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quarta-feira, janeiro 21, 2015

ODORICA PARAGUAÇU - Uma senhora apátrida!





Por *Aileda de Mattos Oliveira (19/1/2015)

Uma senhora apátrida! Apta, portanto, a receber as condecorações de praxe pelo desmonte espetacular do patrimônio moral e cultural brasileiro, coadjuvada por companheiros de ontem e de hoje, sem que um dedo fosse movido para impedir o aviltamento da Nação, interna e externamente. Total consenso desse povo cordial. E isso, sem fraude.

Odorica Paraguaçu, a catastrófica personagem do nosso cotidiano, em mais um discurso hipócrita, lança aos ares a fórmula estrondosa que resume o seu tanto de amor ao País e o seu tanto de respeito à Educação. Realmente, falta a essa desgovernada senhora a salutar autocrítica e um revisor realista.

A tal “Pátria Educadora” soou como uma piada fora de contexto, uma caricatura oral, de um péssimo escriba assessor, querendo fazer média com a população. Mas, qual delas? A que recebe ou paga as bolsas, embora ambas, em matéria de acomodação, igualem-se?

Cópia malfeita, trombuda, saída da ficção, fala sem responsabilidade, apenas preenchendo as formalidades do cerimonial, coisa que a incomoda por não ser usual na sua tribo.

Um conselho, dona: não profane as palavras. Não fale em Pátria, em Educação, em Civismo, em Valores, por não fazerem parte do seu acervo, do seu viver, de sua herança cultural, do seu meio político. Tornam-se sacrílegas expressões na sua irritante voz.

Somente uma política raquítica e rasteira como a brasileira permite a velhacos da República usarem de trapaças verbais que ainda ludibriam Editoriais, ilusória ou convenientemente complacentes.

Ambiciosos demagogos, de baixo nível, costumam transformar o país numa charge continental aos olhos do mundo ao lançarem aos ventos fórmulas de efeito épico, balões de ensaio para avaliação do alcance da próxima vilania.

E a avaliação chegou, só que às avessas, conforme o politicamente correto estabelecido, e provou que a dona Odorica deve desligar a vitrola desarranjada, pois o “ENEM cidadão” confirma que os estudantes (?) seguiram à risca o presidente anterior que nunca leu um livro, e ela própria, que briga com foice e martelo para pôr as “estarrecidas” palavras nos devidos lugares.

Como vemos, essas gerações de futuros dirigentes da nação, foram muito bem-doutrinadas pelos mais caros modelos da boçalidade: o alambiqueiro e a grande mestra da “Pátria Educadora” e, como eles, tiram zero toda vez que abrem a boca ou rabiscam as maltraçadas linhas.

Mas não podemos negar a vitória petista. O resultado do ENEM retrata, com exatidão, o alvo do partido: impedir gerações de brasileiros de progredir, levando-as, progressivamente, de volta às cavernas da ignorância total.

Claro que estão comemorando, pois esse é o primeiro e único objetivo de seu programa de implosão institucional, e com resultado para lá de positivo para a facção.

Para tornar o Brasil um gigante em analfabetismo, em miséria intelectual, o maior do mundo em atraso mental e ser destaque nas manchetes internacionais como “A GANGUE VERMELHA PÔS A PIQUE A FILOSOFIA PLATÔNICA”, é necessário raspar os cofres da PetroPT e do contribuinte otário.

Platão não sabia o “que eles podiam fazer”, principalmente a Odorica Paraguaçu, por isso considerou que quem sai da caverna e vê a luz, jamais a ela voltará.*

Não sabia ele que uma produção maléfica iria ser jogada no mundo e pôr abaixo os clássicos. Desgraçadamente, o Brasil foi a cesta.



*Livro VII, A República.

(*Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)

Terrorismo fiscal: Dilma promove tungada nos salários da classe média, mas levará o troco político






Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net


Até a economista Dilma Rousseff, mesmo sem completar seu Doutorado, sabe que vetar a correção da tabela do Imposto de Renda significa aumentá-lo, na prática. Sentada no trono imperial do Palhaço do Planalto, a Presidenta da República não teve a menor pena de negar o reajuste de 6,5% que aliviaria o bolso das pessoas físicas, ainda mais em tempos de carestia, inflação, aumento de combustível e energia, e aperto de crédito com mais uma subida de juros programada para esta quarta-feira.


