A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, julho 24, 2014

GOLPE PETISTA: DILMA está disposta a brigar por aprovação de DECRETO BOLIVARIANO que ameaça a DEMOCRACIA BRASILEIRA



Segundo Gilberto Carvalho, Planalto está disposto a brigar por aprovação de decreto que regulamenta participação social e conta com 'inteligência política' da Câmara e do Senado


Principal interlocutor do Palácio do Planalto com movimentos sociais, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse nesta quarta-feira, 23, que o governo vai enfrentar "até o fim" a "guerra" em torno do decreto que institui a política nacional de participação social e orienta todos os órgãos da administração a adotarem consultas populares.

"A participação social veio para ficar. Se a Câmara dos Deputados e o Senado tiverem bela inteligência política, não se colocarão na contracorrente de uma exigência da sociedade brasileira, da ampliação da participação. Da parte do governo há uma disposição de enfrentar essa guerra até o fim", afirmou o ministro, que participou nesta manhã em Brasília da assembleia de eleição da representação da sociedade civil do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve).

O decreto 8.243, editado em maio pela presidente Dilma Rousseff, não cria, na prática, novas estruturas, mas institucionaliza a relação da máquina pública com os movimentos sociais e a sociedade civil. Para críticos, a medida institui um poder paralelo dentro do Estado, usurpando prerrogativas do Congresso. Para defensores, democratiza as decisões públicas.

"É um decreto tímido, que apenas reconhece o que existe e estimula a participação social em áreas do governo que ainda não a fazem", comentou Carvalho. "Nós não recuaremos, não retiraremos o decreto, vamos até o fim. Se houver derrota, quem pagará pelo preço são aqueles que se colocam contra essa participação."

Na semana passada, a obstrução do PT impediu que a Câmara votasse o projeto que suspende os efeitos do decreto da presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, a oposição e até mesmo partidos da base conseguiram impor uma derrota ao governo mais cedo, ao aprovar a urgência regimental para a análise da proposta.

Temendo ver a decisão de Dilma ser derrubada pela Câmara, aliados fiéis do Planalto passaram a obstruir os trabalhos, o que inviabilizou qualquer votação.

Ao falar sobre a implantação de políticas voltadas para a juventude, Carvalho reconheceu que o governo está "muito no início" no enfrentamento da questão.

"Nós temos uma grande preocupação em construir, dar robustez às nossas
políticas de juventude. Estamos muito no início. O desafio que estamos encarando nós apenas iniciamos", disse o ministro.

Fonte: Estadão

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