A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

quarta-feira, outubro 22, 2014

UCHO HADDAD: PT tenta tirar Gleisi da linha de tiro do “Petrolão” para não contaminar Dilma e salvar o partido



Pano quente – A cúpula do PT do Paraná tenta entabular estratégia para tirar a senadora Gleisi Hoffmann da linha de tiro do “Petrolão”, escândalo de corrupção que sangrou os cofres da estatal petrolífera brasileira. O receio dos “companheiros” é que a denúncia, feita pelo delator Paulo Roberto Costa, de que a ex-ministra-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff embolsou R$ 1 milhão em dinheiro vivo da ciranda criminosa que funcionava na empresa contamine a candidatura de Dilma na reta final da campanha, acabando por destrocar o PT no estado sulista, onde a legenda ficou com perfil minimalista depois da desastrosa campanha de Gleisi ao Palácio Iguaçu.

O presidente do PT do Paraná, deputado estadual Enio Verri (último à direita na foto abaixo), tenta desqualificar a denúncia contra Gleisi. “Tem um cara preso, um bandido, que cita nomes de outros como sendo bandidos. Não tem prova e publica-se como verdade”, disse o petista ao portal Bem Paraná.

Verri foi chefe de gabinete de Paulo Bernardo, marido de Gleisi Hoffmann, no Ministério do Planejamento, à época em que ocorreu o repasse para a campanha de 2010 dos petistas paranaenses. Tanto Verri quanto Gleisi e André Vargas (presidente do PT em 2010) foram candidatos naquela eleição – deputado estadual, senadora e deputado federal, respectivamente.

Fonte: Ucho.info

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