassaram R$ 265 milhões para políticos de todas as legendas.
À mesa com o ministro estarão representadas as companhias que mais doaram a partidos políticos nas últimas eleições: Andrade Gutierrez (1ª no ranking), OAS (3ª), Camargo Correa (4ª), Vale (5ª), JBS (9ª) e Odebrecht (10ª). Acompanhe na tabela abaixo:   
Doações para campanha política de 2012 ( x R$ 1mil)



O volume de doações para campanhas é só a face mais visível do entrelaçamento desses “xerifes do PIB” com o poder político central. Segundo levantamento do Blog, 11 dessas 16 companhias têm um alto grau de proximidade com o governo, que em alguns casos se assemelha à dependência.
Além de estarem entre os maiores doadores a políticos, essas empresas têm alto percentual de capital votante sob influência do Palácio do Planalto –via BNDES e fundos de pensão de estatais– ou são lideradas por diretores filiados a partidos da base governista.
A fluidez entre o grande capital e o poder central não é nova no Brasil: os governos de Getúlio Vargas e da ditadura militar investiram muita verba pública nos setores-chave da economia e os fundos de pensão estatais participaram em peso das privatizações dos anos 90.
Mas há um fator contemporâneo a aprofundar esse cenário: os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff abriram a torneira de recursos para salvar empresas com risco de quebra após a crise financeira de 2008 e incentivar a criação dos chamados “campeões nacionais” do setor privado.
As pequenas e médias empresas sentem-se excluídas do tratamento privilegiado. Na segunda-feira (10.mar.2014), representantes dessa parcela do setor produtivo reclamaram de falta de abertura . “Esse é um governo que não ouve a pequena e média empresa”, disse à “Folha” José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, que reúne os fabricantes de máquinas e equipamentos.
Conheça alguns sinais da proximidade com o governo de 11 empresas convidadas para o almoço com Mantega:
1) Coteminas (Josué Gomes)
- Presidente da companhia, Josué filiou-se ao PMDB sob as bênçãos do ex-presidente Lula e cogita lançar-se a algum cargo eletivo neste ano. Seu pai, José Alencar, era vice-presidente da República.
- BNDES tem 18% das ações preferencias da companhia, sem direito a voto.
2) J&F / JBS (Joesley Batista)
- Grupo foi agraciado com verbas bilionárias do BNDES durante as gestões Lula e Dilma. Levantamento do jornal “O Globo” de 2012 mostrava que o banco público havia investido R$ 13,3 bilhões  no grupo até então.
- Júnior da Friboi, irmão de Joesley e ex-controlador do grupo, filiou-se ao PMDB, também com o apoio de Lula, e será candidato a governador de Goiás com uma campanha milionária.
- BNDES e Caixa Econômica Federal têm 34,6% do capital votante da empresa.
- Grupo doou R$ 27 milhões a campanhas políticas em 2012 (9° maior doador).
  
3) Vale (Murilo Ferreira)
- 44% do capital votante da empresa estão nas mãos do BNDES, Previ (fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil) ou do próprio governo.
- Doou R$ 30,5 milhões a campanhas políticas em 2012 (5° maior doador).
4) Andrade Gutierrez (Sérgio Lins Andrade)
- Recebeu R$ 99 milhões do governo federal em 2012.
- Foi o maior doador de campanhas em 2012. Destinou R$ 81 milhões a diversos candidatos e partidos, sendo R$ 21 milhões a nomes do PT.
5) Camargo Corrêa (Luiz Ortiz Nascimento)
- Recebeu R$ 251 milhões do governo federal em 2012.
- Doou R$ 33 milhões a campanhas políticas em 2012 (4° maior doador).
6) OAS (Leo Pinheiro)
- Doou R$ 45 milhões a campanhas políticas em 2012 (3° maior doador).
7) Odebrecht (Marcelo Odebrecht)
- Pessoa jurídica que mais recebeu pagamentos do governo federal em 2012: R$ 1,1 bilhão.
- Doou R$ 19 milhões a campanhas políticas em 2012 (10° maior doador).
8) Embraer (Frederico Curado)
- Recebeu R$ 1,2 bilhão do governo federal de janeiro a outubro de 2013 para desenvolver o avião militar KC-390 .
- BNDES tem 5,3% do capital votante e Previ, 7,8%
  
9) Gerdau (Jorge Gerdau)
- É presidente da Câmara de Gestão de Políticas Públicas da Presidência da República.
- Ocupa assento no Conselho de Administração da Petrobras.
- Recebeu R$ 21 milhões do governo federal em 2012.
- Doou R$ 5 milhões a campanhas políticas em 2012.
10) Votorantim (Raul Calfat)
- Em 2009, o Banco do Brasil comprou 50% do Banco Votorantim por R$ 4,2 bilhões e salvou a instituição do risco de quebra.
- BNDES é o maior acionista da Fibria Celulose, resultado da fusão da Votorantim Celulose e da Aracruz. O banco público tem 30,4% do capital votante. É mais do que a própria Votorantim, com 29,4%.
- Doou R$ 5,7 milhões a campanhas políticas em 2012.
11) BRF (Marcos Jank)
- Governo tem influência sobre os 2 maiores acionistas da companhia: a Previ tem 12% do capital votante e a Petros (fundo de previdência dos funcionários da Petrobras), outros 12%.
- Doou R$ 3,1 milhões a campanhas políticas em 2012.
Os outros 5 empresários convidados para a reunião comandam empresas geridas sem grande influência do governo. São elas: Ambev (João de Castro Neves), CSN (Benjamin Steinbruch), Marcopolo (Antonio Martins), Natura (Pedro Passos) e Suzano (David Feffer).

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