A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

segunda-feira, maio 26, 2014

CLAUDIO HUMBERTO: Relatório do Conselho de Segurança da ONU revela que porto cubano, construído com financiamento brasileiro, foi usado para o tráfico de armas para a Coreia do Norte

Relatório do Conselho de Segurança da ONU, obtido pela coluna, sobre contrabando de armas para a Coreia do Norte, revela que o porto de Mariel, em Cuba, construído com financiamento brasileiro (US$ 1 bilhão do BNDES), é a “ponte” para exportação do antigo armamento soviético para a tirania comunista na Ásia. A suspeita surgiu após apreensão no Panamá de navio norte-coreano com “açúcar” cubano.

Velhos MIG soviéticos, tanques, mísseis terra-ar e explosivos, integram o ardiloso esquema norte-coreano para enganar autoridades marítimas.

Uma empresa “laranja” russa da Coreia do Norte registrou um carregamento em nome da Ocean Maritime Management-Brasil.
 
O porto cubano construído com nossa grana pela Odebrecht, amiga de Lula, será administrado por uma empresa de Cingapura. Humm…


Relatório da ONU confirma: Porto de Mariel em Cuba vem sendo usado para contrabando de armas para a Coréia do Norte.


Um relatório de peritos do Conselho de Segurança da ONU publicado em 6 de Março desse ano revela detalhes de como o porto de Mariel, recentemente reformado pelo conglomerado brasileiro Odebrecht com aporte de recursos do BNDES da ordem de US$ 900 milhões e forte articulação política do governo brasileiro, foi usado para o contrabando de 240 toneladas de armas, incluindo mísseis e armamento pesado, para a Coréia do Norte.
O relatório explica, inclusive, o porquê de Porto Mariel ter sido escolhido para essas transações criminosas, de modo a impedir a detecção da carga ilegal e evitar o seu rastreamento.

Confira o artigo que repercutiu essas descobertas:
http://www.capitolhillcubans.com/2014/03/why-odebrechts-port-was-chosen-for.html
E o mais importante (fontes primárias), o próprio relatório da ONU que denuncia a operação:
http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=S/2014/147
Recomendo especial atenção aos anexos do relatório, especialmente do anexo IX ao XXI.

Que o governo brasileiro se aproximou das maiores ditaduras do mundo nos últimos anos não é novidade. Irmãos Castro, Chávez, Kadhafi, Bongo, al Bashir, Morales, dinastia Kim, entre outros ditadores são parceiros do governo brasileiro tomado pelo Partido dos Trabalhadores.
Mas nesse caso coisa é tão grave que ultrapassa a discussão interna, na qual o impeachment seguido de intensas investigações e cadeia para os envolvidos seria a saída mais óbvia. Entramos na seara dos crimes internacionais de guerra.

Bem-vindos ao Eixo do Mal.


Fonte: Comedia Globale


Porto financiado por DILMA é ponto de CONTRABANDO INTERNACIONAL de armas. Incluindo aviões MIG-21 desmontados.

 

Os regimes que ainda insistem em adotar uma posição autoritária, como Cuba. Coreia do Norte e Venezuela, atuam como se fossem uma grande quadrilha internacional, usando os recursos do estado para práticas ilegais. É uma lástima que a cúpula do governo brasileiro esteja intimamente ligada aos ditadores cubanos. Não é de se adimirar que a tão sonhada cadeira na ONU nunca seja concedida, o mundo inteiro já percebeu os laços estreitos que o Brasil têm com os piores regimes do planeta.
 
Recentemente a ONU divulgou um relatório informando que o porto de Mariel, financiado pelo governo brasileiro, tem facilitado o tráfico de toneladas de armas para a Coreia do Norte.

Um relatório de peritos do Conselho de Segurança da ONU sobre violações dos embargos de armamento publicado essa semana diz que medidas preventivas, como a inspeção detalhada realizada pelo Panamá em navios que se dirigiam para a Coréia, se mostraram importantes na detecção de violações dos tratados internacionais. O documento revela detalhes de como o porto de Mariel, recentemente reformado pelo conglomerado brasileiro Odebrecht com aporte de recursos do BNDES da ordem de US$ 900 milhões, foi usado para o contrabando de mais de 200 toneladas de armas, incluindo mísseis, para a Coréia do Norte.
 
O RELATÓRIO DA ONU diz que os parceiros mais antigos da Coréia do Norte parecem não ter compreendido os detalhes e implicações do não cumprimento das resoluções sobre o embargo de armamento, e o país tem se aproveitado disso.

Entre a carga escondida estavam seis reboques associados a sistemas de mísseis terra-ar e 25 contêineres carregados com dois MiG-21 desmontados, 15 motores para aviões MiG-21, componentes para sistemas de mísseis terra-ar, munições e diverso material ligado a armamento. Este carregamento constituiu a maior quantidade de armas e material proibido enviado para a República Popular Democrática da Coreia desde a adopção da resolução 1718 (2006).



Cubanos residentes nos EUA, por meio do site Católicos Cubanos, denunciam que a Odebrecht é uma empresa reincidente na ligação com alguns dos regimes mais repressivos do mundo, incluindo Cuba, Venezuela e da Líbia. O site ressalta que a impossibilidade de acesso aos documentos de financiamento internacional feitos pelo Brasil dá margem à mais desconfianças sobre o envolvimento do país em atividades ilícitas.



 Fonte: Sociedade Militar

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