A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sábado, junho 21, 2014

É este o POVO BRASILEIRO que o PT insiste em ignorar! Veja se esta mulher pertence à ELITE BRANCA que o LULA tanto ataca!


BRASILEIRA, típica representante do POVO BRASILEIRO, mostra sua indignação com o DESGOVERNO DO PT.







Mural pintado pelo artista Paulo Ito, em Pompeia, na Zona Oeste da cidade de São Paulo.

A hipocrisia de LULA

No vídeo abaixo, veja LULA
aplaudir a PETISTA MARILENA CHAUI
(QUE DIZ ODIAR A CLASSE MÉDIA BRASILEIRA)
 e ofender o POVO BRASILEIRO que critica o PT, os PETRALHAS e o desgoverno de  DILMA.




Agora veja neste vídeo abaixo a festa da NETINHA DO LULA









LOBÃO
(Junho 2014)

Aqueles que não são
E que jamais serão
Abusam do Poder
demência e obssessão

Insistem atacar
Com as chagas abertas do rancor
E aos incautos fazer crer
Que seu ódio no peito é amor

Tanto martírio em vão
Estupro da nação
Até quando esse sonho ruim,
esse pesadelo sem fim?

Apedrejando irmãos
E os que não são iguais
A destruição é a fé,
E a morte e a vida, banais

E um céu sem esperança
a Infâmia cobriu
com o manto da ignorância
o desastre que nos pariu

E o sangue dos ladrões
De outros carnavais
Na veia de vilões
Tratados como heróis

E até quando ouvir
Cretinos e boçais
Mentir, mentir, mentir
Eternamente mentir

Mas o dia chegará
em que chão da Pátria irá tremer
e o que não é, não mais será
em nome do povo, o Poder

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