A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, maio 08, 2007

Mapa debate produção de etanol

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, participará, hoje (08/05), do segundo dia do Global Initiative on Commodities, no Hotel Blue Tree Park, em Brasília. O evento, promovido pelo Mapa em parceria com o Common Fund for Commodities (CFC - Fundo Comum de Produtos de Base) reúne, até o dia 11 deste mês, 70 países produtores de commodities para discutir a relação entre esses produtos e o desenvolvimento econômico, com o objetivo de reduzir a pobreza mundial. A produção de agrocombustíveis no Brasil e o papel da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) no desenvolvimento de tecnologia agrícola foram os principais assuntos discutidos ontem, no primeiro dia do encontro.
“Essa é uma excelente oportunidade de cooperação sul-sul, em que o Brasil poderá trocar experiências em tecnologia agrícola, especialmente em relação aos biocombustíveis e cultivo de produtos tropicais”, afirmou o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto. A discussão sobre o mercado de commodities para os países em desenvolvimento é vital para solucionar o problema da pobreza. Os commodities, ou produtos de base – aqueles vendidos em estado bruto, sem passar por processo de industrialização – são fonte de renda de mais de 70% da população mundial, de acordo com o CFC. “O Brasil foi convidado a sediar o evento pois é exemplo de como esse mercado pode contribuir para o desenvolvimento”, acredita Hardi Vieira, economista de desenvolvimento do CFC.
A experiência bem-sucedida da Embrapa, que tornou o Brasil líder em pesquisa e produção de commodities, como açúcar, algodão, carnes, café e etanol atraiu a atenção dos participantes. O diretor-presidente em exercício da empresa, Kepler Euclides Filho, acredita que o sucesso da organização se deve ao investimento constante em pessoas e à troca constante de experiências. “Temos laboratórios de pesquisa na Europa e nos Estados Unidos, além do posto de transferência tecnológica aberto em novembro do ano passado, em Ghana, na África”, explica o presidente.

Agroenergia
De acordo com o diretor de Promoção Internacional do Agronegócio do Mapa, Eduardo Sampaio Marques, a agroenergia – que envolve a produção de biocombustíveis como o etanol e o biodiesel -- é uma alternativa de desenvolvimento para os países produtores de commodities. “O Brasil está preocupado em obter mais produtores do etanol para que haja mais confiança no mercado de agrocombustíveis. Podemos ser exportadores tanto da tecnologia para a produção do etanol quanto do produto”, acredita Eduardo.
Em palestra sobre as perspectivas de interação internacional para Programa de Agroenergia, o chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Frederico Durães, afirmou que a produção de etanol no Brasil pode transformar o produto numa commoditie e ser capaz de abastecer metade da demanda mundial de etanol até 2025. “Para isso, precisamos produzir um excedente capaz de satisfazer o mercado externo”, explica Durães. De acordo com o executivo, o cenário é favorável para atingir a meta, uma vez que são crescentes a demanda social, a preocupação com questões ambientais e a demanda mundial pelo etanol.



MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
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