A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

segunda-feira, março 17, 2014

MCTI: Novo Ministro nega insatisfação de Dilma com seu antecessor

Para ministro da C&T. antecessor não foi demitido; queria voltar à academia

O novo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clélio Campolina Diniz, disse não considerar que a presidente Dilma Rousseff tenha demitido seu antecessor, Marco Antonio Raupp, por insatisfação. “Não há nenhum conflito, sou amigo pessoal do Raupp e foi uma decisão que eles (Dilma e Raupp) tomaram. Ele quer voltar à sua vida acadêmica e científica e portanto não há de nenhum conflito ou descontinuidade”, justificou Campolina, que deixa o posto de reitor da Universidade Federal de Minas Gerais para assumir o Ministério.

Nesta segunda-feira (17) o Estado de S.Paulo revelou que, ao contrário dos outros cinco ministros trocados nesta manhã, que precisavam de desincompatibilizar para disputar cargos eletivos em 2014, Raupp foi substituído porque seu desempenho foi considerado insatisfatório pelo Palácio do Planalto. Campolina disse que Raupp vai voltar às suas atividades científicas. “Não (considero que tenha sido uma demissão por insatisfação). Houve uma mudança política, a presidente precisava fazer composições. Foi esta a decisão dela (Dilma)”, concluiu.

Campolina disse que vai dar continuidade ao trabalho que estava sendo feito por Raupp e que a presidente Dilma o incumbiu de desenvolver um plano de longo prazo para a ciência e tecnologia brasileiras. O objetivo, segundo o novo ministro, é colocar o País nos padrões internacionais na área.

Fonte: AE / Diário do Poder

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