O Sindifisco calcula que, entre 1996 a 2014, a defasagem acumulada da tabela de IR chega a 64,28%. Este ano, quase um milhão de brasileiros foram jogados na "malha fina" do Leão - o que comprova o "terror fiscal" praticado pela nazicomunopetralhada. A tungada que Dilma dá no bolso da classe média é uma boa oportunidade para uma campanha nacional que questiona a absurda e injusta cobrança de "imposto de renda" - na verdade um confisco direto sobre o salário de quem trabalha.


O IRPJ deveria se chamar ASS (Assalto sobre Salário, que, na leitura da sigla em inglês, teria a conotação dolorida sobre nosso bolso). Mais canalha foi o argumento do desgoverno para o veto ao reajuste da tebelinha defasada do Leão: “A proposta levaria à renúncia fiscal na ordem de R$ 7 bilhões, sem vir acompanhada da devida estimativa de impacto orçamentário-financeiro, violando o disposto no art. 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal”.


Quanto maior a correção, menor o IR pago pelo trabalhador. Sem a decisão, o imposto que será retido na fonte em janeiro ainda será pela antiga tabela, a que vigorou em 2014, o que obrigará os empregadores a compensarem o imposto nos próximos salários de seus funcionários. Além de restringir o acesso a benefícios como seguro-desemprego e pensão por morte, a má gestão Dilma pratica mais um assalto à classe média.


Se a correção de 6,5% tivesse sido aprovada pela Dilma, as pessoas que recebem até R$ 1.903,98 ficariam isentas de imposto de renda. Hoje, esse limite é de R$ 1.787,77. Pessoas com rendimento acima de R$ 4.753,96 pagariam a alíquota máxima, de 27,5%. A regra valeria para a declaração a ser feita em 2016 - ano base de 2015. O desgoverno petista sempre se lixou para quem é obrigado a pagar o inútil e injusto Imposto de Renda.

O pacote de maldades do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por enquanto, é uma tesoura que só corta a renda dos cidadãos e não o desperdício de uma estrutura governamental perdulária e corrupta. A população sentirá a alta da alíquota do PIS-Cofins sobre o crédito já complicado e o retorno da cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que estava zerada desde 2012, sobre os combustíveis. A partir de 1º de fevereiro, haverá aumento, na refinaria, de R$ 0,22 para o litro da gasolina e de R$ 0,15 para o do diesel, somando PIS-Cofins e Cide.


Direta ou indiretamente, as decisões vão ter impacto "inflacionário". Nossa moedinha vai valer cada vez menos para consumir e pagar as contas cotidianas - que estão subindo, sem controle.

Carlos Sampaio: Esse PT não tem jeito mesmo! Que vergonha!!!





Esse PT não tem jeito mesmo! Que vergonha!!! Pelo visto, de nada adiantaram a condenação do mensalão e as provas já levantadas pela operação Lava Jato. O PT começa uma nova legislatura e repetem-se as velhas práticas criminosas de tentar cooptar deputados! Já estou em Brasília e hoje tive que entrar com um pedido de convocação do novo ministro Pepe Vargas que, segundo a Folha de São Paulo, está oferecendo cargos para deputados que votarem no candidato a presidente da Câmara indicado pela Dilma!


Dilma: leviana, covarde e irresponsável.




(Estadão) Na semana em que o governo federal anunciou a elevação de impostos como parte do ajuste fiscal para o ano de 2015, o candidato da oposição na última eleição, Aécio Neves, acusou Dilma Rousseff de ser irresponsável ao não admitir antes a gravidade da situação do País. 


"Faltou à então candidata Dilma Rousseff a responsabilidade para admitir a gravidade da crise econômica, a gravidade da crise do setor elétrico para tomar as medidas necessárias para minimizar seus efeitos", disse Aécio, que acusou a petista de mentir aos brasileiros durante a campanha.


Na opinião de Aécio, a presidente Dilma, ao adotar medidas amargas para tentar reverter a crise, não deixa claro aos brasileiros que a situação é culpa de seu governo. "Falta coragem à presidente da República para, olhando nos olhos dos brasileiros, dizer que as medidas que estão sendo tomadas são consequências dos inúmeros equívocos de seu governo", criticou o tucano. O senador ressaltou ainda que o aumento de impostos renderá cerca de R$ 20 bilhões anuais aos cofres públicos. 


Durante o período eleitoral, a campanha de Dilma Rousseff dizia que Aécio, caso vencesse as eleições, tomaria "medidas impopulares". Dilma ressaltou várias vezes seu compromisso com o emprego, a renda e os direitos trabalhistas.

