A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

terça-feira, julho 29, 2014

GOLPE: Agentes cubanos atuaram nas campanhas presidenciais de Lula



DEU NA VEJA (9/7/2014)

“De 1977 a 1994, Juan Reinaldo Sánchez foi membro da elite do serviço de inteligência cubano e guarda costas do ditador cubano Fidel Castro. Nas viagens internacionais, era ele quem fazia o trabalho de contra espionagem da comitiva de Fidel.

Do exílio em Miami, Sánchez falou ao editor Leonardo Coutinho sobre um tema não incluído em seu recém lançado livro A Vida secreta de Fidel: as relações do PT com o regime cubano: 

VEJA - Quando o senhor conheceu Luiz Inácio Lula da Silva? 

Sánchez - Foi em 1989, no Palácio da Revolução, na ante-sala do despacho de Fidel. Manuel Piñeiro, então chefe da Direção Geral de Inteligência, apresentou Lula para mim e para os demais guardas. Piñeiro disse: “Lula da Silva será o futuro presidente do Brasil.” 

VEJA - O senhor acompanhou todo o encontro entre Fidel e Lula? O que foi discutido? 

Sánchez - Sim eu estava presente. A conversa era sobre o apoio de Cuba, por meio do Departamento América do Comitê Central do partido Comunista, daria à campanha de Lula à presidência do Brasil. Não sei se foi enviado dinheiro. O que foi acertado, e disso eu tenho certeza, foi o envio ao Brasil de agentes cubanos capazes de garantir a segurança das comunicações da campanha e também, de espionar as dos adversários. Esses agentes faziam espionagem e contraespionagem para conseguir informações com objetivo de influenciar a eleição. É evidente que isso custou dinheiro à Cuba. Não sei se eles atuaram nas outras disputas eleitorais brasileiras. 

VEJA - Em 2005, VEJA revelou que a campanha de Lula, em 2002, recebeu 3 milhões de dólares vindos de Cuba. 

Sánchez - Eu não trabalhava mais na guarda pessoal de Fidel nesse ano. Mas conhecendo a maneira de atuar do governo, o mais plausível é que o regime tenha servido apenas de ponte, angariando recursos junto a outros países da região.Nessa fase,Cuba j[á não tinha condições financeiras de ajudar na campanha de Lula. 

VEJA - Os médicos que Cuba enviou ao Brasil atuam como espiões do regime? 

SANCHÉZ - Sim. Sempre foi assim. Segundo o conceito da inteligência cubana, todo o cidadão que sai em missão fora do país, seja diplomata, seja de cooperação, tem como tarefa a busca de informações sensíveis ao governo cubano. Antes de partir, os médicos recebem treinamento de dois oficiais, um da inteligência e outro da contra-inteligência. Quando chegam ao país de destino, há um coordenador a quem eles devem se reportar. Na Venezuela, por exemplo, os médicos cubanos que visitam as casas dos pacientes devem atentar para a orientação política da família. Como fazem isso? Observam se há fotos de Hugo Chávez na parede ou se os moradores reclamam do governo. Esses detalhes são incluídos em relatórios enviados ao coordenador. Posteriormente, essas informações permitem à inteligência cubana determinar as características ideológicas de determinadas áreas ou bairros. Os médicos também são orientados a delatar os colegas que ameaçam fugir.”



Comentário: E nas campanhas de Dilma Rousseff, é diferente? Claro que não! Os fajutos "médicos" cubanos estão aí para provar isso, pois não passam de espiões fantasiados de branco - cfr. em http://www.epochtimes.com.br/medicos-cubanos-brasil-espioes-comunistas-afirma-escritor/#.U7_S8yczr7M

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