A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, abril 16, 2014

PASADENA: Nestor Cerveró rebate Dilma e diz que cláusula omitida não era importante


O ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, afirmou nesta quarta-feira (16) que as cláusulas omitidas no resumo para aquisição da refinaria de Pasadena (EUA), em 2006, não eram importantes, rebatendo declaração da presidente Dilma Rousseff de que o parecer era "falho" por causa dessa omissão.

Cerveró disse ainda que não teve "intenção de enganar" a presidente Dilma, que na época presidia o Conselho de Administração da Petrobras e deu o aval para o negócio.

Em depoimento na Câmara dos Deputados, Cerveró defendeu o negócio e explicou que fazia parte de um plano da Petrobras de aumentar o refino no mercado internacional –mesma explicação dada pela atual presidente da Petrobras, Graça Foster, em depoimento ontem no Senado.

No mês passado, Dilma criticou o resumo feito por Cerveró por omitir, na transação para compra de metade da refinaria de Pasadena com a empresa Astra Oil, a existência das cláusulas "Put Option" (que estabelecia que em caso de desacordo entre os sócios uma parte comprasse a outra) e "Marlim" (que dava à outra sócia uma garantia de rentabilidade mínima de 6,9% ao ano).

Cerveró também foi criticado ontem por Graça Foster por omitir essas cláusulas no resumo, mas hoje rebateu as críticas. "Não houve nenhuma intenção de enganar ninguém", disse o ex-diretor.

"A cláusula de saída, 'Put Option', é uma prática mais do que comum. Em qualquer sociedade, principalmente aquelas em que a proporção é de 50% para 50%, É uma defesa tanto para a Astra como para nós, são pagamentos para evitar que o sócio imponha condições prejudiciais. É uma clausula comum. A Petrobras tem centenas de participações, sempre tem cláusula de saída. É isso que é a cláusula de 'Put Option', nada mais do que isso, não tem nenhuma relevância, não é um aspecto importante", afirmou Cerveró.

 E, logo em seguida, afirmou que a cláusula 'Marlim' era uma "proteção negociada com o sócio" para permitir que a Petrobras processasse óleo pesado na refinaria, que era a intenção da empresa no negócio mas que sofria resistência da Astra Oil. Por isso, estabeleceu uma diferença de 3,5 dólares entre o óleo pesado, que tem menos valor, e o óleo leve, que gera mais lucro.

"Não é uma garantia adicional de rentabilidade para o sócio", afirmou. "Essas cláusulas não têm representatividade no negócio", disse.
 
PRÉ-SAL
Segundo Cerveró, a descoberta do pré-sal tornou a refinaria de Pasadena desinteressante para a Petrobras, pois a empresa passou a priorizar fazer grandes investimentos para a exploração em águas profundas no Brasil. Na época, porém, o negócio foi atrativo e até mais barato do que a média de mercado, disse.

"A compra da refinaria de Pasadena ou de qualquer outra refinaria no mercado americano estava perfeitamente enquadrada dentro do planejamento estratégico de agregação de valor do nosso petróleo pesado".

O ex-diretor afirmou que os investimentos em refinarias no exterior fizeram parte do planejamento estratégico da Petrobras da gestão anterior, na época do governo FHC (PSDB), mas que foram ratificados na gestão Lula. "Tenho essa satisfação e esse orgulho de ter dirigido a companhia na área internacional, seguindo uma orientação estratégica e uma orientação do presidente Lula de internacionalização da Petrobras", disse Cerveró.

Ontem, Graça Foster afirmou que Pasadena deu prejuízo de US$ 530 milhões à Petrobras e disse que a aquisição "não foi um bom negócio".
 
CLIMA
O depoimento de Cerveró gerou mais de um bate-boca entre parlamentares da base governista e da oposição. O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) chegou a interromper o depoimento para dizer que foi "enganado". Segundo ele, teve prejuízo por ter comprado R$ 1,000 em ações da Petrobras que hoje valem R$ 431.

O raciocínio gerou a reação de deputados da base governista que disseram que comprariam as ações de Hauly. Os deputados Domingos Sávio (PSDB-RJ) e Edson Santos (PT-RJ), discordando da condução do depoimento, chegaram a discutir ao final da primeira participação de Cerveró.

A discussão fez o presidente da comissão, Hugo Motta (PMDB-PB), interromper rapidamente a audiência, que já dura duas horas. 

Fonte: Folha.com

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