A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, abril 21, 2015

Coronel Ernesto Caruso: Unidos contra a "presidenta" Dilma




Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso


As passeatas de 15 de março e 12 abril são provas cabais do descontentamento do povo ordeiro contra o governo Dilma e o petê, mergulhados no “mar de lama”, comparável aos malfeitos da década de 1950, com o suicídio do presidente Getúlio Vargas e aos fundamentos da impugnação de mandato do presidente Fernando Collor de Melo, culminando por sua renúncia em dezembro de 1992.


A lembrar, que Collor derrotou o candidato Lula na primeira eleição direta pós regime militar, no segundo turno. E quem articulou a campanha do impeachment do Collor? - Luiz Inácio Lula da Silva. Os vídeos estão vivos e o demonstram. Não há razão para tentar ridicularizar os que perderam a eleição em 2014 e que representando a vontade do povo nas ruas investiguem, hoje, a podridão na administração central do país, através o meio legal da Comissão Parlamentar de Inquérito na casa Legislativa.


Não se cogitou que Lula agia por despeito face à derrota nas urnas ou por vingança contra o opositor na questão de aborto envolvendo a ex-mulher e a filha Lurian, trazida à luz na campanha do candidato eleito. Prevaleceu o bom senso e a união de todos contra a corrupção.


Lula comentou em entrevista (1993): “... e ao invés de construir um governo, construiu uma quadrilha como ele construiu, me dá pena porque deve haver qualquer sintonia de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor.” O mesmo cenário de hoje. Quadrilha que se viu no mensalão e com maior vigor no petrolão, a serviço do PT.


Mas, não se processa impeachment sem a participação de políticos, partidos e o Congresso Nacional, excluídos das manifestações de rua na fase inicial, onde se firmou a unidade de propósito do “Fora Dilma!”, “Fora PT”, “Impeachment já!”.


Embora, a passeata de 12 de abril tenha sido menor em número nas capitais, o que não pressupõe mudança de objetivo e aplauso ao governo, se alastrou pelo interior a reforçar a visão nacional de repulsa aos 200 milhões de dólares dados como propina ao PT, segundo Pedro Barusco, tido como detalhista e organizado.


Assim, para ampliar a velocidade inicial torna-se impositiva a inclusão do meio político contra a corrupção como força amiga imprescindível para convencer os integrantes de todos os partidos e se alcançar os 2/3 necessários ao impedimento do governo atual.


Manter a pressão sobre o Congresso é o compromisso da sociedade que repugna o assalto ao tesouro nacional, sangra a Petrobras e coloca os recursos do BNDES a serviço de ditaduras como a de Cuba. Fomentar comícios em pontos importantes e tradicionais das cidades, com menor dispêndio em carros de som e, com a palavra livre ao cidadão, político ou não, incorporado ao tema contra o governo, a fim de extirpá-lo como tumor maligno. União de todos mesmo daqueles que livremente pedem a intervenção militar constitucional. Faixas, bandeiras e cartazes a engalanar o evento verde-amarelo.


Em complemento, faixas, bandeiras e cartazes que também estarão nos aeroportos de todo o Brasil, nos mesmos dias e horários, com efetivos pequenos de vinte, trinta pessoas, a bradar a voz de repulsa à corrupção, aos corruptos com nome e sobrenome. E, para pôr fim à caminhada sub-reptícia de se copiar no Brasil o domínio pelo governo central sobre os Poderes Legislativo e Judiciário, como se passa na Venezuela de Chávez e Maduro do socialismo ou morte.


Não é empreitada fácil, sabendo que o dinheiro roubado dos cofres públicos se presta à compra de tantos quantos que têm preço, mas não têm dignidade.



Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado Maior, reformado.

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