BLOG DO CORONEL: Apagão presidencial




As últimas imagens de Dilma Rousseff são de 2 de janeiro. As últimas palavras também. Depois disso, Dilma apagou. Sumiu. Escafedeu. Sabe-se das suas maldades apenas por terceiros. Loteamento de ministérios. Destruição de direitos trabalhistas. Tarifaço. Inflação. Juros. PIB. Nível de confiança. O que não deve crescer, explode. O que não deve cair, desaba. Chegamos ao apagão elétrico. Nem ele sensibilizou o apagão presidencial. Como estará Dilma? O país nunca viu um presidente pior, nem mais magro, nem mais gordo. Passa, 2015, passa. A matéria abaixo é de O Globo.


Em meio a uma série de medidas impopulares, a presidente Dilma Rousseff completa hoje 30 dias sem dar entrevistas. É o maior período que ela ficou sem responder a perguntas de jornalistas desde maio de 2013, quando passou 31 dias sem falar à imprensa. A última entrevista de Dilma foi no dia 22 de dezembro do ano passado. Naquele dia, a presidente ofereceu o café da manhã anual aos jornalistas que acompanham o dia a dia do Planalto. Na ocasião, falou por cerca de uma hora e meia.


Desde então, a presidente não se manifestou publicamente sobre temas que têm mexido com a vida dos brasileiros, como as medidas anunciadas no fim de 2014 endurecendo as regras para pagamento da pensão por morte, do auxílio doença, do seguro desemprego e do seguro defeso. Muito menos sobre a escolha de ministros polêmicos, como o do Esporte, o pastor George Hilton, do PRB. Dilma também não falou sobre o aumento de impostos, da gasolina, nem sobre o reajuste nas tarifas de energia em até 40% — tampouco sobre o apagão desta semana.


Na última entrevista, o interesse maior ainda era sobre a montagem do Ministério do segundo mandato, pois até então haviam sido anunciados somente quatro nomes: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento), Alexandre Tombini (Banco Central) e Armando Monteiro Neto (Desenvolvimento). A situação da presidente da Petrobras, Graça Foster, também estava na ordem do dia.


Desde dezembro, a presidente tem preferido se manifestar por notas oficiais. Foi assim para anunciar os 39 ministros do segundo governo. Também foi por nota que Dilma condenou a execução do brasileiro Marco Archer, na Indonésia, no último sábado. Desde 1º de dezembro de 2014, a Secretaria de Imprensa da Presidência (SIP) divulgou 13 notas com decisões ou declarações de Dilma.


Segundo a secretaria, “a falta de entrevistas desde o Natal se explica pelo recesso da presidente no fim do ano e os despachos internos com os novos ministros”. A assessoria disse ainda que, ao longo de 2014, Dilma concedeu 44 entrevistas, sem contar coletivas como candidata à reeleição.


Neste começo de governo, Dilma nem sequer retomou o programa semanal de rádio “Café com a Presidente”, que apresentava políticas de governo e era distribuído às emissoras interessadas. O programa existe desde o primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a secretaria, o programa será reformulado.

Alberto Goldman: Um governo que se apaga. E a oposição, o que fazer?






O que vai sobrar do governo Dilma? O que vai sobrar da presidente?

Cada dia que passa, nesse primeiro ano do governo da reeleição, o quadro se desenha mais grave.

Esta semana, então, que só está começando, parece o fim do mundo. Chegou o apagão. Sim aquele mesmo que nunca viria, promessa de Dilma. Ah, sim, existem razões objetivas para isso, o calor e a seca não são de rua responsabilidade. Mas é de sua responsabilidade a desestruturação total do setor elétrico, promovida para que se pudesse apresentar, antes das eleições, um tarifa de energia elétrica mais baixa. O setor entrou em crise, até hoje tem mundos de dinheiro a receber, do governo e, em consequência, dos usuários, o que o levou a apertar custos de manutenção e a adiar investimentos. Está em stress permanente. Apesar da nossa indústria estar andando para trás, ainda assim o Operador Nacional do Sistema elétrico pediu aos grandes consumidores que diminuíssem a demanda. Se tivéssemos algum crescimento econômico o apagão seria muito mais geral e profundo.

Mas o governo está sob um apagão permanente. E não será a equipe de resgate ( Joaquim Levy e companhia ) que vai tirá-la da UTI. Vão usando todos os remédios que Dilma disse que não usaria, contra os pensionistas, contra os desempregados, contra as conquistas trabalhistas. Vão aumentar impostos, a Cide, o Pis/Cofins, o IOF, aumentar tarifas de serviços públicos, aumentar a taxa básica dos juros. Tudo isso é paliativo para chegar aos míseros 1,2% do PIB de superávit nas contas públicas ( apenas 66 bilhões para pagar uma dívida que cresce 240 bilhões em um ano ). Os investimentos continuam baixos, a inflação alta, os juros altos, a criação de postos de emprego baixa, o comércio e o consumo em baixa, a credibilidade e o crescimento empatados em zero.

