A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, setembro 26, 2006

Quebra da safra de trigo provoca aumento no preço do macarrão

A Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (ABIMA) informa que haverá necessidade de repasse de até 10% no preço do macarrão. O motivo é a quebra da safra de trigo, que resultou no aumento do valor da farinha de trigo, principal matéria prima do produto. No Brasil, de acordo com estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a safra 2006 terá queda de 27,6%, em relação ao ano anterior. A redução de área de plantio foi de 25,03%. A baixa produção também foi influenciada pelas condições climáticas adversas nas regiões de plantio, que sofreram com uma estiagem prolongada e, mais recentemente, com geada tardia.
A situação não é diferente nos países vizinhos. A Argentina, principal fornecedor do Brasil, também enfrentou problemas na safra e ao que tudo indica, não terá trigo suficiente para atender toda demanda brasileira, que deve chegar a 7,5 milhões de toneladas. Países como Canadá, Austrália e EUA também confirmam possíveis perdas nas safras locais. A produção do cereal na Austrália deve ficar em 16,4 milhões de toneladas na próxima safra, muito abaixo das 25,1 milhões de toneladas produzidas no ano passado. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou que a produção canadense de trigo ficará 6,5 milhões de toneladas abaixo da safra anterior, que foi de 25,0 milhões de toneladas.
“Todo ano o Brasil costuma importar trigo. Com a queda na safra, a quantidade comprada de fora terá que ser maior. Já sabemos que a Argentina, que também exporta para outros países, não terá a quantia necessária para o Brasil. A opção será importar trigo de países fora do Mercosul, o que vai acarretar um impacto ainda maior no valor cereal e, conseqüentemente, em seus derivados, como o macarrão”, explica Eliane Kay, Presidente da ABIMA - Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias.
Atualmente, a produção nacional de trigo supre até 40% do consumo anual interno, sendo os outros 60% oriundos de importações. “Comprar trigo fora do Mercosul implica em preços de mercado mais altos, pagamento da TEC (Tarifa Externa Comum), além do adicional de frete da Marinha Mercante”, explica Eliane. “A indústria brasileira de moagem já solicitou ao Governo a extinção da tarifa de importação e a suspensão temporária do adicional de frete para a entrada do cereal de fora da zona do Mercosul, porém ainda não houve retorno sobre a questão”, completa.
A indústria nacional de macarrão anuncia que o repasse chegará às gôndolas nas próximas semanas, pois a maior parte dos fabricantes, já começou a receber a farinha de trigo com os preços reajustados.

SOBRE A ABIMA
A ABIMA é a entidade que representa, em todo o território nacional, os fabricantes de massas alimentícias, que compõem 80% do mercado nacional, com uma produção de mais de 1 milhão de toneladas ao ano, faturamento de R$ 3 bilhões e geração de cerca de 25.000 empregos diretos. Com este volume, o Brasil ocupa uma posição de destaque no mercado mundial, pois é o terceiro maior produtor de macarrão, atrás apenas de Itália e Estados Unidos.


Cilene Ferreira
Assessoria de Comunicação
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