Não é só. As investigações em diversas áreas do governo, em especial na Petrobras, mostram uma total deterioração do governo e dos partidos que o sustentam. Diretores são presos e processados, e se acusam uns aos outros. Até o ex diretor,Nestor Cerveró, que tinha dado uma de fortaleza, já perguntou porque ele está preso e a Graça Foster não. O Sergio Gabrielli que era o presidente da empresa, acusado por diretores, diz que não sabia de nada (?), e já está apontando para a ex presidente do Conselho, a Dilma Rousseff.

É um Deus nos acuda, um salve-se quem puder.

E o que sobra de Dilma e de seu governo? Como vai resistir quatro anos em um quadro de superação difícil, se não impossível. Como e quando será possível uma transição democrática, supondo que a situação não possa ser mantida pelos 4 anos desse mandato.

Essa é a questão posta para a oposição e para as forças democráticas do País. É a nossa tarefa.

segunda-feira, janeiro 19, 2015

Hernan Chaimovich é indicado presidente do CNPq


Hernan Chaimovich: novo presidente do CNPq

Coordenador do Programa Cepid da FAPESP foi presidente da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular e vice-presidente do International Council for Science


Agência FAPESP – O bioquímico Hernan Chaimovich aceitou o convite do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, para ocupar o cargo de presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Chaimovich é coordenador do programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da FAPESP.

“Trata-se de uma nova responsabilidade e espero que a minha longa experiência em ciência e política científica nacional e internacional, possa ser útil para o desenvolvimento harmônico da ciência, tecnologia e inovação no Brasil”, disse ele.

Chaimovich faz ciência há 55 anos. Graduou-se na Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Químicas da Universidade do Chile, em 1962. Veio para o Brasil com bolsa da FAPESP, fez doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado nas universidades da Califórnia, em Santa Bárbara, e Harvard, nos Estados Unidos. Foi professor nas universidades do Chile e livre docente, professor adjunto e professor titular de Bioquímica do Instituto de Química da USP.

“Faço política desde os 15 anos. Toda a minha carreira científica independente foi desenvolvida no Brasil”, disse. Começou oficialmente a fazer política acadêmica no Brasil em 1983, quando integrou a diretoria da Associação dos Docentes da USP (Adusp), num período em que a associação “não era um sindicato”.

Paralelamente à atividade científica, à formação pessoal e à docência, ocupou posições de chefe de Departamento de Bioquímica da USP em duas gestões, implantou e coordenou o curso de Ciências Moleculares da USP, dirigiu o Instituto de Química, integrou o Conselho Universitário por quase 20 anos, ocupou o cargo de pró-reitor de Pesquisa da USP entre 1997 e 2001 e de vice-diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP.

Chaimovich foi presidente da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular e é membro da Academia Brasileira de Ciência (ABC), atualmente ocupando a posição de vice-presidente.

Também no exterior tem participação ativa em política científica, “sempre defendendo o uso da ciência para o benefício da humanidade”, como ele sublinha.

Foi diretor do International Council for Science (ICSU) e seu vice-presidente, fundou a Rede Interamericana de Academias de Ciências (IANAS), da qual foi copresidente por seis anos, e tem participado de estudos internacionais sobre biossegurança, biosseguridade e sobre tratados de armas químicas e biológicas.

Em novembro de 2014, a convite da Academia de Ciências da Nicarágua, organizou e copresidiu um workshop com especialistas internacionais para analisar e levantar questões sobre o impacto ecológico, econômico e social de um canal interoceânico que está sendo construído pelo governo da Nicarágua em parceria com um investidor chinês.

Ao longo de sua carreira de pesquisador, publicou centenas de artigos científicos em reputadas revistas científicas. Um dos primeiros artigos de sua carreira científica, Kinetic studies and properties of potato apyrase, publicado no Archive of Biochemistry and Biophysics, em 1965, junto com Aída Traverso e Osvaldo Cori, é citado até hoje.

Dentre as contribuições se destacam Conceptual Framework for Ion-Exchange in Micellar solutions, publicado no Journal of Physical Chemistry em 1979, no qual, junto com Frank H. Quina, descreve a metodologia de análise da velocidade de reações em sistemas complexos, e o artigo Pumping Plants, publicado na Nature em 1995, junto com Anibal Vercesi, Iolanda M. Cuccovia e colaboradores, que abriu uma nova forma de ver a função de um grupo de proteínas na função mitocondrial.


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